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domingo, 28 de outubro de 2012

Automedicação pode esconder sintomas de doenças mais sérias



Tomar remédios sem orientação médica traz problemas a longo prazo.
Enquete revela que 61% tomam analgésicos sem consultar profissional.




Se sempre que uma pessoa sente dor de cabeça, toma um analgésico, e assim que tem prisão de ventre busca logo um laxante, pode ter efeitos a longo prazo.
Outros medicamentos vendidos nas farmácias sem receita médica também representam um alívio rápido a vários problemas, como dor muscular, cólica, inchaço e inflamações, mas podem ser perigosos quando usados de forma indiscriminada e contínua.
Segundo o farmacêutico Tarcísio Palhano e o cirurgião do aparelho digestivo Fábio Atui, há interações entre remédios e também com alimentos que podem fazer mal, diminuindo ou até anulando o efeito de determinados princípios ativos.
Os especialistas destacaram outros riscos e consequências da automedicação, como mascarar um problema mais grave por trás daquele sintoma.
Uma enquete feita no site do Bem Estar revela que 61% das pessoas tomam analgésicos sem consultar um profissional; 17% usam anti-inflamatórios por conta própria, 12% consomem relaxantes musculares, 3% ingerem laxantes e apenas 7% não costumam fazer isso.
Uma pesquisa feita pelo Ibope a pedido da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) e divulgada no ano passado mostra que o principal meio de orientação que os participantes buscam para saber mais sobre questões de saúde é o médico (87%), em consultórios, postos de saúde e hospitais.
Usados principalmente contra dor nas costas e após exercícios físicos intensos, os relaxantes musculares, por sua vez, podem provocar fraqueza nas fibras e limitar as funções dos músculos. Isso porque esse tipo de medicamento atua no corpo todo, desde o coração até o intestino – e não só nos membros ou nas partes que doem.
Já os anti-inflamatórios agem contra dores de garganta, por exemplo. Mas podem irritar a mucosa do intestino e causar gastrite, úlcera, diarreia, náusea e vômito. Alguns, como a aspirina (ácido acetilsalicílico), podem atrasar o processo de coagulação sanguínea e até dar uma hemorragia. Outros podem provocar asma, febre, urticária e rinite em indivíduos mais suscetíveis.
Anti-inflamatórios esteroides, conhecidos como corticoides, devem ser usados apenas para tratar problemas graves, como asma. Eles podem interferir na distribuição de gordura pelo organismo, causando celulite e estrias, além de desencadear úlcera e engordar.
Leana Gioia Siqueira

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Sedentarismo mata tanto quanto cigarro

Sedentarismo (Foto: BBC)


          Um estudo diz que a falta de exercícios tem causado tantas mortes quanto o tabagismo.
          A pesquisa, publicada na revista médica "Lancet", estima que um terço dos adultos não têm praticado atividades físicas suficientes, o que tem causado 5,3 milhões de mortes por ano em todo o mundo.
          A inatividade física é responsável por uma em cada dez mortes por doenças como problemas cardíacos, diabetes e câncer de mama ou colorretal, diz o estudo. Os pesquisadores dizem que o problema é tão grave que deve ser tratado como uma "pandemia".
         Eles afirmam que a solução para o sedentarismo está em uma mudança generalizada de mentalidade, e sugerem a criação de campanhas para alertar o público dos riscos da inatividade, em vez de lembrá-lo somente dos benefícios da prática de esportes.
        Segundo a equipe de 33 pesquisadores de vários países, os governos deveriam desenvolver formas de tornar a atividade física mais conveniente, acessível e segura.
       No entanto, a comparação com o cigarro é contestada por alguns especialistas. Se o tabagismo e a inatividade matam o mesmo número de pessoas, a quantidade de fumantes é bem menor que a de sedentários, tornando o tabaco muito mais perigoso.

Mais no link: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/07/sedentarismo-mata-tanto-quanto-cigarro-diz-estudo.html

Leana Gioia Siqueira

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Cuidados com a voz do professor


            Cada profissão existente em nosso mundo necessita de uma especialidade, por exemplo, a do médico e a do dentista eles têm que estar com as mãos em perfeito estado podendo assim cuidar de seus pacientes, igualmente, a de um enfermeiro. Já um cantor necessita que sua voz sempre esteja em perfeito funcionamento, pois sem ela o cantor não é nada, assim como os atores e também os interpretes. Isso ocorre também com o nosso mestre do saber, ou seja, o professor este que precisa de sua voz para transmitir os conhecimentos necessários aos seus alunos.
            Porém com o passar dos anos nesta admirada profissão que é a do docente a voz vai ficando mais fraca, já que o professor tem que gritar e falar todos os dias com seus alunos para que todos da classe ouçam e com isso quem sofre são as cordas vocais do professor. E o que muitas vezes acontece é que o barulho da sala e muitas vezes os ruídos da rua, por exemplo, acabam interferindo na fala do professor, já que o mesmo tem que falar mais alto, ou seja, ele acaba falando alto sem ao menos perceber. Muitas vezes a rouquidão da voz, alguma perda ou até mesmo falha na voz dos docentes são ocasionadas pelo uso indevido da voz. E quando isso ocorre com os profissionais do sabe são necessários alguns cuidados que ajudam e muito as cordas vocais.
           Alimenta-se bem, por exemplo, realizar atividades físicas, e principalmente ingerir muita água. Enfim estes são alguns cuidados que ajudam as cordas vocais, ou seja, estão ligados a uma boa saúde. Mas o correto seria que as maiorias dos docentes se preocupassem mais com o principal objeto de trabalho, pois em muitos casos por não poderem mais falar os profissionais desta área são obrigados a deixar de exercer a profissão. Por isso é necessário que se previnam antes mesmo de ocorrer algo mais grave com as cordas vocais.
           Então professores fiquem atentos a qualquer ronquidão, ou cansaço ao falar, algumas dores na região da garganta vão a um fonoaudiólogo e claro não abuse da voz, pois ela é o nosso principal meio de comunicação que temos com o mundo e vale a pena zelá-la.

http://www.guiagratisbrasil.com/cuidados-com-a-voz-do-professor/


Leana Gioia Siqueira

domingo, 3 de junho de 2012

A família é responsável pelo aprendizado escolar dos filhos


Para a maioria dos professores, o ambiente familiar é preponderante na Educação de crianças e jovens. O resultado aparece na pesquisa Qualidade da Educação, da Fundação SM e da Organização dos Estados Ibero-Americanos, de 2008, que ouviu quase 9 mil docentes. A escola tem uma influência menor.

Os entrevistados têm razão? Em parte. Família e escola compartilham a responsabilidade de educar, mas com objetivos, conteúdos e métodos diferentes. O tipo de aprendizagem acaba definindo o foco de ação de cada uma das partes.

"A escola é responsável pelo núcleo formal do ensino da leitura, da escrita e da Matemática e suas regras e seus parâmetros científicos, entre outros conteúdos", aponta Ana Costa Polonia, da UnB. Isso não quer dizer que a criança não possa ter contato com a Matemática em casa - tal ação pode contribuir com o ensino formal. Na cozinha, ela aprende a identificar quantos ovos e xícaras de leite e açúcar vão em uma receita de bolo. Na sala de aula, a mesma receita será escrita com símbolos matemáticos.

Até o século 19, o ensino ficava a cargo da família ou de pequenos grupos, cada um de seu jeito. Depois, a escola assumiu o papel de formalizar os conhecimentos, ampliá-los, sistematizá-los e torná-los comuns a todos. "Boa parte da Educação oferecida pela família foi deslegitimizada", conta Ana Maria Almeida, docente da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e coordenadora do Focus, grupo de pesquisa sobre a instituição escolar e as organizações familiares.

Agora a situação é diferente. A família, antes afastada, está sendo convocada a participar. A mudança veio com as teorias pedagógicas centradas nos alunos, que passaram a levar em consideração o que ocorre com a criança fora do contexto escolar. "É uma novidade histórica: os professores não concebem mais sua atuação desvinculada da família", comenta Maria Alice Nogueira, da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

É preciso conhecer os pais, onde e como vivem e identificar os saberes que vêm de casa, mas a escola não pode abdicar do seu papel: o trabalho formal e sistemático com o conhecimento. "Pais não são professores. O conteúdo escolar é uma tarefa docente", enfatiza Ana Polonia.
 

Leana Gioia Siqueira

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Atividades Ritmicas e Expressivas

Esse bimestre trabalharemos no colégio as atividades ritmicas expressivas.
A dança é dividida em duas categorias: teatral e social. Esta é dançada por prazer, enquanto a dança teatral é um espetáculo, apresentada para entretenimento de espectadores.
O vídeo abaixo mostra um exemplo de dança teatral (cênica).



Leana Gioia Siqueira

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Felicidade e otimismo reduzem risco de doenças cardíacas

Cientistas acreditam que um senso de bem-estar pode reduzir fatores de risco que induzem a doenças cardíacas

Pessoas felizes e otimistas enfrentam menos risco de sofrer doenças cardíacas e derrames, segundo uma pesquisa da Harvard School of Public Health. A pesquisa foi produzida a partir de mais de 200 estudos e divulgada na publicação especializada Psychological Bulletin.

Cientistas acreditam que um senso de bem-estar pode reduzir fatores de risco que induzem a doenças cardíacas, como alta pressão sanguínea e colesterol elevado.Fatores como estresse e depressão já tinham sido relacionados a doenças cardíacas.
Os pesquisadores do Harvard School of Public Health analisaram estudos médicos variados que traziam registros sobre bem estar psicológico e boa saúde cardiovascular.

O cruzamento de dados revelou que fatores como otimismo, satisfação com a vida e felicidade pareceram estar associados a uma redução no risco de doenças cardíacas e circulatórias, independentemente da idade e status sócio-econômico de uma pessoa, de seu peso e se ela é ou não fumante.

O risco de doença, mostrou o estudo, é 50% menor entre pessoas otimistas, mas a pesquisadora-sênior do Harvard School of Public Health, Julia Boehm, afirma que a pesquisa apenas sugere uma ligação e não representa uma prova de que fatores ligados ao bem estar possam atuar para prevenir doenças cardíacas.

Hábitos saudáveis

Não apenas é difícil medir de forma objetiva o bem estar, como outros fatores que ameaçam a saúde, como colesterol e diabetes, pesam mais quando se trata de reduzir o risco de doenças.

Os participantes da pesquisa que se mostraram mais otimistas também seguiam hábitos mais saudáveis, como se exercitar mais e seguir uma dieta balanceada, fatores que podem exercer influência na prevenção de doenças.

A maior parte de estudos anteriores sobre humor e doenças cardíacas se centrou em fatores como estresse e ansiedade, mas não em felicidade e otimismo.

Maureen Talbot, enfermeira cardíaca sênior do principal instituto britânico especializado em doenças do coração, a British Heart Foundation, disse: "A associação entre doenças cardíacas e saúde mental é muito complexa e ainda não totalmente compreendida".

"Embora este estudo não tenha olhado para os efeitos do estresse, ele confirma o que já sabíamos, que o bem-estar psicológico compõe uma parte importante de se ter um estilo de vida saudável, assim como permanecer ativo e manter uma alimentação saudável."

"Ele também destaca a necessidade de que profissionais de saúde ofereçam uma abordagem completa do cuidado médico ao paciente, levando em conta seu estado de saúde mental e o monitoramento dos efeitos desse estado mental sobre a saúde física da pessoa", acrescentou.

Leana Gioia Siqueira

terça-feira, 3 de abril de 2012

Ginástica Coletiva é aliada no combate ao estresse

A diversão de uma aula em grupo é ideal para relaxar. Os praticantes de ginástica coletiva invariavelmente sentem-se mais energizados e menos irritados, ao final de uma aula.

As aulas de ginástica coletiva podem agir como atenuantes do estresse que todos nós enfrentamos no dia a dia. Em recente publicação, a Les Mills (empresa de aulas de ginástica pré-coreografadas, representada no Brasil pela Body Systems) apontou alguns fatores que fazem das aulas de ginásticaem grupo um alívio para os dias estressantes:


A ginástica coletiva potencializa o poder do cérebro
Todos nós nos sentimos bem após uma aula de ginástica. Isso porque o exercício estimula a liberação de serotonina, que faz o cérebro prover a sensação de bem estar. O exercício regular nos proporciona um raciocínio mais claro e melhor, o que significa maior produtividade ao longo de um dia de trabalho. Além de também melhorar o sono, deixando de lado aquelas noites de "preocupações noturnas" as 3h00 da madrugada, por exemplo.
A ginástica coletiva melhora seu humor
Ao se exercitar em uma aula de ginástica coletiva, a mensagem que nosso cérebro recebe - por conta da liberação de endorfina - é ter uma sensação boa, que ajuda a aliviar a dor física e mental. Em grupo, os praticantes sentem-se mais fortes física e emocionalmente, e com o decorrer das aulas ganham mais confiança, ficando cada vez melhores para lidar com suas preocupações e ansiedades facilmente.
Aulas coletivas proporcionam distração
Uma aula de ginástica em grupo nos permite dar um passo para trás na pressão e proporciona uma distração positiva. O envolvimento com o professor e os demais praticantes induz a pessoa a se deixar levar pela aula, pelo exercício e a música, esquecendo momentaneamente dos problemas “lá fora”.
Ginástica em grupo "traz calma”
Para vencer o estresse é preciso relaxar mente e corpo. O exercício físico é um grande aliado para proporcionar calma, assim como melhorar o sistema cardiovascular, reduzir a pressão arterial e proporcionar bem estar geral. E a diversão de uma aula em grupo é ideal para relaxar. Os praticantes de ginástica coletiva invariavelmente sentem-se mais energizados e menos irritados, ao final de uma aula.

http://www.educacaofisica.com.br/index.php/fitness/canais-fitness/academias/21567-ginastica-coletiva-estresse

Leana Gioia Siqueira

sábado, 24 de março de 2012

90% dos pacientes que iniciam atividades esportivas não vão ao médico

Os dados são do Ambulatório Médico Esportivo do Hospital Estadual Ipiranga



Dores musculares, quebra de alguns ossos do corpo e incômodos nas articulações são sentimentos comuns aos atletas. Mas por que é normal notar esses agravantes em quem pratica esporte? A dúvida veio em números: nove em cada 10 atletas que procuram um médico quando estão com problemas não passaram por uma primeira avaliação.

Os dados são do levantamento realizado pela Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, com base nas informações do Ambulatório Médico Esportivo do Hospital Estadual Ipiranga. As informações indicam ainda que os atletas não realizam sequer exames cardiológicos e a quantidade de lesões musculares só é provocada porque o erro de treinamento é grande.
As lesões mais frequentes estão no joelho, 70%, e em outros membros, 30%, porcentagem que inclui entorses de tornozelo, fraturas e contusões.

Segundo o relatório de atendimento do ambulatório do ano de 2010, por onde passaram 700 pacientes, 60% deles praticavam futebol, 20% atletismo, 10% artes marciais e outros 10% modalidades como voleibol, skate e surf. Entre os praticantes de futebol, a maioria das lesões foi constatada no joelho. No caso do atletismo, ocorria nas pernas e nos músculos. Já os praticantes de artes marciais, como o Kickboxing, apresentaram lesões principalmente no nariz e na coxa.

http://www.educacaofisicahoje.com.br/default.aspPag=6&Destino=NoticiasTemplate&CodigoNoticiaPortal=3031&Noticia=90% dos pacientes que iniciam atividades esportivas nao vao ao medico


Leana Gioia Siqueira

quarta-feira, 14 de março de 2012

Músculos precisam de sobrecarga e descanso para crescerem saudáveis

Quem quer ganhar massa magra deve fortalecer o corpo com musculação.
Hipertrofia só ocorre se a pessoa descansar a região no dia seguinte.

       Emagrecer não significa necessariamente trocar gordura por músculos. Para ganhar massa magra, é preciso fortalecer o corpo com atividades como a musculação.
       Além de controlar os movimentos e a postura, os músculos desempenham um importante papel na visão, na respiração e na deglutição de alimentos.
       O maior músculo do corpo é chamado sartório ou costureiro e vai do quadril até o joelho. Ele trabalha na rotação e flexão da perna quando alguém senta na posição de alfaiate ou costureira – daí o nome.



      Segundo o preparador físico José Rubens D’Elia e a fisioterapeuta Márcia Viana, outros exercícios que podem ajudar a aumentar o volume da musculatura – em menor proporção do que “puxar ferro” na academia – são o pilates, a hidroginástica (principalmente com pesos) e o RPG. Este último tem uma função maior de corrigir a postura e amenizar eventuais dores nos ossos e nas articulações.
      Para crescer, o músculo precisa de sobrecarga. Os estímulos que provocam sobrecarga são: aumento da carga do exercício, duração aumentada (com séries adicionais) ou uma combinação das duas.
      Sempre que o músculo se adaptar à sobrecarga, devem ser adicionadas intensidade e mais carga para aumentar a resposta ao treinamento, que deve ser contínuo. Quando uma pessoa interrompe a atividade por muito tempo, pode pôr tudo a perder e ter que recomeçar praticamente do zero. E há diferença entre adquirir força e massa muscular.
       Os especialistas explicaram que, após um treino de musculação com carga pesada, ocorre um aumento da produção de proteínas em 24h a 48h. É aí que os músculos crescem. Para essa hipertrofia ocorrer, porém, é essencial descansar a região no dia seguinte.
       Consumir proteína e carboidratos antes ou após o exercício também melhora o desempenho, dá mais energia e ajuda a recuperar o tecido. Dormir bem, sem interrupções, é outro fator que contribui para o crescimento muscular.
       Assim como a falta de sono, treinar demais, sem repouso, ter uma vida estressante e consumir álcool contribuem para um resultado ruim. Uma hora de treino por vez é suficiente para garantir o retorno esperado – mais do que isso, pode haver desgaste muscular.
      Já a dor é geralmente provocada pelo resíduo de ácido lático nos músculos após as reações químicas realizadas para gerar energia.
        Quando os músculos estão fracos, os espaços entre as articulações não ficam preservados, provocando a artrose, doença que não surge apenas na terceira idade. O desgaste pode começar bem antes, se houver desvios posturais e maus hábitos no dia a dia.

Fatores que contribuem para ganhar massa
- Genética
- Gênero (homens têm mais facilidade)
- Alimentação
- Tipo de treino
- Estilo de vida


Importância do fortalecimento
- Ajuda a preservar a coluna, o quadril, as pernas e os movimentos
- O impacto da contração ajuda a renovar as células ósseas, que são produzidas todos os dias
- Para crescer, o músculo também precisa passar por uma sobrecarga
- É importante manter a coluna ereta e o abdômen contraído


Benefícios da musculação
- Reduz o colesterol e a necessidade de remédios
- Garante melhor qualidade de vida
- Diminui osteopenia, osteoporose e dores

A musculação só deve ser iniciada quando os ossos pararem de crescer, após a puberdade.

Alimentos que regeneram os músculos
- Leite
- Ovos
- Carnes vermelhas
- Peito de peru
- Carboidratos

       De acordo com a nutricionista Patrícia Bertolucci, é bom que a pessoa tome um café da manhã completo, com fonte de proteínas como queijo, peito de peru, presunto, ovo, pão integral e uma fruta ou o suco. No almoço, carne bovina, peixe ou frango e grãos (como feijão, lentilha ou grão de bico).
       As fontes de carboidrato, antes do exercício, podem ser pão ou frutas e, para depois da malhação, uma refeição mais completa com batata ou outros tubérculos. Se for uma refeição como almoço ou jantar, dê ênfase ao arroz e feijão, que dão mais energia.

Perda muscular de uma pessoa sedentária
- Dos 25 aos 50 anos: 10 %
- Dos 50 aos 80 anos: 30%
- Após os 80 anos, já foram eliminados 40%

Um jovem de 20 anos precisa de 50% da força muscular da coxa para levantar-se lentamente sem apoio. Para erguer-se rapidamente, necessita de 75 % da força da coxa. Já um idoso de 80 anos se levanta devagar usando toda a força que tem, e não consegue erguer-se rapidamente.


http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/02/musculos-precisam-de-sobrecarga-e-descanso-para-crescerem-saudaveis.html


Leana Gioia Siqueira

domingo, 4 de março de 2012

Benefícios da banana para a saúde

Além de garantir saciedade por mais tempo e dar uma segurada na fome, a banana ajuda a prevenir depressão e doenças cardíacas

A banana é sua velha conhecida. Provavelmente, ela esteve presente nas primeiras papinhas em sua época de bebê. Mas, apesar da intimidade, você deve acreditar que a fruta é inimiga da dieta: uma unidade tem aproximadamente 90 calorias e 22 g de carboidrato.

Pois bem, é o oposto: o fruto da bananeira não é somente uma potência nutricional, ele é a solução perfeita para matar aquela fome fora de hora e para prolongar a sensação de saciedade
por mais tempo. "A banana também se destaca entre as demais frutas por ser rica em fibras, potássio, triptofano, fósforo, cálcio, magnésio e vitaminas A, C, B1, B2 e B6", enumera a nutróloga Cristiane Coelho.

Na prática, o estoque de potássio ajuda no controle da pressão arterial, evita câimbras e dores musculares. Já o triptofano não só previne como trata a depressão, pois atua na produção de serotonina, o hormônio do bem-estar.

Banana-maçã, nanica, prata, ouro ou da terra... não importa! Todos os tipos apresentam as mesmas propriedades nutricionais. "Existe apenas uma diferença sutil no aroma, no sabor e na textura deles", explica a médica nutrológa.

No ponto certo

Na hora de comprar a fruta, ela não deve estar 100% madura. Prefira as com casca amarela, um pouco esverdeada, e com manchinhas marrons. Evite as com partes moles ou machucadas. Em casa, deixe-as amadurecer na fruteira ou num lugar fresco e arejado. A banana estará boa para o consumo, com todo o sabor apurado, quando a casca estiver completamente amarela, inclusive as pontas. Depois de amadurecida, pode ser mantida na geladeira entre três e cinco dias.

Não precisa cair de madura

Já pensou em comer banana verde? Considere! Nesse estágio, a fruta é classificada como um alimento funcional, que nutre e ainda previne doenças. Sua polpa é rica em amido resistente,
molécula parecida com a fibra. Ou seja, além de auxiliar no bom funcionamento do intestino, o fruto aumenta a saciedade - na prática, você não terá picos de fome excessiva. "Estudos indicam que o consumo de amido resistente também atua na redução do colesterol, o que afasta doenças cardíacas", conta Cristiane Coelho.

O jeito certo de consumir a fruta verde é na forma de biomassa: cozinhe seis bananas com casca na panela de pressão, por 15 minutos, e bata tudo no liquidificador até virar um purê. Adicione essa mistura a sopas, caldos, molhos ou no feijão e ganhe muito mais saúde.

Inclua banana no seu cardápio!






Leana Gioia Siqueira

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Atividade física na prevenção de doenças cardiovasculares

As doenças cardiovasculares são a maior causa de morte no mundo. Estima-se que 12 milhões de pessoas tenham suas vidas ceifadas por doenças do coração - por ano - em todo o globo. No Brasil, dados estatísticos afirmam que 300 mil pessoas por ano morram por doenças cardiovasculares, sendo a maioria destas pelo infarto do músculo cardíaco. A prevalência dos casos dessa enfermidade ocorre majoritariamente em países desenvolvidos, por exemplo, os Estados Unidos da América, quando comparado a nações subdesenvolvidas. No continente africano, grande parte dos óbitos acontece por moléstias de órbita infectocontagiosa e por subnutrição, especialmente a infantil (Almanaque Abril, 2009).

A alimentação rica em gordura, o uso habitual de fumo, a adesão de hábitos etílicos, a carga excessiva e constante de estresse e a inatividade física são relevantes aspectos associados à maioria dos riscos para desenvolvimento das doenças cardiovasculares. De outra sorte, aderir a atitudes e hábitos sensatos são indicados frente a um estilo de vida saudável, a saber: dieta balanceada, abstinência ao tabagismo e alcoolismo, controle do estresse cotidiano e adesão a prática sistemática de atividades físicas. Este último aspecto pode gerar efeito direto e independente na prevenção e no tratamento de doenças cardiovasculares degenerativas (Nahas, 2001, p. 40).

A prática regular de atividade física está intimamente associada a menor incidência de doença cardiovascular. Os exercícios físicos aeróbios, particularmente, são os que têm mais evidente atuação na prevenção e no tratamento de enfermidades que afligem o sistema cardiocirculatório. As pessoas podem obter discretos benefícios à saúde exercitando-se o suficiente para consumir 150 kilocalorias diárias ou 1.000 kilocalorias semanais (Heyward, 2004, p. 20). Consoante o Colégio Americano de Medicina do Esporte (2000, p. 150), é recomendado um gasto calórico diário mínimo 300 kilocalorias por sessão de exercícios realizados 3 dias por semana, ou 200 kilocalorias por sessão realizado 4 dias por semana.

A atividade física habitual pode atenuar o risco de doenças coronarianas por uma série de mecanismos fisiológicos e metabólicos, como: redução da pressão arterial, aumento do colesterol de lipoproteína de alta densidade (HDL), diminuição do triglicérides sérico, redução da sensibilidade do miocárdio aos efeitos das catecolaminas etc. De modo geral, o fato de o indivíduo ter o nível de aptidão física moderado – aferido por teste de consumo máximo de oxigênio – é suficiente para apaziguar os riscos coronarianos, quando comparados a indivíduos com baixo nível de aptidão cardiorrespiratória (Blair citado por Nahas, 2001, p. 41).

Há um consenso entre cientistas – estudiosos do tema atividade física e saúde – que o movimento humano, e consequente gasto energético habitual decorrente de exercícios físicos acima dos níveis de repouso podem atenuar o risco de desenvolver as doenças cardiovasculares. Ademais, pode gerar efeitos profiláticos e promover saúde. Para tanto, é necessário que as recomendações dos especialistas sejam efetivamente colocadas em prática e que as instituições governamentais e privadas incentivem cada vez mais a atitude de se exercitar costumeiramente.

James Fernandes
Graduado em Educação física
Pós-graduado em Fisiologia do Exercício
Personal Trainer e avaliador físico
CREF 1.018-G/RN
E-mail: jamesprof@gmail.com

http://www.nitrofitness.com.br/artigos/atividade_fisica_na_prevencao_de_doencas_cardiovasculares/19


Leana Gioia Siqueira

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

QUAL A DIFERENÇA ENTRE EXERCÍCIOS AERÓBICOS E ANAERÓBICOS?


Aeróbio ou anaeróbio está ligado ao tipo de metabolismo energético que está sendo utilizado preferencialmente. Isto não tem relação com os efeitos salutares dos exercícios. Ambos os tipos de exercícios podem ser de intensidade leve, moderados ou fortes.
No exercício aeróbico há o uso de oxigênio. Este (o oxigênio) funciona como fonte de queima dos substratos que produzirão a energia transportada para o músculo em atividade. O exercício aeróbio é um exercício de longa duração ou exercício contínuo que estimula a função dos sistemas cardiorrespiratório e vascular e também o metabolismo, porque aumenta a capacidade cardíaca e pulmonar para suprir de energia o músculo a partir do consumo do oxigênio (daí o nome aeróbio).
São exemplos de exercícios aeróbicos: Caminhar, correr, andar, pedalar, nadar, dançar. Estes exercícios utilizam vários grupos musculares ao mesmo tempo. Nestes exercícios, mais a duração e menos a velocidade dos movimentos, podem ser manipuladas para caracterizar a atividade como suave, moderada ou exaustiva.
O exercício anaeróbico utiliza uma forma de energia que independe do uso do oxigênio, daí o termo anaeróbico. Basicamente, é um exercício de alta intensidade e curta duração. 
São exemplos de exercícios anaeróbicos: os exercícios de velocidade com ou sem carga, de curta duração e alta intensidade, como a corrida de cem metros rasos, os saltos, o arremesso de peso. Exercícios de força ou exercícios resistidos, com peso como a musculação também é considerada um exercício anaeróbio.
Os movimentos que realizamos no nosso dia-a-dia são um misto de atividades físicas aeróbicas e anaeróbicas.
Sempre citamos que um programa completo de exercícios deve apresentar os dois tipos de atividade física, para melhorarmos a resistência cardiorrespiratória, além de fortalecer músculos, desacelerar a perda de massa muscular e evitar a perda de massa óssea e também muita alongamento para manter e melhorar a flexibilidade muscular. Nos exercícios anaeróbicos a fadiga muscular surge mais.
Os exercícios físicos terão a função de acelerar o metabolismo. A dieta, de produzir um pequeno déficit calórico, obrigando o organismo a metabolizar as reservas de gordura.
Do ponto de vista de substratos energéticos metabolizados durante o exercício, apenas o exercício aeróbico pode metabolizar gorduras para a produção de energia necessária ao esforço físico. Entretanto, esta quantidade é extremamente baixa em vista das quantidades necessárias em um processo de perda de gordura corporal.
Além disso, a maior queima de gorduras ocorre durante o período pós-exercício, fenômeno chamado "after burning", que representa a queima de calorias que temos após o exercício. Tanto o exercício aeróbico, quanto o anaeróbico acarretam o "after burning

Apenas o exercício aeróbico queima gordura                       
Somente os exercícios aeróbicos, de longa duração, queimam gordura e ajudam a emagrecer. Os anaeróbicos, de alta intensidade e curta duração, são indicados para aumentar a musculatura.
"Somente os exercícios aeróbicos, de longa duração, queimam gordura e ajudam a emagrecer", explica Cláudia Forjaz, professora de Educação Física da Universidade de São Paulo. Os anaeróbicos, de alta intensidade e curta duração (menos de 3 minutos), são indicados para aumentar a musculatura. Quimicamente, o que acontece é que, nos aeróbicos, as células dos músculos consomem oxigênio para produzir energia; nos anaeróbicos, esse gás é desnecessário. Há duas formas de produzir energia anaerobicamente. Nos primeiros segundos, o organismo quebra o ATP, molécula armazenadora de energia, que existe em estoque dentro da célula. Depois, passa a transformar glicose em ATP para poder continuar a usá-la.
Se o exercício for aeróbico, menos intenso, mas de maior duração, o corpo exige mais energia, porém tem mais tempo para produzi-la. Ai, a glicose se transforma em uma enzima que entra na mitocôndria (uma estrutura da célula) e, em reação com o oxigênio, produz dezoito vezes mais ATP do que o processo anterior. Mas, como a glicose é uma substância vital para o funcionamento do cérebro, o corpo evita utilizá-la em grande quantidade e recorre às moléculas de gordura para produzir energia. Por isso, o exercício aeróbico consome não só a gordura dos músculos como a de outras partes do corpo.
Fontes:


http://saudenaescola.wordpress.com/2010/05/15/qual-a-diferenca-entre-exercicios-aerobicos-e-anaerobicos/


Leana Gioia Siqueira

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Agricultura Familiar atinge o dobro de escolas em 2012


Neste ano, o programa da Secretaria de Estado da Educação (SEED) que adquire gêneros da agricultura familiar para abastecer as escolas com alimentos frescos e saudáveis vai passar a atender 1.807 estabelecimentos estaduais de educação básica espalhados em 399 municípios. Este número é quase duas vezes maior que as 906 escolas atendidas em 2011. O valor investido aumentou de R$ 2,5 milhões para R$ 23 milhões.

                                                        
                                                         
                                                                        Foto: Giuliano Gomes/SEED

O motivo desse aumento se deve à expressiva adesão das cooperativas e associações de agricultores familiares. “Como este é o segundo ano e o programa não é mais novidade para os agricultores, já esperávamos que mais cooperativas atendessem ao chamamento público. O resultado foi além do que prevíamos, e o Paraná será o primeiro Estado a alcançar a meta estabelecida pelo Governo Federal de destinar 30% dos recursos da alimentação escolar para a aquisição de gêneros da agricultura familiar”, anunciou o superintendente de Desenvolvimento Educacional da SEED.

As cooperativas e associações de agricultores familiares aderiram ao sistema de compra direta, desenvolvido pela SEED em parceria com Companhia de Informática do Paraná (Celepar).

Entre fornecedores de produtos orgânicos e convencionais, foram habilitadas 99 cooperativas e associações de agricultores familiares que irão fornecer às escolas 71 itens – 32 itens a mais que em 2011 – divididos em sete grupos de alimentos: frutas, hortaliças, panificados, sucos, leite, origem animal e outros.

De acordo com Adriano Aparecido Sala, presidente da Associação dos Pequenos Produtores Rurais de Iguaraçu, ao comprar direto das associações e cooperativas o governo valoriza e estimula o trabalho do pequeno produtor rural. “Esse programa de aquisição de alimentos oferece maior segurança ao pequeno agricultor, que passa a ter garantia de preço e destino certo para a produção”, disse.

Para as 329 escolas que neste ano ainda não serão atendidas pelo programa de aquisição de alimentos da Agricultura Familiar, a compra dos produtos perecíveis continua sendo feita com a verba do Programa Escola Cidadã (PEC) enviada diretamente aos estabelecimentos de ensino.

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL – A aquisição de alimentos produzidos pela agricultura familiar é uma das medidas adotadas pela SEED para incentivar os alunos a criar o hábito de se alimentarem de maneira mais saudável. As escolas são orientadas a trabalhar esta prática junto com os conteúdos escolares e os alunos, muitas vezes, passam as informações as suas famílias.




Leana Gioia Siqueira

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Saiba como cuidar do orçamento durante as férias


                                                                    


O mês de janeiro é tradicionalmente conhecido por ser um período de férias. Mas os consumidores devem tomar cuidado para não transformar o período de diversão em uma dor de cabeça para o resto do ano.

Reportagem no link abaixo:



Leana Gioia Siqueira

sábado, 14 de janeiro de 2012

CUIDADOS PARA DIRIGIR NA ESTRADA


   




Nas férias de verão, não há nada melhor do que pegar o carro e cair na estrada. Mas para que sua viagem seja boa do começo ao fim, é preciso tomar certos cuidados ao dirigir por estradas. A preparação começa muito antes da viagem, com um check up completo no carro. Leve o veículo ao mecânico para revisar motor, setas, pneus, óleo.
Em estradas, é permitido dirigir em velocidades mais altas do que aquelas permitidas nas cidades, mas é importante lembrar que existe um limite e que este precisa ser respeitado. Lembre-se de ultrapassar somente pela esquerda e de nunca entrar na contramão para fazer uma ultrapassagem. Caso veja um carro fazendo isso no sentido contrário, vá para o acostamento até o carro passar.
Entre as várias dicas para esse período, duas delas são fundamentais: o motorista precisa ter consciência de que deve mudar sua maneira de dirigir quando está chovendo, e o carro tem que estar preparado e em condições de trafegar em pista molhada. A Coordenadora da Gerência de Educação Para o Trânsito do DER/MG, Rosely Fantoni, ressalta que "nem todos os motoristas sabem que as primeiras chuvas são as mais perigosas, pois são elas que deixam as pistas mais escorregadias e o usuário não percebe o perigo que tem pela frente caso não diminua a velocidade e aumente a atenção".
Entre os procedimentos mais importantes que os motoristas devem ter ao volante, deve ser destacado o fato de que o condutor precisa estar sempre descansado; fazer uso do cinto de segurança; ultrapassar quando houver total segurança e visibilidade; usar farol baixo sob chuva ou neblina; manter distância do carro da frente; reduzir a velocidade e não frear bruscamente; não fumar dentro do carro e evitar parar no acostamento. Nesse caso, sendo inevitável, o motorista deve ligar o pisca-pisca, colocar o triângulo e galhos de árvores como alerta. Além disso, todos os ocupantes do carro devem sair e permanecer longe da pista. Caso o motorista precise parar em uma curva, deve colocar a sinalização de forma que outros percebam o problema antecipadamente.
Para manter a estabilidade, deixe as mãos bem firmes na direção e mantenha os dois vidros dianteiros com a mesma abertura. Se um vidro estiver muito aberto e o outro mais fechado, o vento fará o carro balançar.
Fique atento à sinalização, especialmente em estradas com muitas curvas. Na hora de fazer uma curva fechada, tire o pé do acelerador e gire o volante suavemente, evitando dar soquinhos ou fazer manobra brusca.
Além disso, as precauções básicas continuam valendo para a estrada: usar cinto de segurança, manter distância do carro da frente e não dirigir sob efeito de álcool.

Boa viagem!

http://www.sincopecasbh.com.br/noticias/detalhes.aspx?Codigo=421
http://www.responsavelcomovoce.com.br/?p=1992

Leana Gioia Siqueira

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Veja dicas para manter a segurança da casa nas férias



Quem viaja nas férias traz na bagagem uma preocupação: a segurança da casa. Algumas medidas podem ajudar, como não deixar a entrega dos jornais se acumular na porta.

As dicas estão no link abaixo.


Leana Gioia Siqueira



domingo, 25 de dezembro de 2011

Férias Escolares: O que fazer com as crianças?


Com a chegada do período das férias escolares as crianças reclamam que ficam sozinhas em casa, longe dos amigos, porque os pais têm que trabalhar e não dá para viajar durante os dois meses sem aula.
Nessas condições, os pais devem organizar atividades para que as férias se tornem prazerosas para seus filhos, mesmo não tendo viajado.
Para isso, é bom manter os contatos sociais tanto com pessoas da família como avós, primos e tios, para que as crianças possam visitá-los em alguns dias. Na casa dos avós, por exemplo, podem combinar de encontrar os primos da mesma faixa etária, passando o dia todo por lá. Para visitar os primos é necessário deixar uma pessoa para cuidar das crianças, bem como fazer passeios com os mesmos, como: ir a um parque de diversões, ao cinema, a clubes, a zoológicos, dentre outros.
Manter contato com os colegas de escola também é uma forma agradável de divertir as crianças nas férias.
Estes podem se distrair pra valer passando um dia na casa do outro e vice-versa. Combinar passeios também será uma forma atrativa de mantê-los unidos durante o período das aulas, pois as amizades tornam-se mais solidificadas.
Convidar amigos, sempre fazendo um rodízio dos mesmos, pode manter seus filhos ocupados por todo o período de férias. Quem sabe propor que fiquem para dormir para fazerem uma noite do pijama? Nesta pode-se realizar um desfile de pijamas, concurso de piadas e da brincadeira “o que é, o que é”, além de arrebentar uma baciada de pipocas para assistirem um bom filme.
É bom lembrar que nos finais de semana os passeios e diversões devem ficar por conta dos pais, para que os pequenos não se sintam abandonados e sozinhos. Programem atividades que a família possa interagir junta, como: pic-nic, passeios ao parque de diversão, zoológico, trilhas e caminhadas ecológicas, a praias, clubes, onde possam jogar bola, frescobol e tomar aquele sorvete.
Em dias de chuva os filmes e vídeo games também podem ser aproveitados, para que as crianças não fiquem sem ter o que fazer.
Os shoppings são uma boa forma de se divertir, pois lá é possível fazer um bom lanche, ir ao cinema, brincar em jogos de fliperama e fazer algumas comprinhas. Algumas livrarias agendam momentos de contação de histórias, com fantoches, livros atrativos e até personagens caracterizados. É uma atividade divertida e de muito conteúdo, uma vez que incentiva as crianças a terem interesse pela leitura e sentir atração pelos livros.
Nos jornais de circulação local também são oferecidas atividades como colônia de férias, shows gratuitos, cantatas de natal, que também são consideradas ótimas atividades para as férias.
O importante mesmo é a família se organizar para que tudo corra na mais tranqüila ordem, para atender os filhos que merecem um descanso de qualidade.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
http://www.brasilescola.com/educacao/ferias-escolaresque-fazer-com-as-criancas.htm




 Leana Gioia Siqueira

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Bete-ombro



        Quem nunca jogou uma partida de bets na infância ou adolescência que atire a primeira pedra, quer dizer, bola! No Brasil o bete, bétia, bets, jogo de casinha, bete-ombro, bete-lombo, taco ou ainda betiz é um dos esportes mais populares, principalmente nas brincadeiras de criança. Por ser um jogo simples e com poucas regras, sobreviveu sendo passado de geração em geração. Hoje, mesmo com o sucesso dos games eletrônicos, o bets continua sendo praticado até mesmo entre o público adulto.
        Embora popular, o bets tem origens nobres que remontam ao século XIX. Ele é aparentado ao britânico cricket (críquete, em bom português). Diferente de seu "primo rico" que atrai multidões para estádios especialmente construídos, o bets é jogado em ruas e praças, no asfalto ou no chão de terra. Ao invés de 11 jogadores em campo, no bets são apenas quatro. Os tacos especiais do críquete dão lugar a pedaços de madeira improvisados, no bets. Mas, a despeito da precariedade, a emoção rola solta entre os "atletas" do bets.


Regras

Equipamento

       Para jogar bets, são necessários dois tacos de tamanho médio, dois alvos (podem ser garrafas plásticas, latas de refrigerante ou pedaços de madeira apoiados em forma de tripé; tradicionalmente eram três ramos sem folhas de cerca de 30 cm) e uma bola pequena de borracha, uma bola feita de meias, ou até mesmo uma bola de tênis.
Por se tratar de um jogo típico do interior do Brasil, praticado em campos abertos, descampados e até mesmo na rua, não há utilização de equipamento de segurança, mas podem ocorrer acidentes, principalmente com os tacos. Não se deve bater os tacos baixos porque pode machucar alguém que esta com os tacos, e o lançador que fica atrás do rebatedor deve ficar um pouco afastado pois pode ser atingido pelo manejo do taco.

Campo

          O campo pode ser de qualquer tamanho ou não possuir limites, e de qualquer tipo de terreno. É praticado preferencialmente em rua (de asfalto) ou na praia, também sendo possível jogar em grama ou no campo.
          Os dois alvos são separadas por uma distância de 20 metros. Uma circunfêrencia de 60 centímetros de diâmetro é desenhada em volta de cada alvo, formando a base.

Jogadores

        Este jogo é jogado por duas duplas, sendo que uma detém os tacos — os rebatedores — e a outra a bola — os lançadores. Cada rebatedor fica posicionado perto de um alvo, com o taco sempre tocando o chão dentro da base (esta posição é referenciada como "taco no chão"). Os lançadores se posicionam fora do espaço entre as bases. Eles podem entrar nesse espaço para pegar a bola, mas os lançamentos são sempre efetuados de trás da linha da base de seu lado.
      A dupla de lançadores tem por objetivo derrubar o alvo do lado oposto do campo através do lançamento da bola. Conseguindo, alternam-se os papéis, os lançadores tornam-se rebatedores (conquistando a oportunidade de pontuar) e os rebatedores tornam-se lançadores.
       A dupla de rebatedores procura defender o alvo dos arremessos adversários, rebatendo, se possível, a bola o mais longe possível para marcar pontos: Durante o tempo em que a dupla adversária corre atrás da bola, a dupla de rebatedores pode ficar alternando de lado no campo, sempre batendo os tacos no meio da quadra e sempre encostando o taco na circunferência da casinha, validando o ponto.
        O jogo acaba quando uma das duplas conseguir marcar um determinado número de pontos (geralmente 10 pontos, ou 5 pontos para jogos mais curtos), e cruzar os tacos no meio do campo.
Você pode trocar de taco ou de lugar desde que peça licença para realizar essas ações.

Regra da reta

       Se a bolinha for rebatida e não passar da casinha do outro rebatedor, ou seja, ficar entre as duas casinhas os lançadores podem pedir "reta" ou "tudo": O que arremessou a bola pode pegar a bolinha e arremessar de onde ela parou. Se antes disso o rebatedor pedir "nada", o arremessador terá que pegar a bola e voltar pra trás da base e lançar a bola normalmente.

Regra da lancha (ou carne)

          Se o rebatedor do lado oposto do lançador encostar na bolinha com o pé (ou outra parte do corpo) conta "uma na lancha".
          Se os rebatedores marcarem "3 na lancha" eles perdem os tacos. No Paraná, principalmente no sudoeste do estado, se for marcado "3 na lancha" a equipe não perde os tacos, perdem apenas 4 pontos.
          Uma estratégia usada para conseguir os tacos é em vez de tentar acertar a casinha tentar acertar o rebatedor com um tiro direto. Esta estratégia tem a desvantagem de facilitar uma rebatida. No sul, principalmente no Rio Grande do Sul, existe ainda uma variação em que se a bola toca no pé do rebatedor é cobrada uma espécie de pênalti, onde o arremessador pode tentar acertar a casinha a alguns passos de distância do rebatedor.
          As vezes, ainda se a bolinha encostar no rebatedor, seja ele, o oposto ou o que está rebatendo, os batedores perdem o taco.

Regra do "pra trás"

        Se a bolinha encostar no taco e for para trás do circulo do rebatedor, é contado "uma para trás". Quando for contado "3 para trás" os rebatedores perdem os tacos.
        Se a dupla estiver com duas pra trás, por exemplo, e marcar pontos, são descontadas as vezes que a bolnhia foi para trás.
        Exemplo: se a dupla estava com 10 pontos e marcou mais 2 e tinham duas para trás, ás vezes que foi para traz ficando 12 pontos e nenhuma para traz.

Vitória

       Também conhecida como "Pedro Vitória", "Maria Vitória", "contar vitória", "vitória 1, 2, 3" ou simplesmente "vitória" consiste em pegar a bola rebatida no ar e dá vitória automática à dupla de lançadores. No interior de São Paulo, quando a equipe consegue apanhar a bola no ar, deve gritar "vitória bets, entregue o taco", porém a equipe da bola não recebe a vitória e sim, somente o taco para continuar a jogar. No interior de Goiás esse artifício é conhecido como "caju".
        E em muitos lugares de São Paulo a dupla que pegar a bolinha no alto além de ganhar a posse do taco, ganha também 2 pontos, assim como o "cruza", cada cruzada de taco que a dupla rebatedora conquista, ganha 2 pontos.
        No Distrito Federal, mais precisamente na cidade-satélite de Sobradinho, é aceito como regra de vitória total à dupla cujo lançador conseguir pegar a bola no ar, sem deixar que a mesma escape e toque ao chão. Esta regra também é muito usada no Paraná, principalmente em Curitiba e em Cascavel, em Fortaleza, e também em algumas partes do Rio Grande do Sul.

Pedido de time, tempo ou "bets morto"

       No interior de São Paulo, o jogo só pode ser paralisado se houver pedido de tempo, ou time (em inglês), também conhecido como "licença bets" ou "bets-tempo", como também "bets-empacotado" e "licença pra um". Caso contrário, os jogadores podem derrubar a casinha adversária se um dos jogadores se ausentar da partida sem solicitar time. No sudoeste do Paraná, também é conhecido como "frio-bets".
          Time-pra-dois é a expressão utilizada quando é necessário pausar o jogo. Assim que for solicitado o Time-pra-dois, conta-se até 100. Se o jogador ausente não voltar nesse período, os adversários podem começar a contar os betes até que o jogador volte. Quando uma dupla solicita time-pra-dois, ele recebe "uma pra trás". Em Brasilia, chama-se LB2("licença bet dois").
         No Rio de Janeiro (cidade), a regra de descanso é falado "taco-pra-dois" se for para os dois jogadores ou todos eles, e "taco-pra-um" se só for um jogador com o taco.

Pedido de "pátio" ou "bolinha perdida"

          Se a bola rebatida cair em local de difícil acesso (pátio de prédio com portão trancado ou com cão ou ainda terreno baldio com mato fechado), a dupla de rebatedores só poderá marcar pontos até que a outra dupla grite "pátio" ou "bolinha perdida" e haja, claro, comum acordo quanto à dificuldade de acesso. Em geral, quando a bola é isolada a um local de difícil acesso, a dupla de rebatedores ganha pontos adicionais por causa da interrupção ou até mesmo decreta-se sua vitória.


http://pt.wikipedia.org/wiki/Bete-ombro
http://www.livresportes.com.br/reportagem.php?id=1200


Então fica a dica!!! Se tiverem oportunidade, pratiquem Bete-ombro... Relembre o seu tempo de criança e/ou ensine para seus filhos, a diversão será garantida!!!

Leana Gioia Siqueira