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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

TECNOLOGIAS NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: O VÍDEO GAME E SEUS BENEFÍCIOS

           


  



Os Vídeo games já levaram a culpa por vários problemas, desde a obesidade até a agressividade, mas várias pesquisas revelam que alguns jogos podem, na realidade, fazer bem à sua saúde.

"Pessoal, hoje vamos trabalhar com o videogame", diz o professor Daniel Veras a uma turma de 7.ª série da Escola Estadual Oscar Thompson, em São Paulo. É dia de educação física e o aviso quebra a sonolência da primeira aula da manhã. O tema é atletismo e, em poucos minutos, os alunos disparam perguntas sobre o peso do martelo, a distância viajada pelo dardo e recordes.
Tradicionalmente vistos como "rivais" da escola, jogos digitais vêm se popularizando como uma ferramenta para educadores e aliados das aulas de educação física, ao ajudar alunos a conhecer novos esportes e driblar a falta de recursos para tratar de alguns conteúdos previstos no currículo escolar. Embora com ressalvas, os benefícios são atestados por cientistas. O trabalho encontra respaldo na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que garante aos professores liberdade didática.
Foi pesquisando métodos para aplicar conteúdos como saltos e arremessos do atletismo que o professor Veras decidiu inovar - sem deixar as atividades em quadra e o conteúdo da apostila em segundo plano. "Se na escola a gente não tem como vivenciar um salto em altura, arranjamos um jeito", explica. "Os alunos não tinham noção de como funcionavam algumas modalidades e se empolgaram." A ideia, esclarece ele, era "suprir a necessidade de materiais e espaço" para aplicar o conteúdo previsto na apostila. "O comportamento melhorou e percebi os alunos mais confiantes", afirma. 
No Colégio Maxwell, escola particular da zona norte paulistana, o professor Marcos Neves também tira proveito da familiaridade dos alunos com videogames para trabalhar modalidades que vão do futebol de rua à capoeira. Os benefícios, segundo ele, vão muito além do aprendizado. "Alunos que antes se recusavam a participar das dinâmicas de exercícios físicos, mostraram-se mais sociáveis", observa.


BENEFÍCIOS DO VÍDEO GAME


Visão

Jogos de ação podem ajudar a aguçar a visão e até mesmo curar a ambilopia, conhecida como “olho preguiçoso”. Nesta condição, a visão de um olho é pior que a do outro, e o tratamento é muitas vezes feito com o uso de um tapa-olho. Entretanto, pesquisadores da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, descobriram que uma hora de vídeo game pode melhorar a visão tanto quanto 400 horas do uso de tapa-olhos. Além disso, um estudo da Universidade de Rochester (EUA) descobriu que jogos de tiro em primeira pessoa melhoram a visão ao aumentar a capacidade do cérebro de prestar atenção em vários eventos ao mesmo tempo.


Cérebro

Jogar Tetris, um dos mais antigos e mais populares vídeo games, pode aumentar a eficiência do cérebro. Pesquisadores de Albuquerque (EUA) realizaram os testes com 26 garotas adolescentes que jogaram Tetris durante 30 minutos diários durante três meses. O estudo descobriu que as jogadoras desenvolveram um córtex mais espesso que aquelas que não jogaram. Além disso, as áreas que ficaram mais grossas são aquelas que os cientistas acreditam estar ligadas à coordenação de informações visuais, táteis e auditivas.


Equilíbrio

Pesquisadores da Universidade de Ottawa, no Canadá, testaram o vídeo game Wii em pacientes com doença de Parkinson. Depois de seis semanas de treinamento diário por 30 minutos com o Wii Fit, de exercícios físicos, e 15 minutos de Wii Sports, com esportes, os participantes do estudo melhoraram significativamente o equilíbrio. Os pesquisadores acreditam que treinamentos deste tipo podem ajudar a diminuir o declínio das funções corporais em pacientes com este problema.


Boa Forma

Jogos como “Dance Dance Revolution” e “In The Groove” faziam a alegria de muitos adolescentes em shopping centers e em casa, sobre os tapetes apropriados para a dança. Agora, o Wii Fit permite que os jogadores realizem várias atividades físicas, como surf, boxe e danças sem nem sair de casa. Algumas academias já até integraram os vídeo games para as atividades físicas.


Coordenação Motora

Pesquisas mostram que vídeo games podem aumentar a coordenação motora e a coordenação entre o olho e a mão. Um estudo realizado na Universidade de Iowa (EUA) mostra que jogar três horas semanais de vídeo games ajuda a cirurgiões terem menos erros em procedimentos pouco invasivos. Os jogos também ajudaram os médicos a realizar os procedimentos mais rapidamente.

Resalto a todos que devemos jogar com moderação, para que estes benefícios não se tornem prejuízos a saúde. Os jogos não substituem sozinhos os exercícios físicos, eles se tornaram mais uma opção a ser adotada.

Att. Edilson de Oliveira

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Os cuidados que devemos ter no verão

Os cuidados que devemos ter no verão


O verão é a estação mais esperada do ano, principalmente pelas pessoas que adoram tomar um solzinho, e passar à tarde na praia. Porém mesmo parecendo tão agradável e inofensivo o verão pode lhe trazer sérios problemas se as atitudes necessárias não forem tomadas. Todos sabemos que se um individuo fica muito tempo exposto ao sol, pode haver graves queimaduras, provocando até mesmo o câncer de pele, então é preciso sempre prestar atenção se você está com protetor solar, se o horário é o mais adequado, enfim.
Se desejar se bronzear, procure tomar sol antes das onze horas da manhã, ou depois das quatro horas da tarde, que é o horário aconselhável, para que você não corra o risco de problemas devido aos fortes raios solares.
Fora o fato do sol,  você também precisa cuidar de sua hidratação, que deve ser maior durante o verão. Tome todos os dias dois litros de água no mínimo, fora os alimentos que possuem bastante líquidos, como as frutas, por exemplo. E para um cabelo mais atraente procure lavá-lo todos os dias, para evitar oleosidade, caso você sue muito.

http://situado.net/os-cuidados-que-devemos-ter-no-verao/

Leana Gioia Siqueira

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

10 dicas para se manter em forma no verão...

1) Pratique atividades ao ar livre

Aproveite o tempo bom do verão para realizar mais atividades ao ar livre. Caminhadas, corridas e esportes podem trazer diversão e, ao mesmo tempo, gasto de calorias.

2) Não exagere
"É preciso cuidado para não exagerar na carga e na intensidade dos exercícios para evitar dores musculares e até mesmo lesões", explica a personal trainer Andressa Peters. A dica é realizar alguma atividade por um tempo entre 45 e 60 minutos, de três a quatro vezes por semana.

3) Diversifique

Quanto mais você diversifica os estímulos, mais eficientes são os resultados. A caminhada é simples, prazerosa e pode ser feita em qualquer lugar. Outras opções são: correr, pedalar, nadar, jogar frescobol, vôlei de praia e surfar.

4) Use o corpo a seu favor

Exercícios funcionais – isto é, aqueles que são feitos utilizando o peso do próprio corpo – são um excelente complemento das atividades aeróbicas. Experimente combinar agachamento, flexões de braço e abdominais.

5) Academia no hotel

Atualmente, muitos hotéis oferecem academias em suas dependências. Porém, ao praticar musculação, o ideal é que haja sempre o acompanhamento de um professor. Com essa supervisão, fica fácil corrigir posturas e movimentos incorretos, evitando lesões.

6) Escolha horários com temperaturas amenas

O ideal é procurar se exercitar nos horários de temperatura mais agradável como de manhã (antes das 10h00), final de tarde (após às 16h00) ou à noite.

7) Cuidado com o sol

Abuse de roupas leves, bonés e protetor solar. A dica vale não só para a prática de atividades físicas, mas para todo o verão.

8) Água, muita água

Com a maior exposição ao sol e ao calor, nosso corpo tende a perder mais água. Fazendo exercícios físicos, o quadro piora e aumenta a possibilidade de desidratação. Por isso, capriche e beba ao menos 2 litros de água por dia.

9) Cuide da alimentação

Nas férias, é sempre possível fazer escolhas mais saudáveis. “Se vai à praia, a pessoa pode pedir um camarão ao bafo em vez de um camarão a dorê. O peixe não precisa ser à milanesa, pode ser grelhado”, ensina a nutricionista Ana Carolina Baraldi.

10) Deixe o carro na garagem

Se vai ao mercado fazer uma compra pequena, vá a pé ou de bicicleta. O mesmo vale para outras tarefas do cotidiano. Assim, além de sair da rotina, você aproveita para queimar algumas calorias.

Relaxe! O principal é aproveitar o que o verão tem a oferecer!!!!


BY: FELIPE...

domingo, 2 de dezembro de 2012

Atividade Física X Sedentarismo


"Segundo a Organização Mundial de Saúde, estima-se que nos países desenvolvidos mais de dois milhões de mortes são atribuíveis ao sedentarismo, e que 60 a 80% da população mundial não é suficientemente ativa para obter benefícios na saúde." (OMS, 2002)
Quem é o sedentário?
A maioria das pessoas ainda acham que o sedentário é aquele que não pratica atividades esportivas, mas na verdade, define-se como sedentário a pessoa que gasta poucas calorias por semana com atividades ocupacionais: serviços de casa, ida ao trabalho, etc. Segundo a OMS, o sedentário não consegue gastar o mínimo de 2.200 calorias por semana em atividades físicas.
Alguns fatores impedem a busca por atividade física:
No caso das criança, o mundo atual tem oferecido uma série de opções que facilitam,e  consequentemente agravam a "não procura" por atividade física. São elas: alimentos industrializados, fast-foods, videogames, computadores, e que predispõe também à prevalência da obesidade infantil.
Para os jovens, alguns fatores como: falta de tempo e motivação, apoio insuficiente e falta de orientação dos adultos, sentimentos de vergonha ou incapacidade, falta de locais seguros e atrativos, e a simples ausência de conhecimento das vantagens e benefícios de ser ativo.
Nas mulheres, entre as primeiras cinco barreiras para a prática da atividade física, foram citadas: a) a falta de companhia; b) a falta de interesse (mais comum nas mulheres de 65 a 74 anos); c) a fadiga; d) problemas de saúde; e e) a artrite. Sendo que nas mulheres maiores de 75 anos de idade problemas de saúde e funcionais, como medo às quedas, foram as principais barreiras mencionadas.
As políticas públicas devem promover na população o estímulo à adoção da recomendação atual da atividade física, encorajando os indivíduos de todas as idades.
Recomendações de atividades físicas
Crianças:
Estas precisam brincar, experimentar atividades diferentes e, possivelmente, se apaixonar por alguma, despertar para uma vida mais saudável através das atividades, do esporte, do lazer. Deve ser hábito cotidiano! Segundo Saba (2011), quem foi sedentário na infância e/ou na adolescência costuma trazer para a maturidade heranças da inatividade.
Adolescentes:
Para os adolescentes, a recomendação de atividades físicas é maior que para os adultos, sendo necessário para se ter uma boa saúde que se realize aproximadamente 60 minutos diários de atividade física moderada a vigorosa.
A prática de atividades físicas na adolescência diminui o risco de se ter câncer de mama, fraturas ósseas, hipertensão arterial e altos índices de gordura corporal na fase adulta, sendo que esta melhora também a aptidão cardiorrespiratória e a auto-estima e diminui os níveis de stress do adolescente (HALLAL et al., 2006).
Adultos:
Realizar pelo menos 30 minutos de atividade física moderada por dia, na maior parte dos dias, de forma contínua ou acumulada. Devem ainda realizar atividades que mantenham ou aumentem a força muscular e a resistência (como levantar pesos ou exercícios similares) em pelo menos dois dias da semana.
Disponível em <http://www.educacaofisica.com.br/index.php/blogs-ef/entry/atividade-fisica-x-sedentarismo> 02/12/2012
att Marcela.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Importância da Hidratação para o Verão!


O Verão chegando e a temperatura já começou a subir. Com isso, aumenta a temperatura do corpo. É nesse momento que o corpo elimina o suor, com o objetivo de manter a temperatura adequada do organismo. Com o suor perde-se água e sais minerais que são essenciais para o funcionamento do organismo.
A água faz parte de todos esses mecanismos. Inclusive para respiração, coração, rim e todos os outros orgãos funcionarem. Eliminamos em torno de 2,5l de água por dia pela urina, fezes, respiração e transpiração. Precisamos tomar 8 copos de água por dia, mas será que somente a água hidrata o organismo?
Muitas pessoas perguntam isso no consultório. A água é o único líquido que além de hidratar o organismo, limpa e não possui energia (caloria). O suco hidrata também, é ótimo em vitaminas e minerais, mas possui o açúcar das frutas. Até mesmo o consumo excessivo de sucos e frutas podem levar ao aumento de peso. Os chás ajudam sim na hidratação e quase não tem calorias se for consumido sem açúcar, mas existe o efeito nas ervas. Não devemos tomar mais que 3 xícaras de chá, da mesma erva, por dia, a não ser com orientação e acompanhamento de um profissional da área. Em resumo, podemos sim hidratar o organismo com sucos e chás, mas não podemos esquecer da água. Ela tem que vir em maior quantidade ao longo do dia.
 Os alimentos, principalmente frutas e vegetais tem um papel importantíssimo na hidratação. Lembram que eu comecei dizendo que com o suor perdemos minerais também? Então, nos alimentos hidratamos e nutrimos o nosso organismo. No verão fica muito mais gostoso ingerir saladas. Aproveite isso para melhorar o consumo de vegetais!
E pra quem vai na praia nessa época lembre-se do nosso isotônico natural, a água de côco. Ela é maravilhosa para hidratar e repor sais minerais. Mas cuidado! Quem tem Hipertensão Arterial deve tomar cuidado com a quantidade ingerida. Ela é rica em sais e em excesso, junto com o calor da praia, pode aumentar a pressão arterial.
Muitas pessoas dizem que não tomam água por não sentirem sede. Mas esse é um grande erro. Quando sentimos sede significa que já estamos desidratando e o organismo está mandando um sinal para buscar água. Se você não atender esse sinal o seu corpo aprende a trabalhar com menos água e diminui o seu metabolismo (energia que gastamos para viver). Isso dificulta o funcionamento do organismo e atrapalha quem quer perder peso.
E não pensem que o refrigerante ou suco artificil serão bem vindos na hidratação. Devido aos produtos químicos que possui, não devem ser consumidos com frequência.
Agora é levar a sua garrafinha de água e curtir tudo de bom que o verão nos proporciona!!!

at.
Henrique Franke

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Ong skate solidário

     A ong skate solidario Contribuir para a formação social, educacional e cultural de crianças e adolescentes para que possam atuar com autonomia na transformação de suas realidades, tendo como publico alvo crianças e jovens.
     A idéia de criar a ong  veio amadurecendo desde a primeira Associação de Skate formada na cidade de São Bernardo do Campo em 1987- ASSBC. Depois de alguns anos seus integrantes tomaram rumos diferentes. Só em 2005, que Marcelo Azevedo, antigo praticante do skateboard e membro da antiga Associação, viu que através da força do esporte aliado às atividades sociais poderia socializar crianças e adolescentes . Passou a estudar sobre Ongs e Ocips e deu partida para o grande projeto. O passo seguinte foi encontrar pessoas afins. Em junho 2006 encontrou Gilberto Cóssia, que também fez parte da antiga Associação e assim foi se formando o novo grupo. Em dezembro de 2006, 12 pessoas uniram-se e assim foi possível o registro da Organização Skate Solidário – OSKS, composta por pessoas atuantes em distintas atividades profissionais: empresários de Recursos Humanos, Paisagista, Enfermeiros, Fisioterapeuta, Professores de Educação Física, Pedagogos, atletas da atualidade entre outros parceiros profissionais. Alguns de nossos membros são skatistas a mais de 30 anos, e neste período, participaram e organizaram diversos eventos, dentre eles o primeiro passeio de skate em São Bernardo do Campo, inauguração da Pista Pública do Paço Municipal de São Bernardo do Campo, na segunda e terceira fases, além de promoverem campeonatos. Atualmente realizamos visitas em Creches, Lar Escolas e Escolas para apresentar o esporte e interagir com as comunidades, levando educação, respeito, amor e dignidade em nossas passagens. Contamos com a experiência aliada à juventude e coragem para novamente ampliar este esporte na Região, no Estado e no País.  Tem projetos como casa do skate, skate na escola, arte sobre rodas e na pista certa,
Fonte: http://www.skatesolidario.org.br

Sergio Wynnek Junior 

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Qualidade de Vida – Dicas de alimentação de final de ano



Final de ano é sempre uma correria. Estresse e preocupação na hora de comprar os presentes de Natal e indecisão sobre o que preparar para a ceia. São nestas ocasiões que a saúde fica para trás, sempre com a desculpa da falta de tempo para praticar exercícios e manter a boa alimentação. E se a época do Natal já é complicada diante de tantas tarefas a serem realizadas em tão pouco tempo, imagine se a sua saúde for atingida em plena fase que você precisa de mais energia!
Alguns conselhos simples podem ajudar na programação das suas atividades com antecedência desde o Dia do Natal até a noite de Réveillon. Seguindo algumas dicas você estará mantendo a sua melhor forma, ficará menos estressado e muito mais preparado para um ano novo saudável. Veja como começar:
1 – Aumente o consumo de água! O primeiro sinal de desidratação é a sede. Outros sinais são irritabilidade, cansaço e desânimo.
2 – Consuma a quantidade adequada de frutas (3 a 5 porções por dia). As frutas ajudam na hidratação e são ricas em vitaminas e sais minerais. Geladinhas ajudam a refrescar e são bem aceitas nesta época do ano.
3 – Invista nos sucos. Só tome cuidado para não consumir sucos muito concentrados em frutas, Abacaxi com gengibre é maravilhoso. Couve com laranja é perfeito para dar pique ao raciocínio. Laranja com cenoura é um excelente antioxidante. Abacaxi com hortelã é diurético e refrescante.
4 – Com o calor, na vontade de tomar drinks, você que está preocupado(a) com o peso, consuma água com gás misturada com suco de fruta.
5 – Na hora dos petiscos, aposte em aperitivos frios para não aumentar a sensação de calor.
6 – Tente não abusar de massas e alimentos gordurosos. Nesta época caem como uma bomba e só aumentará o calor, irritação, sono e indisposição.
7 – Na vontade de consumir sobremesas escolha os frozens de iogurte. Experimente!
8 – Em relação as carnes, tente consumi-las frias. Exemplo: salada de músculo desfiado com tomate e cebola ou frango desfiado com melão e um pouco de iogurte ou peixe assado com farofa de frutas secas e maionese de batata (com maionese light em pequena quantidade).
Essas dicas são refrescantes, saudáveis e práticas! Tenha certeza que seu final de ano será muito mais leve e saudável desta maneira!

http://www.servidor.rr.gov.br/index.php/fotos/noticias/94

Wendell Luiz Linhares

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

BRINCADEIRAS DO SUL









Olá galerinha que nos acompanha, montei uma postagem hoje a partir de uma algumas reportagens que encontrei da revista "Nova Escola" sobre algumas brincadeiras típicas do Sul do Brasil. 


Elástico




Brincadeiras do Sul: Elástico. Foto: Danny Yin

Como brincar: O principal acessório é uma tira de elástico grande (de cerca de 3 metros de comprimento), com um nó unindo as duas pontas, e três participantes. Dois ficam em pé, um de frente para o outro e distantes cerca de 2 metros. O elástico deve ficar ao redor das pernas deles, que precisam ficar abertas para segurá-lo esticado. Uma terceira pessoa deve pular dentro do retângulo formado pela tira e fazer desenhos e amarrações com as pernas. A primeira sequência é bem simples: a criança se posiciona ao lado do elástico e deve pular com os dois pés juntos para dentro dele.
Depois, pula novamente abrindo as pernas de modo que um pé caia para cada lado de fora do elástico. No terceiro movimento, ela deve fazer um giro de 180º, deixando as tiras se enrolarem em seus tornozelos. Por fim, deve pular para o lado externo do elástico enquanto gira o corpo para soltar-se da amarração.

O elástico começa rente ao chão, mas à medida que a pessoa consegue fazer os movimentos corretamente, ele vai subindo. Então, quem conseguir pular mais alto ganha o jogo. 

Variações: Os nomes mudam dependendo do movimento que se pede para fazer e da região do país: cebolinha, estrelinha, várias fases, laranjinha, castelinho, bigode, vassourinha, cruzada de Belém etc.


Vivo Morto


Brincadeiras do Sul: vivo morto. Foto: Danny Yin
Como brincar: A criança escolhida para comandar a brincadeira fica de frente para as demais, todas em pé. É ela que vai dizer se os outros participantes devem ficar em posição de vivo (em pé) ou de morto (agachado). Ao gritar "morto", todas as outras crianças devem abaixar imediatamente, e ao falar "vivo", elas devem se levantar. Quem errar sai. Aquele que conduz pode dizer a mesma palavra duas ou mais vezes seguidas e depois mudar repentinamente, para enganar o resto da turma. A última criança vence e assume o lugar do chefe.

Variações: Também é chamado de morto-vivo, duro ou mole e senta-levanta.


 Esconde-esconde

Brincadeiras do Sul: Esconde-esconde. Foto: Danny Yin

Como brincar: Uma pessoa será o pegador, que terá de encontrar os demais participantes escondidos. Para definir quantos segundos ele vai contar para que os outros se escondam, uma criança escolhe um dedo da própria mão e encosta nas costas dele, que terá de adivinhar qual é esse dedo.
Cada vez que o pegador errar o palpite, acrescenta 10 segundos à contagem (que pode ter no máximo 100 segundos, o equivalente aos 10 dedos das mãos). O pegador fica com os olhos cobertos e com o rosto voltado para um muro ou uma árvore contando enquanto os demais participantes da brincadeira se escondem.
Quando chegar ao fim da contagem, ele deve encontrar um a um. Ao vê-los, precisa correr e encostar a mão no ponto de partida e falar "um, dois, três" e o nome da criança encontrada, que passa a ser pegadora. Se a criança escondida bater primeiro, pode continuar se escondendo na próxima rodada.

Coelho Sai da Toca


Brincadeiras do Sul: coelho sai da toca. Foto: Danny Yin

Como brincar: Em trios, duas crianças formam a toca e uma será o coelho. Para fazer a toca, a dupla junta as mãos no ar, formando uma casinha. Quem interpreta o coelho fica agachado entre elas, embaixo dos braços. Essa estrutura se repete com os demais participantes da brincadeira. Uma das crianças fica em pé entre as tocas e deve gritar: "Coelho sai da toca!". Ao fazer isso, os coelhos entocados precisam trocar de casinha. Já a criança que estava no meio deve tentar roubar a toca de alguém. Se conseguir, aquela que ficou sem toca é a que passa a gritar no centro do espaço. Ela também pode falar "Toca troca de lugar!". Nesse caso, são as tocas que devem trocar de coelho. 

Variações: Em alguns lugares a toca é formada por um círculo desenhado com giz no chão ou por um aro ou bambolê. A dinâmica da brincadeira é a mesma, mas não há a possibilidade de a toca trocar de lugar.


Taco


Brincadeiras do Sul: Taco. Foto: Danny Yin

Como brincar: Deve-se formar duas duplas, cada uma composta por um rebatedor, que segura um taco de madeira, e um arremessador. Eles ficam em uma base (um círculo desenhado no chão) e no centro dela encontra-se uma garrafa plástica com um pouco de areia dentro. Quem arremessa deve tentar derrubar a garrafa do time adversário jogando uma bolinha de borracha (ou de tênis) com a mão. Cabe ao rebatedor do outro time defendê-la. Se a garrafa for derrubada, o time que atirou a bola ganha um ponto. Se o rebatedor conseguir defendê-la ou se a bolinha não acertar a garrafa, quem jogou deve correr para pegá-la e voltar à sua base. Enquanto isso, os adversários correm, fazendo um "oito" nas duas bases e, quando se encontram, batem as mãos. Cada volta completa, sem que o arremessador tenha voltado para seu lugar de origem, vale um ponto. O time que completar cinco pontos ou mais primeiro vence a partida. Feito isso, as funções são invertidas: rebatedores vão para o arremesso e arremessadores vão para as rebatidas. 

Variações: Em alguns lugares o nome da brincadeira muda. Em Belém do Pará, por exemplo, o taco é conhecido como casinha, castelo ou tacobol. As regras e os acessórios também variam bastante. Há quem substitua a garrafa de plástico por latas de refrigerante ou por três gravetos, que formam uma cabaninha. Em alguns lugares, pode-se derrubar a base com chutes, além da bolada.


Carrinho de Lomba

                       Brincadeiras do Sul: carrinho de lomba. Foto: Danny Yin


Como brincar: Em Novo Hamburgo, lomba quer dizer ladeira. O carrinho tem esse nome, portanto, por ser feito para brincar nas lombas das ruas. Então é só procurar um declive, sentar em cima do carrinho com os pés apoiados no eixo frontal e descer a ladeira. Se você tiver mais de um brinquedo, pode apostar corridas com os amigos. Para brecar, tem de virar o carrinho de lado ou parar com o pé (sempre calçado, para não se machucar). 

Variações: Em outros locais é chamado de carrinho de rolimã, por ser feito de rodinhas desse material. Algumas pessoas fazem um breque com um terceiro pedaço de cabo de vassoura afixado de forma móvel na lateral. Também há quem acople um pequeno banco para apoiar as costas quando estiver no carrinho.


Receita do Carrinho de Lomba
Ingredientes

  • Pedaços de madeira;
  • Rolimãs (fazem parte das rodas de automóveis e podem ser conseguidos em mecânicas).
Modo de fazer
Providencie uma tábua retangular (com 1 metro de comprimento, 30 centímetros de largura e pelo menos 2 centímetros de espessura). Ela será a base do brinquedo.

Corte as duas pontas de um dos lados menores para formar a parte da frente. Dois pedaços de cabo de vassoura ou de madeira (um com 60 centímetros de comprimento e outro com 80 centímetros) servem de eixos. Afine as pontas dos cabos até que elas encaixem nas rodinhas, que devem ser presas com pregos.
Pregue também o cabo menor na parte de trás, de forma fixa, pelas duas extremidades.
Já na parte dianteira, como o eixo precisa ser móvel, o cabo de vassoura é afixado somente pelo meio, com parafuso, ruela e porca.

É importante que todo o processo seja supervisionado por um adulto.

Histórico: Em Novo Hamburgo, o carrinho de lomba é confeccionado pelo avô de uma das crianças: Olmar Romanini, 80 anos. Ele era marceneiro e construiu o primeiro carrinho todo em madeira - até as rodinhas - para o filho e depois para o neto João Augusto. "Ele me deu o brinquedo quando eu era pequeno e depois fez mais um, com rolimãs, que eu e meus amigos ajustamos e pintamos juntos", diz o menino. Rosane, mãe de João e filha de Olmar, conta que o pai sempre gostou de fazer brinquedos para a família. "Quando era pequena, ganhei uma casa de bonecas construída por ele."

Espero que tenham gostado. Até mais pessoal!

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/brincadeiras-regionais/

Att. Edilson de Oliveira

terça-feira, 27 de novembro de 2012

MPF-GO autoriza licenciado em educação física a atuar em academias Decisão derruba limitação do Conselho Federal de Educação Física. Órgão diferencia atuação de quem fez licenciatura e quem fez bacharelado.

Somente quem faz bacharelado em educação física pode atuar em academias (Foto: G1)


Uma decisão do Ministério Público Federal de Goiás (MPF-GO) derrubou a limitação imposta ao profissionais pelo Conselho Federal de Educação Física (Confef), que limitava a atuação de quem faz licenciatura às escolas e os impedia detrabalhar em clubes e academias. A decisão do MPF vale apenas para o estado de Goiás.

De acordo com o Confef, quem fez o curso de licenciatura deve atuar apenas como professores de educação física nas escolas. Para trabalhar nas academias, clubes e clínicas de reabilitação, por exemplo, é preciso ter feito o curso de bacharelado. Esta área de atuação é especificada na cédula profissional que o conselho emite a todo formando em educação física.

Por resolução do Conselho, a cédula de identidade profissional era emitida com um campo com a inscrição “Atuação Educação Básica”, proibindo o professor da área trabalhar em academias. Além de ampliar o campo de trabalho, as carteiras profissionais não poderão mais constar tal discriminação. Ou seja, o profissional graduado poderá trabalhar nas escolas e academias. Em caso de descumprimento, a Justiça estabeleceu multa diária de R$ 10 mil para cada caso comprovado. O G1 não conseguiu contato com o Confef que está em recesso nesta segunda-feira por causa do feriado no Rio de Janeiro.

A ação do MPF foi motivada por reclamações apresentadas pelo Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte, pelas Faculdades de Educação Física da Universidade Federal de Goiás (UFG) e da Universidade Estadual de Goiás e por estudantes formandos no curso de Educação Física da PUC-GO e da UFG.

Segundo o juiz federal Euler de Almeida Silva Júnior, “a liberdade profissional somente pode ser restringida por meio de lei, e que é inadmissível que haja restrições por meio de resolução ou instruções de conselhos profissionais”, considerou o juiz Federal Euler de Almeida Silva Júnior.

Ação também no Distrito Federal
O tema é motivo de ação também no Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF-DF).
A maioria das instituições de ensino superior oferece os dois cursos (licenciatura plena e graduação plena, antigo bacharelado), em muitas o estudante faz três anos de licenciatura e em mais um ano ou um ano e meio consegue também o título de bacharel. Mas estudantes formados em licenciatura pela Universidade de Brasília (UnB) e pela Universidade Paulista (Unip) reclamaram com o MPF-DF que a determinação do Confef não permitia exercer a prática da profissão fora do ambiente escolar.
O MPF diz que a resolução do Confef só poderia ser tomada mediante aprovação de lei específica pelo Congresso Nacional. Por outro lado, a própria Lei 9.696/98, que regulamenta o exercício da profissão, não separa a atuação da atividade em categorias. Já o Confef afirma que está respaldado pela aprovação por parte do Conselho Nacional de Educação (CNE), das Diretrizes Curriculares Nacionais diferenciadas para os cursos superiores de licenciatura e de graduação (bacharelado) nas áreas acadêmica e profissional de educação física. O MPF alega ainda que a formação nas duas modalidades é bem parecida, e as disciplinas são quase as mesmas.

Segundo o MPF, a investigação deste caso teve como base as reclamações de estudantes formados em educação física pela Universidade de Brasília (UnB) e pela Universidade Paulista (Unip).


Mercado de educação física está aquecido; veja vídeo ao lado


A polêmica é fruto da própria evolução da educação física. Durante décadas, a graduação era exclusiva para formar professores para ensinar educação física para crianças e jovens nas escolas. Não havia academias, estúdios de pilates, não existia a figura do personal trainer, e os trabalhos com reabilitação eram exclusividade dos fisioterapeutas. As faculdades seguiam a resolução 03/87 do Conselho Federal de Educação, atualmente denominado Conselho Nacional de Educação (ainda não existia o Confef, criado apenas em 1998).

Para regulamentar todas estas atividades, o Conselho Nacional de Educação criou em 2002 as regras para o curso de licenciatura, e em 2004 publicou a resolução para a criação do curso de graduação em bacharelado. As instituições de ensino superior teriam três anos para adequarem seus currículos e criar a modalidade bacharelado.

Prazo para adequação
A Unip criou o curso de bacharelado em 2009. A UnB, no entanto, começou somente agora, em 2012, a primeira turma de bacharelado. O site da Faculdade de Educação Física da UnB informa que “o currículo do curso de Licenciatura em Educação Física da UnB está pautado na Resolução 03/87" do Conselho Federal de Educação, atualmente denominado Conselho Nacional de Educação, e que a universidade "encontra-se na fase final de reestruturação do currículo do curso de Licenciatura em Educação Física, tendo em vista atender às Diretrizes Curriculares Nacionais do CNE”.

Alexandre Rezende, diretor da Faculdade de Educação Física da UnB, explica que a universidade fez uma reformulação em todo o curso de licenciatura, que já tinha a nota máxima no Enade, e que todo o processo foi concluído em 2011, ou seja, além do prazo estipulado pelo CNE. “Nosso curso segue a resolução de 1987, que o Confef afirma ter sido substituída pela resolução de 2004”, diz Rezende.

Ele afirma que a universidade vai solicitar ao Confef um termo de ajuste de conduta para que os formados possam obter a habilitação plena, não apenas em licenciatura. “Em último caso vamos apelar ao Conselho Nacional de Educação para que o estudante seja considerado aprovado em todas as habilitações.”

No ano passado, estudantes de educação física invadiram a reitoria da UnB para pressionar a universidade a tomar uma posição junto ao Confef. Alguns estudantes conseguiram na Justiça que a habilitação obtida em licenciatura valesse também para exercer atividades ligadas ao trabalho com atividades físicas fora do ambiente escolar.

Fonte: http://g1.globo.com/educacao/noticia/2012/04/mpf-go-autoriza-licenciado-em-educacao-fisica-atuar-em-academias.html

Att. Luís Miguel Makohin

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Neste jogo não há adversários



No jardim das brincadeiras, não tem essa de derrotar o adversário. Todo mundo se une para ganhar

Fotos: Christian Parente/Produção Rita Paiva
Fotos: Christian Parente/Produção Rita Paiva
Com retalhos de tecidos, tampas de garrafa e canetinhas, você apresenta para a turma um jogo de tabuleiro instigante e interativo. O nome dele? Jardim das Brincadeiras. Inspirada no original alemão Obstgarten, a arte-educadora Cyrce Andrade recriou o jogo que oferece a oportunidade de trabalhar as brincadeiras.

Todos os jogadores - que podem ser os pequenos da Educação Infantil ou das séries iniciais do Ensino Fundamental - têm a função de salvar juntos o jogo-da-velha, o peão, a pipa, a amarelinha etc. O obstáculo é um grande temporal. É preciso reunir à ciranda as crianças que estão fora da roda (tampinhas coloridas) antes da chuva começar a cair. Se as nuvens (peças pretas) taparem o sol antes disso, o jogo termina.

 Mas não pense que tudo é divertimento puro e simples. Há uma série de conceitos escolares que você pode explorar. De cara, os estudantes entendem a importância do trabalho em equipe. "O jogo tem um objetivo e deve ser atingido em conjunto", diz Fernanda Selbmann Sampaio, professora de Educação Corporal da Escola Cooperativa de São Paulo. "Não há rivalidade entre os jogadores e, naturalmente, um acaba torcendo pelo bom desempenho do outro."

Como mais um incentivo para o trabalho em grupo, Cyrce sugere que o jogo seja construído por alunos e professores. "É um excelente momento para trocar ideias, ouvir histórias e cantarolar músicas", reforça. Além disso, torna-se gratificante para quem confecciona descobrir-se capaz de fazer algo que será compartilhado com os colegas.
Material necessário
Fotos: Christian Parente/Produção Rita Paiva
- Pedaço quadrado de linho ou algodão na cor verde medindo 60 centímetros de lado
- Retalho de feltro amarelo
- Retalhos de tecido de algodão nas cores marrom e branca ou cru
- Retalho de tecido de algodão na cor azul
- 4 pedaços de tecido de algodão de poliéster xadrez nas cores amarelo, laranja, vermelho, e azul e 1 multicor
- Tesoura simples e de picote
- Cola branca e para tecido
- Pincel redondo nº 3
- Caneta para tecido preta
- Canetas hidrográficas de várias cores
- Retalhos de papel de 180 ou 240 gramas nas cores preto, azul, amarelo, laranja e vermelho
- Tampas de garrafa
- Pedaço de cartolina branca medindo 24 centímetros de comprimento por 18 centímetros de largura
- Molde do dado (folha de moldes) 
Como fazer
Fotos: Christian Parente/Produção Rita Paiva
1 PREPARAÇÃO DO TABULEIRO 
Com a tesoura de picote, corte as laterais do tecido verde apenas o suficiente para dar um acabamento dentado.


Fotos: Christian Parente/Produção Rita Paiva
2 RECORTES DE TECIDOS 
Corte: um círculo de 12 centímetros de diâmetro de feltro amarelo, 15 tiras finas de 8 centímetros de comprimento de feltro amarelo, 30 círculos de 3 centímetros de diâmetro de algodão branco ou cru e 10 de algodão marrom com essa mesma medida, 24 retângulos de 6 centímetros de largura por 4,5 centímetros de comprimento de algodão branco ou cru, 10 triângulos eqüiláteros de 3 centímetros de lado de tecido xadrez azul, 30 triângulos eqüiláteros de 4 centímetros de lado de tecido xadrez amarelo, laranja e vermelho (10 de cada cor) e 10 retângulos de 3 centímetros de largura por 2 centímetros de comprimento de algodão azul. Dobre cada um desses retângulos azuis ao meio e corte como se fosse um bandeirinha junina.


Fotos: Christian Parente/Produção Rita Paiva
3 O SOL NO CENTRO 
No centro do tecido verde, cole o círculo de feltro. Desenhe a cara do Sol e depois cole as tiras amarelas ao seu redor para representar os raios solares.



Fotos: Christian Parente/Produção Rita Paiva
4 CIRANDA DE CRIANÇAS 
Conte um palmo a partir dos raios do Sol por todo o tecido. Nesse local, será montada a ciranda de crianças. Primeiro, cole as cabeças uma ao lado da outra, que são os círculos de algodão brancos e marrons. Depois, fixe os triângulos, que são as roupas, debaixo das cabeças. Os triângulos maiores representam os vestidos das meninas, os azuis menores são as camisetas dos garotos e as bandeirinhas são os shorts. Com a caneta preta, desenhe os braços, as pernas, os cabelos e as feições.


Fotos: Christian Parente/Produção Rita Paiva
5 DESENHO DAS BRINCADEIRAS 
Nos retângulos de algodão, desenhe brinquedos e brincadeiras. Peça ajuda para seus alunos. Esse é um bom momento para a criançada representar o que é, de fato, significativo para elas. Não adianta colocar a amarelinha, por exemplo, se eles não a conhecem. Cole os desenhos entre a ciranda e o Sol.


Fotos: Christian Parente/Produção Rita Paiva
6 PEÇAS COLORIDAS 
Recorte 10 círculos de 1,5 centímetro de diâmetro de cada uma das cores dos retalhos de papéis. Cole-os nas tampinhas de garrafa.


Fotos: Christian Parente/Produção Rita Paiva
7 O DADO 
Pegue novamente os tecidos estampados e corte quadrados de 5,5 centímetros de lado. Um de cada cor. Copie o molde do dado na cartolina branca. Cole um pedaço de tecido xadrez em cima de cada quadrado. Sobram dois. Pinte um de preto e, no outro, cole o multicor, que servirá como uma espécie de curinga. Dobre e una as bordas com cola branca.
Regras do jogo
Fotos: Christian Parente/Produção Rita Paiva
O jogo é disputado por duas ou mais crianças. A partida começa com os desenhos das 12 brincadeiras cobertos com os retângulos de algodão e com as tampinhas coloridas espalhadas em volta do tabuleiro. Os próprios participantes estabelecem quem inicia e qual ordem seguir: horário ou anti-horário.

Antes de o primeiro jogar o dado, é importante contar a história que envolve esse passatempo. As crianças (de mãos dadas no tabuleiro) estão radiantes com as brincadeiras que estão no jardim, mas o divertimento é ameaçado pelo temporal (peças pretas) que está se armando bem em cima de suas cabeças. É preciso que cada uma receba um colega (peças azuis, laranjas, amarelas e vermelhas) para que juntos salvem as brincadeiras antes que a chuva estrague tudo.

Depois da contextualização, inicia-se a partida. Um aluno joga o dado e se, por exemplo, o amarelo for sorteado, ele pega a tampa amarela e coloca na criança de mesma cor. Os outros repetem o movimento. Quando o dado cai do lado preto, o jogador pega a peça preta e põe em cima do Sol. Se cai onde estão todas as cores, ele escolhe qualquer peça colorida e coloca na figura correspondente.

Os movimentos prosseguem até que dez crianças seguidas sejam cobertas. Quando isso acontece, as três brincadeiras desenhadas bem em frente a elas são descobertas e salvas. O jogo acaba quando terminam as pretas antes das coloridas, o que significa que a chuva começou e não há mais brincadeiras. Ou quando acabam as peças coloridas antes que as pretas cubram o Sol. Isso significa que as crianças conseguiram salvar todas as brincadeiras.

Para complicar um pouco o jogo e torná-lo mais emocionante, basta diminuir o número de peças pretas.

Att. Ivna Daniel

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/4-a-6-anos/neste-jogo-nao-ha-adversarios-423024.shtml