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domingo, 12 de maio de 2013

"Bullying" não é brincadeira

Incrivel caso de bullying que o garoto Casey Heynes sofria, até ele tomar uma atitude!
  veja o video:




Como evitar o bullying?

É preciso que a escola tome providências não só para resolver os casos de bullying já diagnosticados, mas principalmente para evitar os novos. A questão deve ser vista como parte de um trabalho contínuo de construção de valores. "Não adianta, por exemplo, falar sobre bullying se os próprios professores ridicularizam ou humilham alunos em classe".

É preciso trazer o tema para o cotidiano da escola e discutir as relações interpessoais. Questionar os estudantes sobre os critérios que adotam para valorizar ou desprezar um colega, por exemplo, é uma boa estratégia. Com isso, é possível levá-los a refletir sobre as consequências de humilhar alguém para ser aceito pelo grupo. Colocações como essas devem fazer parte das conversas com os alunos antes mesmo de o bullying se manifestar.

Além do diálogo dentro da escola, é importante estabelecer um bom canal de comunicação com os pais. Muitos educadores caem no erro de transferir a responsabilidade sobre as atitudes dos estudantes para as famílias, que em geral não têm informação suficiente para lidar com a questão. Nas entrevistas concedidas pelos pais dos garotos australianos, fica clara a sensação de impotência. "Em geral, os pais não sabem o que fazer e é papel da escola mostrar a eles como agir". Isso não quer dizer assumir toda a responsabilidade pela Educação das crianças, mas compartilhá-la com as famílias e buscar juntos a solução.

Como lidar com o bullying?

Quando a escola percebe sinais de bullying, há algumas ações importantes que precisam ser tomadas. "A primeira coisa a fazer é entender como o bullying acontece dentro do ambiente escolar". Uma ideia é aplicar um questionário anônimo aos alunos com perguntas relacionadas ao tema. Feito esse primeiro levantamento, pode-se criar grupos de estudo com os professores para que eles compreendam o que é o bullying e como lidar com ele.

A terceira etapa do trabalho é o diálogo com os alunos. "Grupos de apoio, filmes, debates, discussões sobre o que caracteriza o bullying e as consequências dele são boas maneiras de abordar o tema com a classe". Nesses momentos, vale propor atividades em que os estudantes se coloquem no papel tanto do agressor quanto da vítima e do expectador e mostrem como se sentem.


att,
     Marcelo Leniar

sábado, 11 de maio de 2013

GO SKATE DAY Cwb


O go skate day 2012 foi a 4° edição do evento, realizado no dia 23 de julho em vários lugares, mas sendo o evento da capital paranaense um dos maiores, mesmo em um dia chuvoso, o que pode causar muitos danos em um skate reuniu cerca de 15 mil skatistas para marchar pelos direitos do skate.
O evento teve seu início na Praça 29 de março a partir das 10 horas, tendo como atração um Best Trick. A skateada, que iniciou as 13 horas, percorreu as ruas de Curitiba até o Centro Cívico. O local reservado para o evento tinha um palco que recebeu a apresentação de grupos de rap e bandas de rock e reagge. E não faltaram obstáculos para todos poderem praticar e comemorar.
Mesmo chovendo o público não deixou de participar e prestigiar a festa que é feita em prol do skate, fazendo com que o Go skateboarding Day de Curitiba seja um dos maiores do mundo.
Para acompanhar as noticias do evento procure no facebook por go skate day, existe uma pagina criada para este fim

Att Sergio Wynnek Junior

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Histórico e Características do Voleibol

Voleibol

Histórico

O vôlei foi criado em 1895, pelo americano William G. Morgan, então diretor de educação física da Associação Cristã de Moços (ACM) na idade de Holyoke, em Massachusetts, nos Estados Unidos. O primeiro nome deste esporte que viria se tornar um dos maiores do mundo foi mintonette.

Naquela época, o esporte da moda era o basquetebol, criado apenas quatro anos antes, mas que tivera uma rápida difusão. Era, no entanto, um jogo muito cansativo para pessoas de idade. Por sugestão do pastor Lawrence Rinder, Morgan idealizou um jogo menos fatigante para os associados mais velhos da ACM e colocou uma rede semelhante à de tênis, a uma altura de 1,98 metros, sobre a qual uma câmara de bola de basquete era batida, surgindo assim o jogo de vôlei.

A primeira bola usada era muito pesada e, por isso, Morgan solicitou à firma A.G. Spalding & Brothers a fabricação de uma bola para o eferido esporte. No início, o mintonette ficou restrito à cidade de Holyoke e ao ginásio onde Morgan era diretor. Um ano mais tarde, numa conferência no Springfield's College, entre diretores de educação física dos Holyoke fizeram uma demonstração e assim o jogo começou a se difundir por Springfield e outras cidades de Massachussetts e Nova Inglaterra. 

Em Springfield, o Dr. A.T. Halstead sugeriu que o seu nome fosse trocado para volley ball, tendo em vista que a idéia básica do jogo era jogar a bola de um lado para outro, por sobre a rede, com as mãos. Em 1896, foi publicado o primeiro artigo sobre o volley ball, escrito por J.Y. Cameron na edição do "Physical Education" na cidade de Búfalo, Nova Iorque. Este artigo trazia um pequeno resumo sobre o jogo e de suas regras de maneira geral. No ano seguinte, estas regras foram incluídas oficialmente no primeiro handbook oficial da Liga Atlética da Associação Cristã de Moços da América do Norte.

A primeira quadra de Voleibol tinha as seguintes medidas: 15,24m de comprimento por 7,62m de largura. A rede tinha a largura de 0,61m. O comprimento era de 8,235m, sendo a altura de 1,98m (do chão ao bordo superior). A bola era feita de uma câmara de borracha coberta de couro ou lona de cor clara e tinha por circunferência de 63,7 a 68,6 cm e seu peso era de 252 a 336g.

O volley ball foi rapidamente ganhando novos adeptos, crescendo vertiginosamente no cenário mundial ao decorrer dos anos. Em 1900, o esporte chegou ao Canadá (primeiro país fora dos Estados Unidos), sendo posteriormente desenvolvido em outros países, como na China, Japão (1908), Filipinas (1910), México entre outros países europeus, asiáticos, africanos e sul americanos.

Na América do Sul, o primeiro país a conhecer o volley ball foi o Peru, em 1910, através de uma missão governamental que tinha a finalidade de organizar a educação primária do país.

O primeiro campeonato sul-americano foi patrocinado pela Confederação Brasileira de Desportos (CBD), com o apoio da Federação Carioca de Volley Ball e aconteceu no ginásio do Fluminense, no Rio, entre 12 e 22 de setembro de 1951, sendo campeão o Brasil, no masculino e no feminino.

A Federação Internacional de Volley Ball (FIVB) foi fundada em 20 de abril de 1947, em Paris, sendo seu primeiro presidente o francês Paul Libaud e tendo como fundadores os seguintes países: Brasil, Egito, França, Holanda, Hungria, Itália, Polônia, Portugal, Romênia, Tchecoslováquia, Iugoslávia, Estados Unidos e Uruguai. O primeiro campeonato mundial foi disputado em Praga, na Tchecoslováquia, em 1949, vencido pela Rússia.

Em setembro de 1962, no Congresso de Sofia, o volley ball foi admitido como esporte olímpico e a sua primeira disputa foi na Olimpíada de Tóquio, em 1964, com a presença de 10 países no masculino - Japão, Romênia, Rússia, Tchecoslováquia, Bulgária, Hungria, Holanda, Estados Unidos, Coréia do Sul e Brasil. O primeiro campeão olímpico de volley ball masculino foi a Rússia; a Tchecoslováquia foi a vice e a medalha de bronze ficou com o Japão.

No feminino, o campeão foi o Japão, ficando a Rússia em segundo e a Polônia em terceiro.

O criador do volley ball, Willian Morgan, conhecido pelo apelido de "armário", devido ao seu porte físico, morreu em 27 de dezembro de 1942, aos 72 anos de idade.

Do esporte inicial idealizado por Morgan, a evolução foi sempre crescente e para melhor, as regras foram se modificando e se adaptando às exigências dos atletas, público, patrocinadores e, principalmente, televisão, até chegarem ao Voleibol atual, que é o que se pratica em todo o mundo, e que no Brasil é o 2º (segundo) esporte em popularidade e em número de praticantes na escola.

O vôlei é um esporte praticado em uma quadra dividida em duas partes por uma rede possuindo equipes de seis jogadores em cada lado, tendo objetivo de fazer passar a bola sobre a rede de modo a que toque no chão dentro da quadra adversária, ao mesmo tempo que se evita que os adversários consigam fazer o mesmo. 

Ao contrário de muitos esportes, tais como o futebol ou o basquetebol, o voleibol é jogado por pontos, e não por tempo. Cada partida é dividida em sets que terminam quando uma das duas equipes conquista 25 pontos. 

Deve haver também uma diferença de no mínimo dois pontos com relação ao placar do adversário – caso contrário, a disputa prossegue até que tal diferença seja atingida. O vencedor será aquele que conquistar primeiramente três sets. 


CARACTERÍSTICAS DO JOGO:
O voleibol é um esporte coletivo jogado por duas equipes em uma quadra dividida por uma rede, onde cada equipe permanece em sua parte da quadra e faz com que a bola atravesse por cima da rede. A quadra deverá medir 18m de comprimento e 9m de largura. A rede ficará estendida sobre a linha central da quadra, com 2,43m para as equipes masculinas e 2,24m para as equipes femininas, a partir da borda superior. 
As equipes são de no máximo 12 jogadores – sendo que 6 atuam na quadra (titulares) e 6 atuma como reservas. O voleibol é jogado em sets. Quando uma das equipes atinge a contagem de 25 pontos, com uma diferença mínima de 2 pontos em relação ao adversário, completa-se um set. As partidas oficiais são disputadas em melhor de 5 sets, portanto vence o jogo a equipe que ganhar 3 sets. Se a partida ficar empatada em 2 a 2 ela vai para o último set, o “tié break”, este será mais curto, até 15 pontos.

Fonte:  http://proffelipedutra.blogspot.com.br/2011/09/voleibol.html

Att.

Wendell

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Câimbras...





Câimbras quem nunca teve alguma? Porém, sabemos o porquê ela acontece? Quais os métodos de aliviá-la? Não? Então saberemos hoje, como ela advém e como tentar reverte-lá. A câimbra, ou cãibra, é um espasmo ou contração involuntária dos músculos, normalmente muito dolorosa, que pode durar de alguns segundos até vários minutos. A câimbra pode atingir um ou mais músculos de uma vez.Qualquer músculo de controle voluntário pode apresentar essas contrações. Os mais comuns são: panturrilhas, músculos anteriores e posteriores da coxa, pés mãos, pescoço e abdômen. 
Causas:
 1) Uso exagerado da musculaturaSão as câimbras típicas dos atletas que praticam exercícios que sobrecarregam determinados músculos. No entanto, elas podem ocorrer, também, nas mãos, nos braços e no pescoço como resultado de atividades como escrever, digitar ou trabalhar com ferramentas na mesma posição durante muito tempo. 
2) DesidrataçãoA água facilita as contrações e o relaxamento das fibras musculares e dos tendões. A falta dela deixa-os mais sujeitos a espasmos.
3) Baixas temperaturasO frio faz com que a musculatura fique mais tensa e contraída, o que facilita a ocorrência de espasmos das fibras musculares. 
4) Má circulaçãoNos mais velhos, o estreitamento das artérias que irrigam os membros inferiores causado por placas de aterosclerose pode provocar câimbras, quando a musculatura é solicitada com mais intensidade.
5) Compressão de raízes nervosasArtroses e perda de elasticidade dos discos que ficam entre as vértebras da coluna lombar podem comprimir os nervos, que saem para inervar os membros inferiores, e provocar dor. Essa dor fica mais forte à medida que a pessoa anda e pode adquirir as características típicas das câimbras. No entanto, ela melhora quando a coluna fica ligeiramente flexionada para frente, por exemplo, na posição que a pessoa assume ao empurrar o carrinho do supermercado.
6) Carência de sais mineraisFalta de potássio, cálcio ou magnésio na dieta alimentar pode estar por trás de quadros de câimbras frequentes. Pessoas hipertensas que tomam diuréticos geralmente perdem potássio. 
7) Outras causasPortadores de diabetes, anemia, insuficiência renal, doenças da tireoide, degenerações neurológicas, desequilíbrios hormonais e mulheres grávidas estão mais sujeitos a desenvolver episódios dolorosos de câimbras.
 Prevenção 
Câimbras não têm cura, mas alguns cuidados simples podem prevenir a repetição das crises: 
1) Boa hidrataçãoTome bastante líquido durante o dia, especialmente antes de praticar exercícios vigorosos. Bem hidratados, os músculos se contraem e relaxam com mais facilidade
.2) Exercícios de alongamentoO alongamento deve ser feito antes e depois de qualquer exercício mais prolongado. Se as câimbras ocorrerem mais à noite, faça os alongamentos antes de deitar-se. 
3) Alimentação balanceadaInclua frutas e verduras na sua dieta habitual. Esses alimentos são ricos em vitaminas e sais minerais, nutrientes importantes para o funcionamento não só dos músculos, mas de todo o organismo. A banana ajuda a repor os níveis de potássio, hidrata e fornece energia (glicose) para os músculos.
 Tratamento
 Alguns analgésicos e anti-inflamatórios não tratam a câimbra como grande parte das pessoas acham. O que pode ser feito é uma serie de alongamentos na região onde a câimbra de estabelece, massagens são bem vindas. Aplicação de calor no local. O aumento da temperatura favorece o relaxamento dos músculos.

Fontes: 

http://drauziovarella.com.br/letras/c/caimbras/
 http://www.mdsaude.com/2008/10/cimbras.html
 

Att: Tatiane Perucelli



quarta-feira, 8 de maio de 2013

Para refletir...

Hoje estava procurando algum vídeo para levar para alguns alunos...
Me deparei com estes dois... 
Assim como eu espero que eles tirem uma mensagem positiva, de repente os ajude a refletir também...



Abraço
Ivna Caroline

terça-feira, 7 de maio de 2013

Brasil sobe ao pódio em etapa da Copa do Mundo de Esgrima em Cadeira de Rodas

O Brasil conquistou duas medalhas na etapa da Copa do Mundo de Esgrima em Cadeira de Rodas. 



Jovane Guissone 4

Os atletas Jovane Guissone, no florete categoria B, e Janaína Aguilhera, na espada categoria B, terminaram em terceiro lugar na competição realizada na última semana em Montreal, no Canadá.

Jovane é um dos beneficiados pelo programa Bolsa-Atleta, do Ministério do Esporte, e fez história ao garantir o primeiro ouro olímpico brasileiro na modalidade durante os Jogos de Londres 2012. A seleção brasileira ainda levou mais dez atletas para a competição. Na espada, categoria A, as bolsistas Mônica Santos e Suelen Rodolpho terminaram em sétimo e nono, respectivamente. No florete, o país teve dois representantes no masculino: Rodrigo Massarut encerrou a participação em 10º, seguido por Vanderson Chaves, em 11º.

Já na espada, categoria B, Rodrigo Massarut ocupou a sexta colocação, seguido por Jovane Guissone, em sétimo. Vanderson Chaves também disputou a categoria, e terminou em 14º. No florete feminino categoria A, última no embate, Suelen Rodolpho assegurou a quinta posição e Monica Santos veio na sequência, em sexto.

Em 2013, estão previstas mais três etapas da Copa do Mundo de Esgrima em Cadeira de Rodas. De 23 a 26 de maio, será realizada a fase de Lonato, na Itália. Depois é a vez de Varsóvia, na Polônia, receber os atletas entre os dias 4 e 8 de julho. A última competição será entre 17 e 21 de dezembro, em Hong Kong, na China.

Fonte: http://www.educacaofisica.com.br/index.php/esportes/canais-esportes/outras-modalidades/25498-brasil-sobe-ao-podio-em-etapa-da-copa-do-mundo-de-esgrima-em-cadeira-de-rodas

Att. Luís Miguel Makohin

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Educação Física, por que?

          Hoje quando estava indo para a aula na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), encontrei um amigo dos tempos de colégio. Quando disse a ele que estava cursando Licenciatura  em Educação Física, ele respondeu com a seguinte frase: "Quem bom, assim você pode acabar com essas aulas largadas e dar treino de verdade para os alunos, ai sim as pessoas vão respeitar a disciplina".
          Isso me provocou uma reflexão, não em relação ao "dar treino", já que não é esse o nosso objetivo. O que me chamou atenção foi "ai sim as pessoas vão respeitar a disciplina", de certa forma ele não esta totalmente errado. Lembrei-me também de uma conversa que tive cm meu orientador a algum tempo atrás. 
          Na sociedade em que vivemos, o resultado do seu trabalho é o que prova seu valor. No período em que a Educação Física era esportivista, havia uma certa valorização porque a disciplina formava atletas para as competições municipais, estaduais, nacionais e até internacionais. A partir dos anos 80 com a reforma curricular  o objetivo da Educação Física passou a ser outro, e de certa forma essa desvalorização aumentou.
        A Educação Física Escolar tem o objetivo de formar o cidadão como um todo, fisicamente, psicologicamente e socialmente. Porém estes resultados não podem ser medidos durante o período em que o aluno se encontra nas escola. trata-se de um resultado a longo prazo, para a vida toda.
          Neste vídeo Fabio Saba, mestre em Educação Física pela USP,  fala um pouco sobre o que é a Educação Física e qual o seu papel na sociedade.


Att. Edilson de Oliveira 


Jogo Educativo "StoneAge Sam"

O jogo



Como usar em sala de aula?

A habilidade desenvolvida nesta atividade é: relacionar os hábitos, costumes, ritos, crenças de um povo ou sociedade à sua identidade social e ao seu respectivo processo histórico.
Com turmas do Ensino Fundamental II, o professor pode usar o jogo para refletir com os alunos sobre as caraterísticas do Período Paleolítico aparecem na aventura de StoneAge Sam. É possível fazer uso do jogo na sala de informática, ou pedir que os alunos joguem em casa e façam as suas anotações no caderno.
Se desejar, o professor pode relacionar este jogo e um vídeo sobre as aventuras na idade da pedra, observar semelhanças e diferenças na abordagem pré-histórica.
Att. Edilson de Oliveira

domingo, 5 de maio de 2013

ONG aposta em grafite e hip-hop para aproximar professores e alunos


Falar sobre as pinturas de Picasso, mas sem deixar de mencionar Speto, famoso grafiteiro brasileiro que cria sua arte inspirado tanto no pintor espanhol quanto nos cordéis. Ensinar química a partir das composições das tintas ou das influências que elas sofrem por conta da ação do tempo. São inúmeras as formas de levar a arte urbana para dentro da sala de aula, por meio de diferentes disciplinas. E para que as linguagens artísticas sejam levadas ao currículo escolar, um projeto da ONG Eduqativo – Instituto Choque Cultural, que desenvolve iniciativas baseadas no conceito da educomunicação aplicado à arte, está capacitando professores para trabalhar a arte urbana com os jovens em sala de aula. 
O curso gratuito Linguagens Artísticas para Professores que acontece em maio, em São Paulo, vai abordar conceitos teóricos sobre a história da educação e da arte contemporânea, além de levantar discussões sobre como aplicar e desenvolver projetos sobre o tema com os estudantes.
Segundo Raquel Ribeiro, educadora há mais de 20 anos e atual coordenadora da ONG Eduaqtivo, o objetivo é, principalmente, discutir e apontar para os professores como trabalhar essas linguagens artísticas já familiares aos jovens.  A ideia é orientar os educadores sobre como usar as diferentes culturas juvenis (grafite, skate, hip-hop, rock etc.) como ponte para realizar mudanças em sala de aula, ajudando a aproximar os educadores dos estudantes, além de criar novas metodologias educativas. 
"Muitos materiais didáticos com foco na arte urbana estão entrando no currículo escolar. Mas o professor, que ainda tem uma visão muito paradigmática dos jovens, não consegue muitas vezes se comunicar e trabalhar com eles, que estão num momento de transição em suas vidas", afirma.
De acordo com ela, a própria escola ao longo da sua história e de sua formalidade foi se distanciando do universo do jovem pela forma clássica de ensinar e de se organizar. Um exemplo disso são os próprios espaços físicos. "Até hoje, muitas escolas públicas, principalmente, carregam o mesmo visual de organização institucionalizada, com paredes metade de uma cor, metade de outra. Esse é o mesmo tipo de pintura de outras instituições, como hospitais e presídios", diz.
              
Para fornecer diferentes instrumentos aos professores, a capacitação será realizada em momentos teóricos, voltados à discussão, e a um último com atividades práticas. Nos dois primeiros, os educadores terão acesso a conteúdos teóricos, passando pela história da educação e da arte contemporânea, como porta de entrada para entender como reformular novas linguagens na educação.
Raquel diz que esses bate-papos servirão especialmente para ajudar os professores a quebrar os paradigmas que carregam do jovem, que, diferente de antes, está mais conectado com o mundo. "Muitos educadores acreditam que esses adolescentes não se aprofundam nas coisas, por exemplo. Ao contrário, o jovem de hoje fala com três pessoas ao mesmo tempo, está no Facebook, assistindo TV e ouvindo música, o que demanda dele uma conexão mental muito grande para processar tudo isso", diz.
Além das discussões, que visam tirar o rótulo negativo que os educadores têm de muitos jovens, durante o último encontro da formação, os professores terão contato com artistas que desenvolvem arte urbana, além de experimentar técnicas que vão desde o manuseio de lambe-lambe (espécies de cartazes que podem ser presos na parede), fanzines (tipo feito por "fãs" e produzida sem fins comerciais), stickers (adesivos), estêncils (técnica que usada moldes de superfícies furadas para aplicar figuras) e outros materiais. 
"Eles vão experimentar e procurar diferentes formas de usar esses produtos para a criação de projetos, que podem ser aplicados não isoladamente em suas disciplinas, mas especialmente em atividades interdisciplinares", diz Raquel. "Essas técnicas ajudam a tornar a aula interativa, abrindo um canal direto e efetivo de comunicação. Os jovens já estão habituados com essa arte, mas normalmente fora da escola, quando poderiam tê-la em um contexto escolar", afirma Raquel.
Para sair do discurso à prática, como último quesito da capacitação, os professores precisam criar um projeto mais curto, na disciplina que leciona - em uma ou duas aulas - ou mais longos, normalmente interdisciplinares, de um semestre, por exemplo. Os melhores projetos são selecionados pela ONG, que, inclusive, ajuda os educadores a dar vida à iniciativa. A educadora explica que em um curso puramente teórico o professor normalmente concorda com o que é dito, mas quando chega em sala de aula não consegue transportar as ideias apreendidas à prática, como em um projeto. "Na sala a realidade é diferente. O professor encontra realidades diversas. Tentamos mostrar um caminho possível", diz.
Ainda como parte da formação, as escolas dos professores que participam do curso recebem um artista, escolhido pela instituição e que seja pertinente à proposta – para realizar um bate-papo com os estudantes, além de alguma intervenção – pintar um muro, criar peças de artes, pintar quadros etc. "A intenção não é fazer uma oficina. Afinal, não queremos tirar a autoridade do professores, mas levar o artista para mostrar como acontece o processo produtivo e de criação dos artistas.  Acabar com a ideia da arte como algo elitizado", assegura a educadora.
Além disso, a visita tem o intuito também de mostrar aos professores e à direção da escola a possibilidade de trabalhar a estética jovem de uma forma organizada. "A escola geralmente lida com experiências do tipo de maneira desastrosa ou tenho receio em adotá-las. Quando o artista visita a escola e produz algo bacana numa parede, por exemplo, ou o professor, que consegue criar um trabalho interdisciplinar dentro da instituição, mostram o quão possível é possível desenvolver iniciativas como essas", afirma. 

Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao/ong-aposta-em-grafite-e-hip-hop-para-aproximar-professores-e-alunos,2be3ea673c06e310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html
Att. Felipe Alexandre

sexta-feira, 3 de maio de 2013

VOLEIBOL


Conheça a História do Voleibol, inventor do esporte, primeiro jogo, primeira bola, origem do vôlei


Origem do voleibol 
O voleibol foi criado nos Estados Unidos, no dia 9 de fevereiro de 1895, pelo diretor de educação física da ACM (Associação Cristã de Moços de Massachusetts) William George Morgan.
Ao inventar  o voleibol e suas regras, Morgan tinha como objetivo principal a criação de um esporte sem contato físico entre os jogadores. Desta forma, ele pretendia oferecer às pessoas (principalmente aos mais velhos) um esporte em que as lesões físicas, provocadas por choques entre pessoas, seriam raras.
Primeiros anos do esporte 
Nos primeiros anos, o voleibol ainda não contava com uma bola específica, sendo praticado com uma câmara da bola de basquete. A rede era improvisada, a mesma usada nas partidas de tênis. Neste período, o esporte era conhecido por Mintonette. Com o passar do tempo, foi ganhando o nome popular de volleyball, que acabou se tornando oficial.
Principais fatos após a invenção do voleibol:
-         1900 -  voleibol chega ao Canadá, primeiro país fora dos Estados Unidos
-         1908 - o esporte vai para o continente asiático e começa a ser praticado na China e no Japão
-         1910 - o esporte chega ao Peru, primeiro país da América do Sul a praticar o esporte
-         1942 – morre, aos 72 anos de idade, o criador do voleibol, William George Morgan
-         1947 - fundada na França a FIVB ( Federação Internacional de Voleibol)
-         1949 -  realizado o primeiro campeonato mundial masculino na Tchecoslováquia (foi vencido pela Rússia)
-         1951 – realizado o primeiro campeonato sul-americano de voleibol, na cidade do Rio de Janeiro. O Brasil tornou-se campeão masculino e feminino.
-        1952 – realizado o primeiro campeonato mundial feminino
-    1964 – o esporte passa a fazer parte do programa oficial das olimpiadas, realizadas em Tóquio no Japão.  
Últimos campeões de voleibol:
- A seleção brasileira masculina de voleibol foi campeã do Campeonato Mundial de Vôlei nos anos de 2002, 2006 e 2010. A seleção feminina italiana foi campeã em 2002, enquanto a da Rússia obteve o título em 2006 e 2010.
- As Copas do Mundo de Vôlei de 2003 e 2007 também foram vencidas pela seleção brasileira masculina. 
- Na Copa do Mundo de 2011, a seleção russa sagrou-se campeã. Mesmo com o terceiro lugar, a seleção brasileira de voleibol conquistou uma vaga para os Jogos Olímpicos de Londres em 2012.
- A seleção feminina de vôlei da Itália foi campeã da Copa do Mundo de Vôlei nas últimas duas edições (2007 e 2011).
- Em 2012, nas Olimpíadas de Londres, a seleção masculina de voleibol da Rússia obteve a medalha de ouro, após vencer a seleção brasileira na final. Na categoria feminina, as jogadoras brasileiras jogaram muito bem e conquistaram o ouro para o Brasil, após vencerem a forte equipe dos Estados Unidos.


att,
     Marcelo Leniar

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Dificuldade de aprendizado pode ser algum transtorno do cérebro

Ir mal na escola ou ter dificuldades de aprendizado não significa que uma criança não goste de estudar. A falta de concentração nos estudos pode ter origem dentro do cérebro, na comunicação entre os neurônios.
Essa dificuldade de concentração é um problema catalogado na medicina e tem nome: transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). A boa notícia é que esse transtorno tem tratamento, basta tomar o remédio em dia.

O TDAH foi o tema do Bem Estar desta quinta-feira (2), que teve a participação do psiquiatra Daniel Barros e da pediatra Ana Escobar. Outra convidada foi a fonoaudióloga Adriana Pizzo Gabanini, especialista em dislexia, outro distúrbio neural que causa problemas na hora de ler.
Os dois problemas têm em comum a origem neurológica, um mau funcionamento dos circuitos cerebrais. Além disso, tanto um quanto o outro, se não forem tratadas, podem levar à ansiedade e à depressão.

Porém, os distúrbios têm muitas diferenças. Enquanto o TDAH prejudica de maneira ampla a vida dos portadores, que não conseguem ter foco nas atividades rotineiras, a dislexia é somente um transtorno de aprendizado, em que a pessoa não consegue ligar os sons às letras.
O TDAH pode ser diagnosticado a partir dos três anos e se manifesta de várias maneiras ao longo da infância. A criança não consegue se concentrar em nada, nem mesmo na hora de sentar para assistir a um desenho animado – é diferente de um menino agitado que, quando quer, fecha o foco em uma atividade específica.

Um estudo recente mostrou que o diagnóstico do TDAH ainda precisa ser mais bem feito. De 500 pessoas que tinham recebido diagnóstico de TDAH, apenas 23% preenchiam critérios rigorosos para serem consideradas portadoras. Por outro lado, das crianças que deveriam ter sido diagnosticadas, 58,4% nunca tinham sido identificadas como portadoras do transtorno.
O remédio usado para controlar o TDAH é uma substância chamada metilfenidato. É considerado seguro e eficaz, mesmo nas crianças, mas é de tarja preta -- ou seja, sua venda é controlada. O medicamento deve ser usado continuamente pelo resto da vida; ele controla o transtorno, mas não cura.

Já a dislexia tem uma situação diferente. O diagnóstico costuma vir um pouco mais tarde, quando a criança entra na fase de alfabetização. Ela não tem remédio, mas pode ser eliminada com um treinamento específico. Esse tratamento dura entre dois e cinco anos e consegue ensinar o paciente a relacionar formas e sons da maneira correta, contornando o problema.
Assim como o TDAH, a dislexia também tem um diagnóstico difícil. Nos dois casos, é muito importante descartar problemas visuais, auditivos, lesões cerebrais e doenças psiquiátricas, como a ansiedade, antes de afirmar que a criança tem o transtorno e iniciar o tratamento.

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/05/dificuldade-de-aprendizado-pode-ser-algum-transtorno-do-cerebro.html

Att.

Wendell

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Educação Física...

Galera...
Para que pretende fazer Educação Física, não para aqueles que fazem vestibular e escolhem por "falta de opção" ou algo do gênero, mas aqueles que assim como nós, irão dar uma cara nova a profissão...
Uma boa escolha!
Uma boa prova!
E saiba, você fará a diferença na vida daqueles que passarem por você, não faça de qualquer jeito, dê o teu melhor!

Abraço
Ivna Caroline