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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Diabetes



O assunto que abordaremos hoje é o diabetes, muito sabem da existência dessa patologia, mas não sabem realmente como ela acontece.
Doença provocada pela deficiência de produção e/ou de ação da insulina, que leva a sintomas agudos e a complicações crônicas características. O distúrbio envolve o metabolismo da glicose, das gorduras e das proteínas e tem graves consequências tanto quando surge rapidamente como quando se instala lentamente. Nos dias atuais se constitui em problema de saúde pública pelo número de pessoas que apresentam a doença, principalmente no Brasil.
Apresenta diversas formas clínicas, sendo classificado em:
Diabetes Mellitus tipo I:
Ocasionado pela destruição da célula beta do pâncreas, em geral por decorrência de doença auto-imune, levando a deficiência absoluta de insulina.
Diabetes Mellitus tipo II:
Provocado predominantemente por um estado de resistência à ação da insulina associado a uma relativa deficiência de sua secreção.
Outras formas de Diabetes Mellitus:
Quadro associado a desordens genéticas, infecções, doenças pancreáticas, uso de medicamentos, drogas ou outras doenças endócrinas.
Diabetes Gestacional:
Circunstância na qual a doença é diagnosticada durante a gestação, em paciente sem aumento prévio da glicose.
Como se desenvolve?
Conforme pode ser observado no item acima (formas clínicas), são várias as causas do DM.
No DM tipo I, a causa básica é uma doença auto-imune que lesa irreversivelmente as células pancreáticas produtoras de insulina (células beta). Assim sendo, nos primeiros meses após o início da doença, são detectados no sangue dos pacientes, diversos anticorpos sendo os mais importantes o anticorpo anti-ilhota pancreática, o anticorpo contra enzimas das células beta (anticorpos antidescarboxilase do ácido glutâmico - antiGAD, por exemplo) e anticorpos anti-insulina.
No DM tipo II, ocorrem diversos mecanismos de resistência a ação da insulina, sendo o principal deles a obesidade, que está presente na maioria dos pacientes.
Nos pacientes com outras formas de DM, o que ocorre em geral é uma lesão anatômica do pâncreas, decorrente de diversas agressões tóxicas seja por álcool, drogas, medicamentos ou infecções, entre outras.
O que se sente?
Os sintomas do DM são decorrentes do aumento da glicemia e das complicações crônicas que se desenvolvem a longo prazo. Os sintomas do aumento da glicemia são: sede excessiva, aumento do volume da urina, aumento das micções, surgimento do habito de urinar a noite, fadiga, fraqueza, tonturas, visão borrada, aumento do apetite e perda de peso. Estes sintomas tendem a se agravar progressivamente e podem levar a complicações severas que são a cetoacidose diabética (no DM tipo I) e o coma hiperosmolar (no DM tipo II).
A diabetes é uma doença que atinge cerca de 347 milhões de pessoas, segundo dados da Organização Mundial de Saúde. Se bem controlada, ela não prejudica a qualidade de vida do paciente; porém, se não houver o controle adequado, o diabético pode ter riscos de problemas na visão, nos pés e também nos rins, nervos e coração, como alertaram o endocrinologista Alfredo Halpern e o oftalmologista Emerson Castro.
Como o médico faz o diagnóstico?
O diagnóstico pode ser presumido em pacientes que apresentam os sintomas e sinais clássicos da doença, que são: sede excessiva, aumento do volume e do número de micções (incluindo o surgimento do hábito de acordar a noite para urinar), fome excessiva e emagrecimento. Na medida em que um grande número de pessoas não chega a apresentar esses sintomas, durante um longo período de tempo, e já apresentam a doença, recomenda-se um diagnóstico precoce.
O diagnóstico laboratorial do Diabetes Mellitus é estabelecido pela medida da glicemia no soro ou plasma, após um jejum de 8 a 12 horas. Em decorrência do fato de que uma grande percentagem de pacientes com DM tipo II descobre sua doença muito tardiamente, já com graves complicações crônicas, tem se recomendado o diagnóstico precoce e o rastreamento da doença em várias situações.
Se prevenir é o grande segredo...




 Atenciosamente: Tatiane Perucelli









Profissionais que utilizam muito a voz, os professores têm altos índices de problemas...

Estudos apontam que, dos profissionais que utilizam muito a voz, os professores têm altos índices de problemas vocais e só perdem para os cantores.

Entre as queixas mais comuns dos docentes estão a rouquidão, dor na traqueia, irritação na garganta e falhas na voz, além da total ausência dela. Alguns costumes dos docentes podem comprometer o trato vocal. São eles: falar virado para o quadro (o problema piora quando o quadro é de giz), dar aulas por horas seguidas e ficar sem descanso.

A fonoaudiologia é a especialidade médica que compreende o estudo da fonação e da audição, de seus distúrbios e das suas formas de tratamento. Através dessa especialidade, buscam-se técnicas adequadas para o uso da voz, das quais o professor, com dificuldade de empregá-la correta e continuamente, pode se beneficiar, mesmo que apresente diferentes quadros clínicos.  Seguem  dez dicas para ajudar o professor:
  1. Evitar o hábito do tabagismo e não ficar próximo de quem fuma: pode parecer óbvio, mas, apesar de não fumar, o professor convive com pessoas que fumam e, assim, torna-se fumante passivo, correndo os mesmos riscos. O cigarro paralisa os movimentos da garganta, causando o pigarro e diversas lesões nas pregas vocais.
  2. Evitar abusos vocais, como: gritar, tossir, dentre outros. Tais atividades envolvem também a atenção do professor com o modo de se portar em sala de aula. Substituir gritos por apitos quando precisar da atenção dos alunos, evitar emitir sons onomatopaicos na fala (sussurrar, imitar sons de bichos, carros, etc.).
  3. Manter-se hidratado. Tomar muita água, possibilitando a produção das secreções naturais; evitar o ar condicionado, que resseca as pregas vocais e mucosas nasais.
  4. Evitar anestésicos naturais. É popularmente comum, quando diagnosticada alguma falha vocal ou rouquidão, o incentivo de uso de pastilhas, gengibre, sprays e chás muito quentes. Porém, são cuidados pontuais: a sensibilidade da garganta diminui e, ao passar o efeito, o professor poderá sentir mais dor no local afetado pelo abuso vocal.
  5. Descanse. Noites mal-dormidas e falta de repouso podem inchar as pregas vocais e iniciar problemas mais sérios na voz. Distúrbios como a insônia podem receber tratamento médico especializado.
  6. Evitar o consumo de chocolate, leite e derivados antes de dar aulas. Tais elementos favorecem o aumento de secreção e produzem grande quantidade de muco; consequentemente, causam pigarro constante na fala.
  7. No período pré-menstrual, na menopausa e na gravidez, é comum a mudança na tonalidade e na qualidade vocal, pelo inchaço nas cordas vocais. Todos os hormônios produzidos pelo corpo interferem diretamente na voz.
  8. Tratar de doenças gástricas, como o refluxo. Evitar alimentos como: café, doces, álcool, frituras e hábitos como comer e dormir logo em seguida.
  9. Ingerir frutas como maçã, limão, abacaxi e laranja. Alimentos cítricos são adstringentes, limpam a boca e a garganta. Os sucos dessas frutas também são recomendados.
  10. Utilizar recursos didáticos e introduzir as TICs em sala de aula pode melhorar o comportamento e a compreensão dos alunos, bem como produzir atividades com menor uso e desgaste vocal.
  11. by Felipe Alexandre

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Estudo prova que ronco pode ser eliminado com exercícios de canto

Um estudo realizado na Grã-Bretanha provou que o ronco pode ser reduzido ou mesmo eliminado com exercícios de canto.
Durante três meses, 60 pacientes participantes dos testes clínicos no hospital Royal Devon and Exeter, na cidade de Exeter (sudoeste da Inglaterra) fizeram os exercícios para melhorar a tonificação dos músculos da garganta desenvolvidos por uma professora de canto local, Alise Ojay, especificamente para pessoas que roncam.
“Foi um teste consideravelmente grande, tivemos 60 pessoas com roncos simples e outros 60 com apneia do sono. A metade deles estava nos grupos de controle onde não fizeram nada, enquanto os outros fizeram os exercícios”, explicou Ojay à BBC.
Segundo ela, pacientes que fazem estes exercícios de voz, pronunciando os sons “ung” e “gar” juntos e em tons diferentes conseguiram diminuir e até acabar com o ronco.
A diretora de coral afirmou à BBC que os exercícios precisam ser feitos diariamente, durante três meses, para o paciente conseguir alguma melhora. Estes exercícios diários são realizados durante 12 minutos no primeiro mês e 18 minutos nos meses seguintes.
Academia
Depois de anos de estudo e testes com voluntários que roncavam, os estudiosos descobriram que os exercícios vocais funcionam para as pessoas que sofrem de uma forma simples do problema e aquelas com apneia do sono suave ou moderada.

Existem diferentes causas para o ronco. Mas, de acordo com Ojay, a maioria dos que começam a roncar com o passar do tempo, como parte do processo de envelhecimento, o fazem devido à falta de tônus muscular na garganta.
“Quando se deitam para dormir, os tecidos obstruem a garganta, a respiração é mais turbulenta e forçada. É quando qualquer tecido solto começa a vibrar”, disse a especialista.
“E estes exercícios foram elaborados especificamente para as pessoas que roncam porque os músculos da garganta ficaram flácidos”, acrescentou.
A diretora de coral gravou um CD com os exercícios para tonificar a garganta que, segundo ela, são diferentes do que simplesmente o ato de cantar.
“Trabalho com sons que soam vigorosamente e movimentos fortes e repetitivos no músculo importante para a pessoa que ronca”, afirmou.
Ojay acrescenta que estes exercícios são como ir à academia para trabalhar uma área específica de músculos, de uma forma repetitiva.



att.

Wendell

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Alunos do Cólégio Estadual General Osório recebem Menção Especial no 1° Concurso Latino-Americano para Jovens “Mídias e Educação”

            O Curta-metragem foi desenvolvido pelos alunos do Ensino Médio (2ºC), para uma amostra na feira cultural do colégio que comemorava os 75 anos de existência da instituição. 


             O curta consiste em uma reconstrução do colégio da época da ditadura militar, baseada em relatos de antigos professores, alunos e funcionários. Em seguida realizou-se uma comparação com os dias atuais, reconstruindo mas mesmas cenas, antes e depois. Durante a montagem do vídeo a participação dos alunos foi o destaque da produção, todos se envolveram dando opiniões, desde os mais participativos, até os mais tímidos.



            A oportunidade de apresentar o curta em um evento científico surgiu com o 1° Concurso Latino-Americano para Jovens “Mídias e Educação”, que buscava motivar a criação de produtos midiáticos por e para jovens. Outra preocupação do concurso foi inserir os jovens no debate sobre mídia e educação, aproximando-os de pesquisadores e estudiosos da área.
            O Encontro Jovem de Mídias e Educação teve organização através do Departamento de Pedagogia da UEPG, contando com o apoio da Prefeitura Municipal, do Programa Jornal e Educação “Vamos Ler” (Jornal da Manhã) e parceiros. Nove trabalhos foram apresentados no Concurso, por jovens entre 13 e 17 anos, acompanhados de um professor(a) orientador(a).
         O encontro recebia trabalhos nas categorias: curta-metragem, jornal escolar, blogs e podcast. As apresentações dos trabalhos ocorreram, dia 10 de setembro das 14h às 17h, quando cada grupo inscrito teve 10 minutos para mostrar seus produtos na programação e mais 10 disponíveis para perguntas do público. O Colégio Estadual General Osório – Ponta Grossa – PR, equipe (Emanuely, John, Leandro, Mayre e Michael com orientação de Edilson de Olvieira foi contemplado com o prêmio de Menção Especial na categoria curta-metragem. 
                                                                                              

 


Curta-metragem Premiado



Att. Edilson de Oliveira



Incentivo dos pais é importante para a criança gostar de praticar esportes


Para uma criança crescer com o hábito de praticar atividade física, é importante que ela tenha o incentivo dentro de casa desde pequena. No entanto, hoje em dia, é mais comum que elas tenham acesso a jogos eletrônicos, o que contribui muito para o crescimento do sedentarismo entre os pequenos.
Por isso, o estímulo dos pais pode ser crucial para tirá-los um pouco desse mundo virtual e ajudá-los a criarem um hábito saudável que pode ser levado para o resto da vida, como alertou o médico do esporte Gustavo Magliocca no programa Bem Estar.
Existem tantas opções, como futebol, judô, basquete, vôlei, surfe e balé, que podem ganhar a atenção das crianças. Por isso, os pais devem incentivá-los a experimentar todos até que encontrem o ideal e o que lhes dê maior prazer e vontade de continuar. Porém, no caso do esporte, a abordagem deve ser um pouco mais cuidadosa – se os pais estimulam, por exemplo, a competitividade e criam expectativas em relação ao desempenho dos filhos, isso pode gerar diversos tipos de frustrações para toda a família e fazer com que a criança desista da atividade.
Treinos muito intensos e de longa duração também não são recomendados para os mais novos - estima-se que eles devam praticar cerca de 60 minutos de atividade física moderada por dia, sem excessos.
Para evitar que eles abandonem qualquer ou esporte ou ajudar até mesmo os adultos, a dica do ex-jogador Juliano Belletti é tornar o exercício uma diversão, uma brincadeira, sem cobranças.
Outra maneira de ajudar crianças e adolescentes a despertarem o gosto pelo exercício físico é levá-los aos parques ou locais abertos, onde podem brincar com skate, patins e até mesmo participar de esportes, como recomendou o ex-jogador.
Fora isso, é importante também valorizar e incentivar os acertos das crianças, jamais apontar só os erros que cometem durante o esporte para que elas não se sintam desestimuladas. Por isso, pais e treinadores devem sempre dar um retorno em relação ao desempenho de filhos e alunos, mas sem cobranças, apenas em uma conversa tranquila.
Porém, para esse desafio se tornar mais fácil, os pais precisam também praticar atividade física e não apenas darem o exemplo, mas serem o exemplo. De acordo com o médico do esporte Gustavo Magliocca, quando a pessoa envelhece, ela vai perdendo o interesse pela atividade física.

Dados mostram, por exemplo, que um sedentário pode perder 25% de massa muscular dos 30 aos 60 anos de idade - cerca de 0,8% ao ano. Essa perda aumenta ainda mais depois dos 60 anos, quando ocorre ainda o aumento da gordura corporal, tudo isso por causa da falta da atividade física no dia a dia.
Att
 Caroline Iatczaki da Rosa

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Mais da metade dos brasileiros está acima do peso ideal

Mais da metade dos brasileiros está acima do peso ideal


No Brasil, 51% da população tem excesso de peso. De acordo com o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, esta é a primeria vez que o índice de sobrepeso atinge mais da metade da população brasileira.
O dado é da mais recente pesquisa Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), que foi divulgada nesta terça-feira (27).
graficodietabrasileiraO levantamento corresponde a dados coletados em 2012 por meio de 45 mil entrevistas feitas por telefone com os moradores das capitais brasileiras e do Distrito Federal. A pesquisa Vigitel divulgada no ano passado, baseada em levantamento de 2011, apontava que 48,5% da população tinha excesso de peso. Em 2006, primeiro ano avaliado pela pesquisa, esse índice era de 43%.
O índice de obesidade também cresceu em relação aos anos anteriores. A pesquisa aponta que 17,4% dos brasileiros são obesos, índice que era de 15,8% no ano passado e de 11,4% em 2006. A obesidade é caracterizada por um índice de massa corporal (IMC) acima de 30 kg/m2. Já o excesso de peso é caracterizado por um IMC maior que 25 kg/m2.
“A tendência de crescimento da obesidade mostra que precisamos agir ou chegaremos a patamares como do Chile e EUA”, diz o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Homens x mulheres
Entre os homens, a prevalência de excesso de peso é maior do que nas mulheres: 54,5% deles estão nessa situação. Entre as mulheres, o índice é de 48,1%. Quanto à obesidade, as mulheres têm índice pior: 18,2% delas são obesas, enquanto 16,5% dos homens apresentam o problema.
A escolaridade tem impacto diferente sobre o peso de homens e mulheres: no caso dos homens, o excesso de peso é maior entre os que têm mais escolaridade. Já entre as mulheres, ocorre o contrário: o sobrepeso é maior entre as que têm menos anos de estudo.
Apesar do aumento progressivo da obesidade nos últimos anos, o Brasil ainda tem uma proporção de obesos menor do que Estados Unidos (27,7%), Chile (25,1%), Argentina (20,5%) e Uruguai (19,9%).
Capitais
A capital campeã em excesso de peso foi Campo Grande, com 56% da população nessa situação. São Paulo e Rio de Janeiro têm 52% de pessoas com sobrepeso. As capitais com menos índice de sobrepeso são Palmas e São Luís, que têm 45% da população com o problema.
Alimentação e exercícios
“Temos o desafio de barrar crescimento contínuo do excesso de peso e da obesidade em homens e mulheres”, diz Barbosa. Ele acrescenta que a obesidade pode ser combatida “desde a cantina da escola à lanchonete da empresa” e que os pais não devem permitir que as crianças substituam água por refrigerante.
A pesquisa aponta que o consumo de alimentos saudáveis tende a aumentar quanto maior a escolaridade da população. Frutas e hortaliças estão presentes regularmente no cardápio de 45% daqueles brasileiros que concluíram, no mínimo,12 anos de estudo.
O secretário observa que o indicador mais preocupante é o que revela o consumo excessivo de gordura saturada: mais da metade da população consome leite integral regularmente. Barbosa lembra que o ideal, para adultos, é o consumo de leite desnatado.
Se os homens têm maior proporção de excesso de peso, eles estão melhor do que as mulheres quanto à prática de atividades físicas: 41,5% deles declaram praticarem atividades físicas no tempo livre. Entre elas, só 26,5% fazem exercícios no tempo livre.
Att
Bruna Sansão.

domingo, 8 de setembro de 2013

Esportes que mais gastam calorias

Queimar calorias é sempre um caminho para quem deseja emagrecer. O esporte é aliado da boa alimentação na busca pelo peso ideal. Toda atividade diária esportiva ou não provoca queima de caloriaMas algumas atividades gastam mais do que outras, e a explicação para isso está em três letras: METMET é a abreviação de metabolic equivalente task, ou Equivalente Metabólico da Tarefa. Um número que pode ser de grande ajuda na briga contra a balança.
Para se chegar ao valor do MET foi realizada uma pesquisa sobre consumo de oxigênio que estabeleceu um valor padrão (3,5 ml/kg/min) aplicado a cada atividade. Baseado nisso é atribuído um MET para cada tipo de exercício físico, e ele varia de acordo com a intensidade da prática. 
cálculo  para se chegar ao seu consumo de calorias é simples e a fórmula apresenta um número aproximado de calorias perdidas. Naturalmente, esse não é um resultado exato, já que podemos considerar muitas variáveis, como a intensidade, o clima, as variabilidades corporais, entre outras. Mesmo que não seja tão preciso, é uma maneira de controlar quantas calorias foram gastas.

O resto do cálculo é você quem faz: multiplique o MET da atividade por seu peso (em quilos) e pelo tempo de exercício praticado (em horas).
cálculo MET (Foto: Editoria de Arte / EUATLETA.COM)
Exemplo: Um atleta com peso de 75 kg que se propõe a andar de bicicleta pelo período de 1 hora. O MET para andar de bicicleta de forma intensa é 10,0. Através da formula: 10,0 x 75 x 1 = 750 calorias queimadas.
Na tabela alguns esportes onde se tem um maior gasto calórico de acordo com sua intensidade:





Tabela MET Eu atleta 19/08 (Foto: Reprodução)
Att.: José Edenilson

sábado, 7 de setembro de 2013

Esporte educacional é meio para a formação integral da cidadania

Presença do profissional de educação física na escola ajuda a organizar o esporte educacional para ir além da prática sadia e prazerosa, para ajudar a desenvolver senso crítico, criatividade e competências.

Dentro das escolas, uma das aulas mais queridas da garotada é a de Educação Física. Além de promover um momento de lazer, consciência corporal, socialização etc, aula de educação física ajuda a levar o esporte educacional para dentro da escola. Tiago Aquino, coordenador de Educação Física e Esportes da Green Brook School e autor de livros, conta que “o profissional de educação física deve avançar na elaboração e na organização do esporte educacional, indo além de uma prática prazerosa e sadia, mas relacionando as necessidades e expectativas do aluno frente a uma sociedade crítica, competente e criativa”.

O que é Esporte?
Em 1964, a Unesco divulgou o documento “Manifesto Mundial do Esporte” que conceituou e dividiu o esporte em três grandes áreas, citadas por Paçoca:

- Esporte na escola, esporte escolar, esporte educacional ou esporte-educação: aquele que apresenta possibilidade de fortalecimento e preservação de valores como ética, justiça, solidariedade e fraternidade. O esporte educacional é voltado, fundamentalmente, às crianças e jovens nas escolas de ensino fundamental e médico, com a finalidade de desenvolvê-las física, moral e mentalmente. Está diretamente relacionado à aplicação da educação física como instrumento científico de orientação, controle e desenvolvimento das capacidades e habilidades dos alunos e, na sua ação educacional, é desenvolvido nas escolas, clubes, centros esportivos e comunitários e passou a ser visto como um meio para a formação integral da cidadania.

- Esporte participação, esporte de lazer ou esporte de tempo livre: engloba a participação em atividades tidas como esportivas, com características formais ou informais, pela população em geral e sem o compromisso da competição ou limitada ao aspecto lúdico. Está diretamente relacionado ao uso do tempo livre e aos conceitos de bem-estar físico e psicológico, sendo defendida por várias categorias profissionais como componente importante para a saúde pública. Seu objetivo é a diversão, o relaxamento, a descontração e a interação social e com a natureza, despertando a consciência ecológica.

-Esporte de alto rendimento, esporte de alta competição ou esporte-performance:compreende todas as atividades esportivas fundamentadas na competição sob regras gerais, com o propósito fundamental de buscar a superação, o recorde e a vitória. Exige alto grau de dedicação, o que implica a busca do profissionalismo, contando geralmente os atletas com remuneração direta por contrato com entidades esportivas e/ou formas de patrocínio.

O esporte de alto rendimento é produzido, gerenciado, organizado e desenvolvido por estruturas internacionais e nacionais, hierarquizadas em comitês, confederações, federações e ligas que, juntas, constituem o sistema esportivo de países, regiões, estados e municípios.

Esporte na escola x esporte nos centros esportivos

Paçoca conta que o esporte praticando nos centros esportivos nem sempre inclui todos os alunos, já que é seletivo e organizado na interação do ensino-aprendizagem e resultados adquiridos. “Na lógica da inclusão para todos, ensinar e aprender são inseparáveis. No esporte educacional, os educadores deverão reconhecer a diversidade e a necessidade de cada aluno a fim de realizar uma interferência construtiva, crítica e criativa.”

A educação física como um todo, assim como o esporte educacional, valoriza a prática realizada e Paçoca destaca que é preciso ir além, por meio de uma prática inclusiva e reflexiva que permita novos caminhos e propostas pedagógicas educacionais. “Valorizar somente a prática é minimizar os valores do esporte educacional”, frisa. A presença do profissional de educação física é atrelada a uma organização e sistematização de objetivos e conteúdos para promover a mudança do comportamento humano, diferente do que acontece em praças, parques e outros locais públicos nos quais ele não está.

Foco x esporte educacional

A prática de esporte educacional não se limita à detecção de talentos. Paçoca cita cinco princípios deste tipo de atividade:

- Educação integral: ser meio de aprendizagem equilibrada, além da dimensão física, como desenvolvimento das capacidades psíquica, afetiva e social;

- Rumo à autonomia: compreender a prática esportiva como ação emancipatória para a formação de um cidadão ativo, crítico e criativo;

- Inclusão de todos: criar condições, possibilidades e oportunidades para que as crianças e os jovens tenham acesso à prática esportiva;

- Construção coletiva: elaborar e desenvolver, juntamente com os educandos, os programas pedagógicos para levar em consideração suas necessidades e expectativas;

- Respeito à diversidade: reconhecer e respeitar as diferenças dos alunos em relação à etnia, ao gênero, ao biótipo, além de repertórios e habilidades.

Multi e transdisciplinaridade

O esporte educacional dentro da escola pode ser trabalhado junto de outras disciplinas, acionando a trans e a multidisciplinaridade por meio de projetos educacionais integrativos.

Tiago Aquino conta que a transdisciplinaridade é um enfoque pluralista do conhecimento, que tem como objetivo, por meio da articulação entre inúmeras faces de compreensão do mundo, alcançar a unificação do saber.

“Assim,unem-se as mais variadas disciplinas para que se torne possível um exercício mais amplo da cognição humana.”

As perspectivas para o segmento são positivas e o esporte dentro da escola tem tudo para seguir ensinando e transmitindo valores às crianças sem que elas percebam que estão aprendendo. “Acredito que a ampliação do esporte educacional deverá acontecer por meio de inovadoras e eficientes políticas públicas a fim de democratizar o acesso ao esporte educacional de qualidade”, conclui Paçoca.


att,
    Marcelo Leniar

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Índice de fumantes no Brasil cai 20% em seis anos, diz pesquisa

Boa tarde à todos! Segue matéria interessante sobre dados de fumantes brasileiros, vale a pena ler! 
12% da população adulta fumava em 2012, indica Ministério da Saúde. Porto Alegre é a capital com mais fumantes; Salvador é a que tem menos.
O índice de brasileiros acima de 18 anos que são fumantes caiu 20% entre 2006 e 2012, de acordo com a pesquisa Vigitel, feita pelo Ministério da Saúde. O levantamento, divulgado nesta quarta-feira (28), aponta que 12% da população adulta brasileira fumava em 2012. Em 2006, o índice era de 15%. A meta do governo é que, até 2022, o país chegue a 9%. Se o ritmo de queda se mantiver, a marca deve ser atingida antes do prazo.
Os homens ainda são os que mais fumam – entre eles o índice passou de 19% (2006) para 15% (2012). Para as mulheres, caiu de 12% (2006) para 9% (2012). Esta quinta-feira (29) é o Dia Nacional de Combate ao Fumo.
A pesquisa Vigitel aponta ainda a redução na frequência de fumantes passivos em casa, que passou de 12% para 10% em 2012. Igualmente houve diminuição de fumantes passivos no local de trabalho. O índice passou de 12% para 10%. Outro dado em queda é o de homens que fumam 20 ou mais cigarros por dia – diminuiu de 6% para 5% nos seis anos que a pesquisa abrange.
Capitais
Porto Alegre, com 18%, ainda é a capital com maior incidência de adultos fumantes. É lá, também, que está a maior proporção de pessoas que fumam 20 cigarros ou mais por dia: 7%. A capital com menor índice de adultos fumantes é Salvador, com 6%.
O levantamento da pasta da Saúde sugere ainda que o hábito de fumar é maior entre pessoas com até oito anos de escolaridade (16%). Entre as pessoas mais escolarizadas (12 anos ou mais) o hábito atinge 9%.
O levantamento Vigitel visa medir a prevalência de fatores de risco e proteção para doenças não transmissíveis na população brasileira e subsidiar ações de promoção da saúde e de prevenção de doenças. O levantamento monitorou 45,4 mil adultos residentes em domicílios com telefone fixo em todas as capitais do país.
(Matéria publicada no site G1/ Ciência e Saúde)

Att.

Wendell

domingo, 1 de setembro de 2013

PARABÉNS A TODOS OS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA

          Na vida ter a resposta para uma pergunta é fundamental, “Por que vale a pena?”. Se você faz algo ou quer fazer se pergunte isso, se a resposta for por dinheiro, status, títulos ou se não houver resposta é porque não vale a pena.

          Porque escolhemos fazer Educação Física? Porque buscamos sorrisos, porque buscamos sorrisos de quem realmente importa, porque o suor derramado se converte em respeito, em alegria, em dedicação e humildade. Por que vale a pena? Porque fazemos parte deste grupo seleto de pessoas que correm atrás de um mundo melhor.



PARABÉNS A TODOS NÓS *-*

Att. Edilson de Oliveira