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domingo, 31 de março de 2013

AUTISMO


                          O autismo, também chamado de Transtorno do Espectro Autista, é um Transtorno Global do Desenvolvimento (TGD) que tem influência genética e é causado por defeitos em partes do cérebro, como o cerebelo, por exemplo.
                    Caracteriza-se por dificuldades significativas na comunicação e na interação social, além de alterações de comportamento, expressas principalmente na repetição de movimentos, como balançar o corpo, rodar uma caneta, apegar-se a objetos ou enfileirá-los de maneira estereotipada. Todas essas alterações costumam aparecer antes mesmo dos 3 anos de idade, em sua maioria, em crianças do sexo masculino.
                     Para o autista, o relacionamento com outras pessoas costuma não despertar interesse. O contato visual com o outro é ausente ou pouco frequente e a fala, usada com dificuldade. Algumas frases podem ser constantemente repetidas e a comunicação acaba se dando, principalmente, por gestos. Por isso, evita-se o contato físico no relacionamento com o autista - já que o mundo, para ele, parece ameaçador. Insistir neste tipo de contato ou promover mudanças bruscas na rotina dessas crianças pode desencadear crises de agressividade.
                     Para minimizar essa dificuldade de convívio social, vale criar situações de interação. Respeite o limite da criança autista, seja claro nos enunciados, amplie o tempo para que ele realize as atividades propostas e sempre comunique mudanças na rotina antecipadamente. A paciência para lidar com essas crianças é fundamental, já que pelo menos 50% dos autistas apresentam graus variáveis de deficiência intelectual. Alguns, ao contrário, apresentam alto desempenho e desenvolvem habilidades específicas - como ter muita facilidade para memorizar números ou deter um conhecimento muito específico sobre informática, por exemplo. Descobrir e explorar as 'eficiências' do autista é um bom caminho para o seu desenvolvimento.


(FONTE: http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/educacao-especial/na-duvida-autismo-624077.shtml)

Este vídeo da Turma da Mônica é interessante, vale a pena dar uma olhadinha: http://www.youtube.com/watch?v=o32v1puYD0g


Espero ter contribuído,
ótima semana, abraço
Ivna Caroline

sábado, 30 de março de 2013

Os efeitos do chocolate em nosso organismo

Páscoa é sinônimo de??? Chocolate... poise...  É nessa época do ano em que mais temos acesso a grandes quantidades dessa substância divina. É comum nesse período exagerarmos um pouco na quantidade, porém é necessário estar atento aos efeitos do mesmo em nossa saúde.

O chocolate realmente possui, ainda que em pequena quantidade, uma substância química chamada feniletilamina, que é a mesma produzida pelo nosso corpo quando estamos felizes ou apaixonados. Além disso, ele pode aumentar o nível de serotonina no cérebro, responsável pela sensação de bem-estar. Mas os cientistas ainda têm muito o que estudar sobre os efeitos do chocolate no humor e na saúde das pessoas. Afinal, ele possui mais de 300 substâncias químicas!

De que é feito o chocolate?

O chocolate é feito a partir das sementes do cacau, um fruto que tem sua origem no continente americano, provavelmente nas bacias dos rios Amazonas e Orinoco. As sementes, depois de fermentadas e torradas, são separadas da casca e moídas. O calor da fricção da moagem derrete o conteúdo dos grãos e assim são extraídos a gordura, mais conhecida como manteiga de cacau, e o licor, um líquido espesso, marrom e amargo.

O licor misturado à manteiga de cacau, depois de frio, vira o chocolate amargo, usado como base em sobremesas, bolos e biscoitos. O meio amargo leva ainda açúcar, às vezes, leite em pó e aroma de baunilha. O chocolate ao leite têm menos licor de cacau, mais açúcar e leite. Já o branco, do cacau, só tem a manteiga. Por não levar o licor, que dá o sabor característico do chocolate preto, muitos amantes do doce não o consideram um chocolate legítimo.

É um alimento saudável?

Além de dar uma leve sensação de bem-estar, o chocolate, principalmente o amargo, possui flavonóides, substância encontrada naturalmente no cacau e também em frutas, vegetais, chás e vinho tinto. Pesquisas recentes mostram que os flavonóides funcionam como um antioxidante, prevenindo ou retardando danos a células do corpo, o que pode ser bom para a circulação sanguínea. A manteiga de cacau, usada na fabricação do chocolate, também não é considerada uma gordura ruim, pois não eleva os níveis de colesterol no sangue.

Mas é bom lembrar que principalmente o chocolate ao leite, o mais consumido no Brasil, leva ainda outros tipos de gordura e é rico em açúcar e calorias, que podem fazer mal ao coração. A maioria dos estudos também não diz a quantidade ou por quanto tempo é preciso comer chocolate para se alcançar esses benefícios e, muito menos, dão o balanço dos riscos para a saúde a longo prazo.

Chocolate engorda?

Depende da quantidade. Geila Felipe, nutricionista da Fiocruz e do Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição da região Sudeste, diz que as pessoas tendem a superestimar as calorias do chocolate. Um tablete pequeno de 20 gramas de chocolate ao leite, por exemplo, tem aproximadamente 110 quilocalorias (Kcal).

Agora, se você é daqueles que devoram facilmente uma barra grande de 100 gramas ou uma caixa inteira de bombons, é bom tomar cuidado. Uma pessoa adulta precisa em média entre 2.000 e 2.500 Kcal. Se você ultrapassar suas necessidades diárias, irá engordar.

O mesmo vale para quem quer emagrecer. Geila defende que, se a pessoa gosta muito de chocolate, não haverá problema de incluí-lo na dieta, desde que seja só um pedacinho. E não adianta recorrer aos do tipo diet. Eles são para quem tem diabetes. Por isso, apesar de não conterem açúcar, podem ser até mais calóricos do que os outros, por causa da maior quantidade de gordura.

Os nutricionistas recomendam para uma pessoa saudável o máximo de 30 a 50 gramas de chocolate por dia.

Fonte: http://efeitosdochocolate.blogspot.com.br/2008/06/efeitos-do-chocolate-em-nosso-organismo.html

Att. Luís Miguel Makohin

Feliz Páscoa !!!

sexta-feira, 29 de março de 2013

Alfabetização corporal




         João Batista Freire, da Universidade Estadual de Santa Catarina, destaca que hoje é essencial trabalhar a alfabetização corporal: "Existe um vocabulário motor, uma 'fala' do corpo, e é possível fazer a turma avançar apresentando novas experiências e propostas de ação". Assim, uma ampla gama de atividades deve ser proposta para os alunos ampliarem seu repertório de vivências. Se os meninos não gostam de dançar e as meninas têm menos força física, essas características precisam ser respeitadas, mas cabe ao professor criar atividades que valorizem todas as características, já que o propósito atual do ensino de Educação Física não é mais revelar atletas, como já foi comum no passado. 
       Glauco Ramos, professor do Departamento de Educação Física e Motricidade Humana da Universidade Federal de São Carlos, dá um exemplo: "O futebol precisa ser trabalhado com a adaptação de regras de acordo com o grupo. Não pode ser a reprodução do esporte profissional que acompanhamos pela televisão". Esse trabalho fica mais fácil quando o professor constrói junto com a garotada as práticas corporais a estudar, aproximando a escola daquilo que é feito na comunidade. Se o funk, o hip hop e o rap são muito presentes nela, é uma ótima pedida levá-los para as aulas. Isso faz com que todos participem com mais interesse. 
          Como o foco não é mais só correr e pôr a turma para jogar bola, a maneira de transmitir os conhecimentos precisa ser diversificada. Por isso, a Educação Física não tem lugar apenas na quadra, mas na sala de aula, na de vídeo, no pátio, em palestras de profissionais e visitas a academias de ginástica e escolas de esportes. O caderno passa a ser o espaço para registrar descobertas e ref lexões, criar brincadeiras e regras, pesquisar e observar experiências. "Não há 100% de garantia de que o uso de materiais variados resulte em boas aulas. Mas, se forem bem usados, eles tornarão as aulas mais ricas", diz Samuel de Souza Neto, da Universidade Estadual Paulista (Unesp).


Att. Edilson de Oliveira

quinta-feira, 28 de março de 2013

Aulas diferenciadas de Educação Física... fica aí algumas sugestões!!



1. Pinobol: atividade aeróbica para trabalhar em equipe

O Pinobol é indicado pela professora Priscilla Voss, da Fundação Gol de Letra, do Rio de Janeiro, para 3ª e 4ª séries. É um jogo que desenvolve a capacidade cardiorrespiratória das crianças e a cooperação. Para começar, a professora providencia alguns cones de plástico, daqueles de trânsito - de sete a 15 -, que são espalhados aleatoriamente pelo pátio. Se não houver esses cones, a dica é usar baldes ou banquinhos e cadeiras pequenas de plástico. "Quanto maior o número de cones, mais difícil fica o jogo. Por isso, o melhor é ir aumentando a quantidade de forma gradual", explica Priscilla.

Ela divide os estudantes em duas equipes, que ficam em fila indiana, uma ao lado da outra. Apenas dois alunos - um de cada equipe - competem de cada vez. O jogador da equipe A precisa "queimar" o adversário com uma bola. O jogador da B tem como objetivo derrubar os cones - o mais rápido possível e com qualquer parte do corpo. Priscilla dá a partida e cronometra cada etapa. Quando o aluno da B é atingido, ele é substituído pelo próximo da fila. O mesmo acontece com o jogador da equipe A assim que arremessa a bola. Quando a fila termina, os papéis se invertem. Ganha a equipe que derrubar todos os cones em menor tempo.

2. Brincadeiras de rua adaptadas para a escola 
Valorizar as brincadeiras de rua é um dos objetivos da professora Cindy Siqueira em suas aulas de Educação Física na Escola Anézio Cabral, em Osasco (SP). Para começar o trabalho com a turma da 1ª série, ela lançou a questão: do que vocês brincam com os amigos quando estão fora da escola? "De Balança Caixão", um dos alunos respondeu, explicando como era a brincadeira. Os colegas começaram, então, a discutir os detalhes das regras que seriam seguidas por eles quando fossem brincar no pátio.

O Balança Caixão começa quando uma criança é balançada por dois amigos que a seguram pelas mãos e pernas. Enquanto isso, os demais cantam: "Balança caixão, balança você. Dá um tapa nas costas e vai se esconder!" Terminada a música, a criança que estava suspensa é deixada no chão com cuidado (providencie um colchonete para evitar impacto das costas do aluno com o solo) e espera por alguns instantes até que todos - inclusive os colegas que a seguraram - se escondam. Na hora da brincadeira, contudo, os alunos de Cindy tiveram que adaptar as regras. "Perguntei às crianças o que fazer, já que não havia esconderijo suficiente para todos no pátio", conta. A garotada resolveu o problema dividindo a classe em dois grupos que se alternariam: o de pegadores e o de fujões.

Numa etapa seguinte, a professora pediu aos estudantes para perguntar aos pais e vizinhos se conheciam o Balança Caixão e quais eram as regras no tempo em que eram crianças. A idéia era fazer a garotada descobrir em que pontos a brincadeira coincidia ou se diferenciava em relação à atual. Para enriquecer mais ainda a atividade, Cindy levou para a classe uma reprodução do quadro Jogos Infantis, do pintor Pieter Bruegel. A pintura apresenta 84 atividades lúdicas do século 16. "Os alunos ficaram maravilhados ao descobrir que as crianças daquela época conheciam uma brincadeira semelhante ao Balança Caixão", conta Cindy.

3. Bola na Torre: um jogo para seguir e criar regras
Parece basquete, mas não é. No Bola na Torre, outra atividade proposta pela professora Priscilla, da Fundação Gol de Letra, a meninada precisa encestar a bola. Mas não é tão simples assim, porque a tabela se move! O jogo, indicado para estudantes de 3ª e 4ª séries, desenvolve habilidades corporais (como a pontaria) e sociais (como o trabalho em grupo). Na hora de formar as equipes, meninos e meninas se alternam. Assim, há um equilíbrio de forças e a garotada percebe as diferenças individuais.

As regras básicas são as seguintes: um aluno de cada equipe segura a cesta para seu time. Cada um dos cesteiros sobe em um dos bancos suecos colocados em extremos opostos do pátio e segura o balde na mão, tentando fazer com que a bola entre nele. Como o banco tem apenas 20 centímetros de altura, não há perigo de a criança se machucar caso caia. Todos se revezam na função de tentar fazer a bola entrar no balde. "Nessa posição, a criança desenvolve o equilíbrio e a coordenação motora", explica Priscilla. A garotada pode criar outras regras: é permitido andar com a bola na mão? Quantas vezes a bola pode quicar antes de ser arremessada?
Se a classe for numerosa, logo os estudantes vão perceber que não dá para todos jogarem ao mesmo tempo. Eles mesmos vão pedir para dividir os times. Depois, é só prestar atenção para que ninguém se esqueça do regulamento.


fonte: revistaescola.abril.com.br




FELIPE  ALEXANDRE

quarta-feira, 27 de março de 2013

ANÁLISE DA FREQUÊNCIA CARDÍACA E RESPIRATÓRIA ENQUANTO INDICADORES DE INTENSIDADE E ESFORÇO

Resumidamente podemos dizer que frequência cardíaca é determinada pelo número de vezes que o coração bate no intervalo de um minuto. Já a frequência respiratória tem a ver com o ritmo em que ocorre o processo de inspiração e expiração (entrada e saída de ar nos pulmões).
Durante a realização de uma atividade física tanto a frequência cardíaca quanto a respiratória podem sofrer alterações a depender da intensidade da atividade que está sendo realizada. Compare, por exemplo, sua frequência cardíaca e respiratória antes e logo após uma corrida de 100 m. Você irá notar que tanto o seu coração quanto sua respiração sofreram uma alteração de ritmo. 
Em síntese podemos dizer que essas alterações são na verdade ações desencadeadas pelo organismo para que ele consiga abastecer o corpo com aquilo que precisa para realizar a atividade (oxigênio e nutrientes).  A respiração acelera para que o corpo capte mais oxigênio do ar e o coração bate mais rápido para que o sangue com oxigênio e nutrientes chegue mais rápido aos locais solicitados. Durante a execução de uma atividade podemos utilizar a frequência cardíaca e respiratória com indicadores da intensidade da atividade que está sendo realizada. Monitorando (verificando) a frequência cardíaca e respiratória a grosso modo podemos avaliar se a atividade realizada está fraca, moderada ou forte. 
Para aqueles que ainda não entenderam, a frequência cardiaca possibilita indicar se a intensidade da atividade está adequada. Controlando a freqüência, você evita ultrapassar o nível seguro de esforço para seu organismo. Além disso, frequências muito baixas ou muito altas, as bradicardias e taquicardias, indicam possíveis problemas no coração, sendo necessário procurar um cardiologista para fazer exames. 

A forma mais simples de se determinar a frequência cardíaca (FC) é sentido o pulso no punho ou no pescoço. Exatamente como mostra as figuras a seguir.