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segunda-feira, 12 de maio de 2014

Falta de exercício é o maior fator de risco para doenças cardíacas em mulheres acima de 30 anos

Pesquisa foi feita por cientistas com mais de 30 mil mulheres da Austrália nascidas nas décadas de 20, 40 e 70.

Pesquisa foi feita por cientistas com mais de 30 mil mulheres da Austrália nascidas nas décadas de 20, 40 e 70 (Foto: PA)Pesquisa foi feita por cientistas com mais de 30 mil mulheres da Austrália nascidas nas décadas de 20, 40 e 70 (Foto: PA)













A falta de exercício é o maior fator de risco para o aparecimento de doenças cardíacas em mulheres acima de 30 anos, revelou um novo estudo. A pesquisa foi feita por cientistas da Universidade de Queensland, na Austrália, com mais de 30 mil mulheres do país nascidas nas décadas de 20, 40 e 70.
Eles constataram que o tabagismo teve o maior impacto sobre o risco de doenças cardíacas em mulheres abaixo de 30 anos. No entanto, à medida em que elas ficavam mais velhas e abandonavam o cigarro, a falta de atividade física passou a ter influência dominante sobre o aparecimento de problemas ligados ao coração.
Segundo os cientistas, as autoridades de saúde devem continuar encorajando as pessoas a deixaram de fumar, porém deveriam também se concentrar em promover a prática da atividade física. "Precisamos de um maior empenho das autoridades no sentido de manter as mulheres de meia-idade ativas para que elas possam chegar à velhice mais saudáveis e praticando exercícios físicos", disse à BBC Wendy Brown, professora do centro para a pesquisa sobre o exercício, atividade física e saúde da Universidade de Queensland.

Brown sugere às mulheres fazer exercícios diários de pelo menos 30 minutos para reduzir os riscos de problemas cardíacos. "Garanto que qualquer mulher que faça pelo menos 30 minutos de exercício físico por dia vai sentir grandes melhorias em sua saúde", diz Brown. "Só a prática de atividade física reduz em 50% o risco de doenças cardíacas", acrescenta ela.
Os pesquisadores afirmam ainda que se todos as mulheres acima de 30 anos na Austrália seguissem as diretrizes recomendadas de exercício físico, cerca de 3 mil vidas poderiam ser salvas por ano no país.
Brasil
Dados recentes do Ministério da Saúde apontam um aumento no número de brasileiros que incorporam os exercícios físicos à rotina.
Entre 2009 e 2013, segundo a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), cresceu de 30,3% para 33,8% a proporção de pessoas que realizam atividade física no período de lazer.
Os homens são os mais ativos: 41,2% praticam exercícios no tempo livre, enquanto que, em 2009, o índice era de 39,7%. Entretanto, o aumento da prática de exercícios entre as mulheres foi maior, passando de 22,2% para 27,4% no mesmo período. Ainda assim, mais da metade da população - 50,8% - está acima do peso ideal - destes, 17,5% são considerados obesos.
A pesquisa Vigitel ouviu cerca de 23 mil brasileiros maiores de 18 anos que vivem nas 26 capitais do país e no Distrito Federal.

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/05/pesquisa-mostra-potencial-de-sistema-imunologico-para-combater-cancer.html

Att

Bruna Sansão

Médicos explicam o que pode causar sede e os benefícios de beber água

Todo mundo sabe que beber água é fundamental e faz muito bem à saúde. Mas tem gente que sente sede a todo momento e não consegue ficar sem uma garrafinha por perto. No programa Bem Estar, os endocrinologistas Alfredo Halpern e Luiz Turatti explicaram que sede demais pode ser sinal de algum problema e, por isso, é preciso prestar atenção e, se for o caso, procurar um médico para investigar.

Segundo os especialistas, a sede é um sinal que o corpo dá quando precisa de reposição de água. Isso pode acontecer após a atividade física, após comer algo doce ou salgado, após um episódio de diarreia, vômito ou suor excessivo ou ainda por causa de medicamentos diuréticos, por exemplo.

Quem tem diabetes também pode sentir sede em excesso principalmente quando a doença está descontrolada e o açúcar no sangue aumenta, como alertou o endocrinologista Alfredo Halpern. Outro efeito da doença é o ressecamento da pele, como mostrou a reportagem da Renata Cafardo.
Pode acontecer ainda a sede por causa da ressaca - a intoxicação por bebida alcoólica inibe a produção do hormônio antidiurético (ADH), aumentando a quantidade de urina e levando a uma desidratação. Por isso, muita gente costuma acordar com muita vontade de beber água, para compensar essa desidratação que o corpo sofre. Os médicos explicaram ainda que a água traz diversos benefícios para a saúde - ela pode, por exemplo, ajudar a emagrecer, evitar pedra nos rins e diminuir o inchaço do corpo.
Arte Hidratação Bem Estar (Foto: Arte/G1)

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/05/medicos-explicam-o-que-pode-causar-sede-e-os-beneficios-de-beber-agua.html

Att
Caroline Itczaki da Rosa

domingo, 11 de maio de 2014

Tênis em cadeiras de rodas


DESAFIAR OS LIMITES impostos pelo destino e encontrar no esporte uma oportunidade de resgate da auto-estima e da alegria de viver. Estes são os objetivos da maioria dos praticantes do tênis em cadeira de rodas, a modalidade esportiva para deficientes físicos que mais cresce no mundo. 

O Tênis em Cadeira de Rodas surgiu no ano de 1976, nos Estados Unidos. Em janeiro daquele ano, o americano Brad Parks, atleta de esqui acrobático, sofreu um acidente durante um salto de aquecimento e foi diagnosticado com lesão medular.
Durante a reabilitação, Parks ouviu falar de Jeff Minnenbraker, um atleta de Los Angeles que estava experimentando jogar Tênis na cadeira de rodas, deixando a bola quicar duas vezes na quadra. Meses depois, os dois se encontraram e começaram a discutir a possibilidade de pessoas com deficiência começarem a praticar o esporte.

Em 1977, Parks fez sua própria cadeira personalizada e começou a promover o Tênis em Cadeira de Rodas em exibições com Minnenbraker. Três anos depois, já existiam mais de 300 tenistas cadeirantes em território americano, e era criada a primeira entidade reguladora do esporte, em parceria com a Federação Americana de Tênis (USTA, em inglês).
O novo esporte chegou a Europa e Ásia nos anos seguintes, e em 1988 o Tênis em Cadeira de Rodas foi disputado como esporte de exibição nos Jogos Paralímpicos de Seul, na Coreia do Sul. No mesmo ano, fundou-se a Federação Internacional de Tênis em Cadeira de Rodas (IWTF, em inglês).

A entrada em definitivo no programa paralímpico aconteceu em 1992, em Barcelona. Além da disputa nos Jogos, o Tênis em Cadeira de Rodas possui um circuito mundial, com mais de 100 torneios e rankings mundiais masculinos e femininos de simples e duplas, sob a chancela da Federação Internacional de Tênis (ITF, em inglês), hoje responsável pelo esporte.

No Brasil, o esporte começou a ser praticado em 1985 e o número de praticantes, cerca de 250, ainda é inexpressivo se comparado à população que possui algum tipo de deficiência física, pois, segundo o Censo de 2000, cerca de 24,5 milhões de pessoas possuem alguma deficiência. Apesar de contar com poucos praticantes, o tênis em cadeira de rodas é encarado de forma séria por muitos tenistas e o País conta com um ranking nacional e um circuito anual.

A superação do trauma de um acidente ou de limitações de movimentos decorrentes de doenças são as principais dificuldades encontradas por quem deseja começar a praticar o tênis. Uma vez superadas, essas barreiras se transformam no combustível que guia a vida dos deficientes. ”O esporte é fundamental para um deficiente administrar sua vida de forma natural. Além disso, ele é uma ferramenta muito poderosa, capaz de tirar a vergonha e o preconceito do cadeirante com ele mesmo”, revela Maurício Pommê, tenista que integrou a delegação do Brasil nas Pára-Olimpíadas de Atenas em 2004 e disputou a primeira divisão do Mundial na Suécia. 

A classificação funcional do Tênis em Cadeira de Rodas é menos complexa que a de esportes como a Natação. Os participantes são divididos por sua habilidade - assim, pessoas com quadro de amputações e lesão medular podem competir umas com as outras.
As semelhanças com o esporte convencional são muitas, mas existe a chamada regra dos dois quiques, que determina que o atleta cadeirante precisa mandar a bola para o outro lado antes que ela toque no chão pela terceira vez. Não há diferença em relação às raquetes e bolas. As cadeiras utilizadas também são esportivas, com rodas adaptadas para um melhor equilíbrio e mobilidade. E, como no esporte tradicional, outros empecilhos para a prática do tênis em cadeira de rodas são os altos custos e a falta de patrocínio. O preço das cadeiras é, em média, R$ 2 mil e o interesse das empresas em apoiá-lo é pequeno. 



Comentário

O tênis em si é uma atividade bem completa, que trabalha a força, capacidade de explosão e agilidade. O esporte também proporciona um alto gasto energético, além de melhorar o condicionamento físico, a flexibilidade e a coordenação motora. A liberação de endorfina também é muito grande pois consideravelmente é um esporte muito emocionante, se caracterizando dessa forma, uma poderosa ferramenta motivacional na fase de pós-reabilitação do indivíduo que tenha vindo a sofrer limitações motoras consecutivas de uma doença ou acidente.
O tênis sobre rodas, tem condições de se tornar uma potência na modalidade, mas faltam centros de ensino e divulgação, pois poucos enxergam essa rica característica nele sendo  ainda e infelizmente, um esporte adaptado pouco apoiado no Brasil.


Disponível em : http://www.rio2016.com/os-jogos/paralimpicos/esportes/tenis-em-cadeira-de-rodas

Att. Caroline Matias


Obs: Um parabéns especial para todas as MÃES... Um excelente e feliz dia!!!

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Chess-Boxing (Xadrez com Boxe)


                 Com rounds intercalados dos dois esportes, nos quais valem as regras normais de cada um. Os atletas são divididos em categorias conforme o peso, e a partida, que pode durar até 39 minutos, rola toda em um ringue. A modalidade foi inspirada por uma HQ do artista francês Enki Bilal publicada em 1992. Mas somente em 2003 ela saiu do papel e teve sua primeira competição realizada. Hoje, o esporte já é praticado oficialmente em 11 países, e tem dezenas de clubes espalhados pelo mundo. Com a popularização nos últimos anos,enxadristas de nível internacional têm aderido ao esporte e já conquistaram títulos europeus.
           É um esporte que reúne o intelectual com socos. Pois é, o chess-boxing, ou o Boxadrez, no popular português, é a modalidade que uniu o intelectual com a pancadaria. O esporte, inclusive, é tão sério, que existe campeonatos mundiais realizados pela Organização Mundial de Chess-Boxing.

                   O campeonato de Chess-Boxing é composto por 11 rodadas, 6 rounds de xadrez e 5 rounds de boxe. Uma rodada de xadrez leva 4 minutos, enquanto uma rodada de boxe leva 3 minutos. Entre uma rodada e outra há uma pausa para o descanso de um minuto. Este tempo na realidade serve para colocar ou tirar as luvas de boxe dos participantes.

O campeonato é decidido, quando:

1) Nas rodadas de xadrez: Houver xeque-mate ou exceder o limite de tempo ou tarefa que tem duração de 12 minutos.

2) Nas rodadas de boxe: Quando houver um nocaute ou então uma interrupção pelo árbitro do jogo.

Opinião
Achei fantástico esse esporte, pois além de se usar o lado intelectual, o lado da força muscular também entra em jogo. Além de pensar em uma estratégia para se ganhar no xadrez, os participantes tem que achar um modo de vencer o oponente no ringue.

Informações em:
http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-se-joga-boxe-xadrez
http://www.travinha.com.br/esportes-estranhos/67-chess-boxing/104-chess-boxing-o-esporte

Att. Ana Ellen Soares Kochinski

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Curiosidade sobre a Copa: Jogadores que Atuam no Brasil

Ontem foram definidos os 23 jogadores que representarão a nossa seleção na copa do mundo, entre eles apenas quatro atuam em clubes brasileiros: Jefferson (goleiro – Botafogo), Victor (goleiro – Grêmio), Jô (atacante – Atlético MG) e Fred (atacante do Fluminense).

Comparando com as primeiras copas do mundo, onde a seleção era composta por 100% de atletas que atuavam em clubes brasileiros, na copa de 2014, 82,6% dos jogadores convocados atuam fora do país.

Na copa de 1958 realizada na Suécia, onde o Brasil foi Campeão Mundial pela primeira vez, todos os jogadores do elenco brasileiro atuavam no Brasil, sendo eles:
Goleiros: Gilmar – Corinthians e Castilho – Fluminense.
Zagueiros: Bellini – Vasco, Orlando – Vasco e Mauro – São Paulo.
Laterais: Djalma Santos – Portuguesa, Nílton Santos – Botafogo, Oreco – Corinthians e De Sordi – São Paulo.
Volantes: Zito – Santos e Dino Sani – São Paulo
Meias: Didi – Botafogo, Zagallo – Botafogo, Pelé – Santos e Moacir - Flamengo
Atacantes: Garrincha – Botafogo, Vavá – Vasco, Zózimo – Bangu, Pepe – Santos, Mazzola – Palmeiras, Joel – Flamengo e Dida – Flamengo.



A Seleção Bi-campeã Mundial em 1962 no Chile também contava com uma equipe composta apenas por jogadores que jogavam no Brasil.
Goleiros: Gilmar – Santos e Castilho – Fluminense.
Zagueiros: Zózimo – Bangu, Mauro – Santos, Jurandir – São Paulo, Bellini – São Paulo e Altair – Fluminense.
Laterais: Nílton Santos – Botafogo, Djalma Santos – Palmeiras e Jair Marinho – Portuguesa.
Volantes: Vito – Santos e Zequinha – Palmeiras.
Meias: Didi – Botafogo, Zagallo – Botafogo, Pelé – Santos e Mangálvio - Santos
Atacantes: Garrincha – Botafogo, Amarildo – Botafogo, Vavá – Palmeiras, Pepe – Santos, Jair de Costa – Portuguesa e Coutinho – Santos.

Esse fato também se repetiu na Seleção Tri-campeã em 1970 no México.
Goleiros: Félix – Fluminense, Leão – Palmeiras e Ado – Corinthians.
Zagueiros: Piazza – Cruzeiro, Brito – Flamengo, Zé Maria – Portuguesa, Joel Camargo – Santos, Fontana – Cruzeiro e Baldocchi – Palmeiras.
Laterais: Everaldo – Grêmio, Carlos Alberto – Santos e Marco Antônio – Fluminense
Volante: Clodoaldo – Santos
Meias: Gérson – São Paulo, Rivellino – Corinthians e Pelé – Santos.
Atacantes: Tostão – Cruzeiro, Jairzinho – Botafogo, Roberto Miranda – Botafogo, Paulo César Cajú – Botafogo, Edu – Santos e Dadá Maravilha – Atlético MG.

No ano de 1982 na Espanha, o meia Dirceu do Atlético de Madrid (Espanha) e o Volante Falcão do Roma (Itália) foram os dois primeiros jogadores Brasileiros que atuavam fora do país, convocados para uma Copa do Mundo.

Dirceu
Falcão




















No México em 1986, na Copa que ficou famosa pela “La mano de Díos” onde Maradona fez o famoso gol de mão e a Argentina ficou com o título, a seleção brasileira também contava com dois jogadores que atuavam em outro país: Edinho, zagueiro da Udinese e Junior, meia do Torino, ambos times Italianos.

Já no ano de 1990, a seleção na sua maioria contava com jogadores que atuavam fora do Brasil, 12 no total.

No ano do Tetra em 1994 nos Estados Unidos, a seleção tinha 11 jogadores que atuavam no país: o volante Mazinho e o meia Zinho do palmeiras, o lateral Branco do Fluminense, o goleiro Zetti, o atacante Müller e os laterais Leonardo e Cafú do São Paulo, o goleiro Gilmar do Flamengo, atacante Viola do Corinthians, atacante Ronaldo do Cruzeiro e Ricardo Roxa zagueiro do Vasco.

Esse número diminuiu para apenas nove jogadores no ano de 1998 na França.

Na Copa do Mundo da Coréia e Japão de 2002, onde o Brasil foi Penta Campeão Mundial, o número de jogadores convocados que atuavam no país aumentou para treze (para a alegria de Zagallo), sendo eles:
Goleiros: Marcos – Palmeiras, Rogério Ceni – São Paulo e Dida – Corinthians
Zagueiro: Ânderson Polga – Grêmio.
Lateral: Belleti – São Paulo
Volantes: Gilberto Silva – Atlético MG e Vampeta  - Corinthians
Meias: Kléberson - Atlético PR, Ricardinho – Corinthians, Kaká – São Paulo e Juninho Paulista – Flamengo.
Atacantes: Luizão – Grêmio e Edílson – Cruzeiro.


Em 2006 o Brasil contou apenas com o meia Ricardinho do Corinthians, o goleiro Rogério Ceni e o volante Mineiro, ambos do São Paulo.

E por fim, em 2010 a seleção contava com o lateral Gilberto do Cruzeiro, os meias Kleberson  do Flamengo, Sandro do Internacional e Ganso do Santos e os atacantes Diego Tardelli do Atlético-MG e Robinho do Santos.

Att: Aline Melnyk


quarta-feira, 7 de maio de 2014

Copa do Mundo 2014 - Alemanha divulga pré-lista com 30 nomes para a Copa do Mundo

Olá galera!!
Enquanto o clima de Copa do Mundo toma conta do nosso cotidiano, as seleções que virão ao Brasil disputar o mundial finalizam suas preparações e assim, definem seus selecionáveis.
Entre as seleções  consideradas favoritas para ganhar a Copa-14, a Alemanha apresenta um "tempero" a mais que se chama Klose. 
O alemão tem 14 gols em Copas do Mundo, contra 15 do brasileiro Ronaldo fenômeno. Outra curiosidade é que Ronaldo chegou ao 15 gol em 2006 na Copa em que a Alemanha foi sede, agora é a vez de Klose que vai tentar devolver a "gentileza".
Segue matéria:


Goleiro Ter Stegen e atacante Mario Gomez são as grandes ausências da lista de Joachim Löw, que conta com Klose. O atacante poderá quebrar recorde de Ronaldo


A carreira do atacante Klose
Klose está um gol atrás de Ronaldo Fenômeno na artilharia geral da Copa O técnico da Alemanha, Joachim Löw, divulgou a lista dos 30 pré-convocados para a Copa do Mundo. Entre as surpresas estão as ausências do goleiro Ter Stegen, recentemente contratado pelo Barcelona, e do atacante Mario Gomez, da Fiorentina.
Quem está na lista é Klose, da Lazio. O atacante terá no Brasil a chance de quebrar o recorde de Ronaldo e se tornar o maior artilheiro da Copa do Mundo em todos os tempos. O alemão tem 14 gols, uma menos que o brasileiro.

Surpreendente também são as presença do zagueiro Mustafi, da Sampdoria, e do atacante Volland, do Hoffenheim. Para este último, inclusive, foi a primeira convocação.
Mustafi tem 22 anos. Revelado pelo Hamburgo, teve passagem pelo Everton antes de chegar ao clube italiano. Esta é sua segunda convocação, porém Mustafi sequer entrou em campo no amistoso contra o Chile disputado em 5 de março.
Já Volland tem 21 anos e foi revelado pelo Munique 1860 em 2010. O jogador foi para o Hoffenheim em 2012. Nesta temporada, em 36 jogos pela equipe, marcou 11 gols.
O volante Khedira, do Real Madrid, que sofreu uma grave lesão no joelho direito em novembro do ano passado, está entre os relacionados. A Alemanha inicia sua preparação no próximo dia 21 de maio e o embarque para o Brasil ocorrerá em 7 de junho.
A seleção alemã está no Grupo G da Copa do Mundo, e fará a sua estreia no dia 16 de junho, contra Portugal, em Salvador.

Reveja: Na cola de Ronaldo, Klose busca artilharia das Copas



A lista de convocados:
Goleiros: Neuer (Bayern de Munique), Weidenfeller (Borussia Dortmund) e Zieler (Hannover)
Defensores: Boateng (Bayern de Munique), Durm (Borussia Dortmund), GrossKreutz (Borussia Dortmund), Höwedes (Schalke), Hummels (Borussia Dortmund), Jansen (Hamburgo), Lahm (Bayern de Munique), Mertesacker (Arsenal/ING), Mustafi (Sampdoria/ITA) e Schmelzer (Borussia Dortmund).
Meio-campo: Bender (Bayer Leverkusen), Draxler (Schalke), Ginter (Freiburg), Goretzka (Schalke), Götze (Bayern de Munique), Hahn (Augsburg), Khedira (Real Madrid/ESP), Kroos (Bayern de Munique), Meyer (Schalke), Thomas Müller (Bayern de Munique), Özil (Arsenal/ING), Reus (Borussia Dortmund) e Schweinsteiger (Bayern de Munique).
Atacantes: Schürrle (Chelsea/ING), Podolski (Arsenal/ING), Klose (Lazio/ITA) e Volland (Hoffenheim).

sexta-feira, 2 de maio de 2014

'As Paralimpíadas foram uma grande 



experiência de vida', diz técnico inglês

Keith Mayer, treinador que comandou a vitoriosa campanha da seleção inglesa nos jogos escolares de 2013, destaca o aspecto social e formador da competição


Oliver Nugent, da seleção inglesa de Futebol de 7 (Foto: Marcelo Régua/CPB/MPIX/Divulgação)Oliver Nugent, da seleção inglesa de Futebol de 7 (Foto: Marcelo Régua/CPB/MPIX/Divulgação)
Diferentemente do futebol profissional onde, apesar de ter um título mundial e se proclamar inventora do esporte, a Inglaterra é mais lembrada pelos seus fracassos do que por suas conquistas, a seleção inglesa de Futebol de 7 (com jogadores que têm paralisia cerebral) fez bonito nas Paralimpíadas Escolares. Mas de acordo com Keith Mayer, técnico da equipe, os britânicos deixam o Brasil com muito mais do que a medalha de ouro no peito: presenciaram uma nova forma de encarar a vida. 

- O que fizemos fora do campo é muito mais importante do que o que fizemos dentro do campo. Aprendemos com a alegria dos brasileiros, as músicas, o aspecto cultural. Vimos pessoas com deficiências diferentes. Foi uma lição de vida o que nós vimos aqui... pessoas com muita dificuldade, com grandes deficiências, e mesmo assim alegres. Foi tocante ver esses atletas Tudo o que eu fiz nesses 32 anos no futebol foi amplificado por essa experiência. O Brasil é um ótimo lugar. Todos saíram daqui com uma boa experiência e também boas histórias – reconheceu Keith, citando a experiência de disputar a competição como única. 

Keith, que chegou a ser jogador profissional atuando pelo Wigan Athletic, largou a carreira em seu primeiro ano depois de se profissionalizar por conta de uma lesão no ligamento colateral medial do joelho esquerdo. O ano era 1984. A partir dali, resolveu que seria treinador e que trabalharia na formação de novos jogadores. Passou por Leeds United, Nottingham Forest, entre outros, até receber um convite da Federação Inglesa para integrar os quadros da entidade como técnico e psicólogo.

- Essa viagem para disputar esse torneio serviu para desenvolver a experiência de jogar contra outro estilo. Eles conheceram o poder do futebol brasileiro, jogaram contra um time mais veloz, e isso foi bom para eles. Os times da semifinal (Mato Grosso do Sul) e final (Rio de Janeiro) são muito dotados tecnicamente, dá uma ideia da habilidade brasileira. Outro fator diferente e importante para eles foi a temperatura, bem diferente das que nós encontramos (na Inglaterra a temperatura nesta época do ano gira em torno dos 2 graus). 
Jogadores da Inglaterra e da seleção do Rio de Janeiro na final do Futebol de 7 (Foto: Marcelo Régua/CPB/MPIX/Divulgação)
A campanha dos britânicos foi incontestável no torneio. Estrearam com uma goleada por 5 a 1 sobre o Rio de Janeiro. Na sequência, vitória por 3 a 0 sobre Minas Gerais e uma acachapante goleada por 10 a 0 sobre os paraenses. Na semifinal, jogo duro contra a equipe do Mato Grosso do Sul, que forma a base da seleção nacional da modalidade. Empate por 2 a 2 no tempo normal e vitória nos pênaltis.  

Seleção inglesa comemora título no Futebol de 7 nas Paralimpíadas Escolares (Foto: Marcelo Régua/CPB/MPIX/Divulgação) Na grande final, reencontro com os cariocas. Mas desta vez a situação foi diferente, como explica Rodrigo Terra, técnico do Rio de Janeiro. 

- Meus jogadores viram que não é só a técnica que vale, precisa também de força, preparo físico, e, principalmente, conjunto. Ganharam maturidade e por isso jogamos de igual para igual. 

O duelo foi equilibrado no tempo normal, terminando empatado sem gols. Na prorrogação, o esperto atacante inglês Oliver Nugent acabou com a esperança brasileira e anotou os dois gols da vitória. 

- É uma honra trabalhar com esses garotos. Fui escolhido para dirigir a seleção inglesa da modalidade principal e de jovens há pouco mais de dois meses. Cinco desses garotos nunca tinham jogado juntos. O poder do futebol é muito importante para esses garotos. O futebol nos proporciona muitas boas histórias, tem um aspecto social importante na formação desses jovens. O passado ficou para trás, não podemos ficar presos a isso. Temos muito a aprender, mas temos sempre que ver tudo de uma forma positiva e esperar um futuro melhor – ressaltou o treinador britânico Keith Mayer.

As Paralimpíadas Escolares 2013, que se encerraram na tarde da última sexta-feira, contaram com a participação de 1300 atletas do Brasil e do Reino Unido. A delegação britânica veio ao Brasil a convite do Ministério do Esporte. Além de todo o aspecto social, o triunfo no torneio serviu para pavimentar um caminho que pode levar esses garotos a voos cada vez maiores. 

http://globoesporte.globo.com/esporte-estudantil/noticia/2013/11/paralimpiadas-foram-uma-grande-experiencia-de-vida-diz-tecnico-ingles.html Visto 

FIFA LANÇA CAMPANHA PARA POPULARIZAR O FUTEBOL FEMININO.







Se houver um comentário entre amigos sobre a Copa do mundo que ocorrerá em 2015, possivelmente alguns falarão que você esta maluco, pois a copa vai ocorrer este ano (2014) no Brasil. Talvez se neste grupo alguém for interessado sobre o assunto "Futebol Feminino" vai saber do que você esta falando, da Copa do Mundo de 2015 que acontecerá no Canadá de Futebol Feminino. Uma competição tão importante quanto a copa do Mundo de Futebol masculino, porém apagada da mente das pessoas. Veja abaixo uma reportagem onde mostra a Federação Internacional de Futebol - FIFA,  comprometida com o desafio de popularizar o Futebol Feminino pelo mundo.  








Mesmo estando a 41 dias do início do mais importante e popular torneio de futebol entre homens, a Fifa está comprometida com o desafio de popularizar o futebol feminino pelo mundo. A entidade máxima do futebol tem procurado incentivar e atrair cada vez mais mulheres a jogar futebol. Para isso, a entidade lançou a campanha "Live Your Goals" com o intuito de celebrar a prática do futebol pelas mulheres.
Com o lançamento da campanha Live Your Goals deste ano, a Federação Estoniana de Futebol (EJL) nomeou quatro jogadoras da seleção nacional como embaixadoras do projeto. A capitã Kethy Õunpuu (com 45 jogos pela Estônia), a goleira Getter Laar (26 jogos) e as zagueiras Inna Zlidnis (39 jogos) e Pille Raadik (33 jogos) irão ajudar a atrair mais jovens do sexo feminino para o futebol.
- O objetivo da federação é divulgar ainda mais o futebol feminino, tornando-o mais popular e atraindo novas jogadoras - comentou a secretária-geral da EJL, Anne Rei.
- A iniciativa Live Your Goals da Fifa se baseia exatamente nesses pontos e é uma ótima ferramenta de fomento ao futebol feminino, além de criar uma rede de conexões em todo o mundo. Estamos satisfeitos por poder fazer parte dessa iniciativa - comemorou Rei. 
A ação "Live Your Goals" será o ponto alto este mês na Estônia. Além de visitas às escolas do país, a seleção feminina enfrentará, no próximo dia 8, a seleção da Espanha, em jogo válido pelas eliminatórias da Copa do Mundo, que será realizada no ano que vem.
Na Irlanda do Norte foi criada a liga sub-17 de futebol feminino.
- Estamos entusiasmados com a criação de uma liga nacional sub-17 e agradecemos à Fifa por essa possibilidade - afirmou a presidente da Federação Norte-Irlandesa de Futebol Feminino (NIWFA), Sue O'Neill.
- Somos gratas pelo fornecimento de equipamentos futebolísticos, e ansiosos por mais uma temporada bem-sucedida de futebol neste verão - afirmou a dirigente irlandesa. 
A Fifa tem agendados ainda este ano vários festivais "Live Your Goals" para o fomento do futebol feminino no Equador, Paraguai, Moldávia, Canadá, Ilhas Salomão, Estônia, Paraguai, Costa Rica, Gâmbia e Croácia.
Fonte:<http://esportes.opovo.com.br/app/esportes/minuto/2014/05/02/noticiaminutol,2756681/fifa-lanca-campanha-para-popularizar-o-futebol-feminino.shtml> Acesso em: 02/05/2014 ás 23h28.
Att. Marcela Pereira. 

O legado da Copa do Mundo

   Zico em entrevista afirmou que o Brasil infelizmente não terá nenhum legado pós Copa do Mundo.
“A minha visão (sobre a Copa do Mundo) é que eu gostaria que o Brasil fosse campeão dentro e fora de campo. Acho que dentro de campo vai correr tudo bem. Agora, fora de campo tenho minhas preocupações. Não vi muitas melhorias em hotéis, aeroportos e telecomunicação. “Eu não acho que vamos ter um legado para dia seguinte da Copa do Mundo, a não ser de estádios”.
   É a pura verdade! Terminada a Copa do Mundo restarão ao povo brasileiro as novas Arenas. Belas, formosas, mas caras e desnecessárias. Algumas até podem se tronar um grande Elefante Branco, já que foram construídas por critérios políticos e não técnicos.
Toda aquela infraestrutura prometida ficará somente na promessa. Mas já nos acostumamos com isso. Não é verdade? Quantas promessas feitas e nunca compridas!
Mais uma vez o povo brasileiro foi enganado e usado para fins políticos. Quando aquele imbecil veio a público afirmar que Copa do Mundo não se faz com Hospitais e Escolas, de certa forma ele tem razão. Claro meu Deus, ele estava falando de Países, como EUA, França, Inglaterra, Espanha e outros mais de primeiro Mundo. Quem falou sabe o que está falando, afinal jogou em Países que já realizaram Copa do Mundo e tem Hospitais e Escolas padrão FIFA.
   Acho que além dos Estádios, o maior legado deixado será com certeza a divida a ser paga. Claro astronômica! E quem pagará com certeza não será ele autor da infeliz declaração, mas o povo que ficou
sem
   Escola e Hospitais decentes. Nem vou citar as Estradas e Aeroportos prometidos e muitos menos a tal Mobilidade Urbana.
Pena que o autor da frase e aquele que trouxe a Copa do Mundo para o Brasil, esqueceram-se das suas origens, pobres e do povo. Alguém um dia falou – “Dê poder a um homem e verás quem ele é”.
   Por fim, como brasileiro e fã de futebol torcerei para ganharmos a Copa, principalmente se a final for entre Brasil e Argentina rs rs. Porém, como Cidadão, aquele que paga seus caros impostos, Planos de saúde, escolas particulares, pedágios, IPVA e etc. Não. A dura verdade é que ganhando ou não a Taça acho que nada mudará.
Opinião
   A Copa do Mundo poderia ser uma grande oportunidade do governo melhorar  a infraestrutura no pais como hospitais, aeroportos, rodovias, escolas, etc, podendo melhorar e muito a vida da população. Mas optaram em gastar um dinheiro astronômico apenas em estádios, enquanto o povo brasileiro esta passando por grandes carências, o governo esta camuflando o verdadeiro país de grandes desigualdades e quer tentar mostrar que o Brasil é um país maravilhoso em todos os aspectos para os visitantes de primeiro mundo, mas sabemos que um governo dessa forma jamais chegaremos perto de um país desenvolvido, e o povo brasileiro " paga o pato" ficando  na mesma merda  não mudando absolutamente nada para a população.
fonte: http://www.lanceactivo.com.br/affonsomattos/2014/04/11/as-novas-arenas-e-seus-custos-serao-o-nosso-legado/
att, 
 Marcelo Leniar