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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Vamos alongar!

Bom dia amigos e amigas

Nesta manha iremos abordar a importância
do alongamento no cotidiano das pessoas.

As atividades realizadas no cotidiano das pessoas e dos
atletas, contribuem para o encurtamento das fibras
musculares, ocasionando diminuição da flexibilidade (GENNARI, 2002).

O encurtamento das fibras musculares, em algumas situações
podem ocasionar problemas ao corpo humano.

Assim fica a dica pessoal, alongue-se!


Bruno José Gabriel

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Não participação nas aulas de Ed Física

Bom dia internautas!
 Vocês sabiam que segundo pesquisas realizadas por diferentes autores, referente a não participação de alunos do ensino médio nas aulas praticas de Educação Física é devido a determinados fatores, como por exemplo a falta de motivação dos próprios alunos, que podem estar acostumados com a rotina da aula do professor, "alguns casos de apenas jogar a bola", e deixar que eles façam da aula o que bem entenderem, outro fator importante pode estar ligado com a super valorização dos gestos técnicos perfeitos nas aulas, o que pode acabar excluindo os alunos menos habilidosos e fazer com que eles próprios fiquem apenas olhando seus colegas fazerem as atividades...
 AYRTON ARUANA
   

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Meia hora para mudar seu corpo

Meia hora para mudar seu corpo

Estes serão os 30 minutos mais intensos da sua vida. O segredo para um treino realmente eficiente em um tempo tão curto é simples: você não pára um segundo. O resultado, em compensação, vem em dobro. Vai parecer que você passou mais de uma hora na academia!

por Olga Penteado
garota alongando o pé Luis Gomes
 
Um desafio e tanto! A personal trainer Bianca Vilela, da Território Academia, em Alphaville (SP), elaborou uma aula de 30 minutos para você esculpir o corpo inteiro, tonificar os músculos e queimar gordura. Ufa! Parece milagre, mas não é. "O treino foi criado com os conceitos mais modernos do fitness: a combinação de dois exercícios localizados diferentes, o que dispensa intervalos. Enquanto um músculo descansa, o outro trabalha", diz ela. Além disso, a aula intercala os exercícios localizados com os aeróbicos, estimulando a queima de gordura o tempo inteiro. "Sugerimos pular corda porque é uma atividade que pode ser feita em qualquer lugar. Mas, se você preferir, dá para correr, caminhar na esteira ou ainda pedalar."

Temos mais uma boa notícia: você só vai malhar três vezes por semana. No primeiro treino, trabalhará braços, peito, costas, ombros e abdômen. O segundo é concentrado em coxas e bumbum e o terceiro contempla o corpo inteiro. "Todos os músculos são exercitados duas vezes por semana. Menos que isso, seria ineficiente", explica a personal. Para a aula render mais, preste atenção nas instruções abaixo.

. Os exercícios localizados estão agrupados em duplas. Faça uma série de um e, depois, uma série do outro, alternadamente, sem descanso. Por exemplo, uma série para braços, uma série de abdominal, repete a série para braços e volta à série de abdominal...
. Ao completar as duplas de localizados, pule corda por dois minutos.
. O treino é rápido porque não tem intervalos. Isso não significa que você deve acelerar ao executar os exercícios localizados. Faça-os de forma controlada, sentindo os músculos que estão sendo trabalhados.
. Para facilitar a contagem do tempo, os exercícios não são divididos em repetições, mas em segundos. Cada série tem 30 segundos.
. Comece fazendo duas séries de 30 segundos de cada exercícios. Quando estiver fácil, passe para três séries de 30 segundos.
. Se o ritmo estiver muito puxado, pare um pouco para abaixar a freqüência cardíaca e recuperar o fôlego.

sem parar, 30 minutos, 3x por semana


Para aquecer o corpo, comece todos os treinos pulando corda por dois minutos. E reserve os três minutos finais para alongar os músculos trabalhados. Se sobrar um tempinho, repita o exercício para a área mais necessitada, bumbum, barriga, coxas... Todos os movimentos são feitos com carga para maior eficiência do treino. A indicação é a seguinte: iniciante, de 0 a 1 quilo; intermediária, de 2 a 3 quilos; e avançada, acima de 4 quilos.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Como saber se estou no peso ideal?

O IMC (Índice de Massa Corporal) é uma medida de fácil obtenção usada para calcular se a pessoa está no peso ideal.
É um método rápido e muito prático, pois é obtido com medidas simples como peso e altura. Basta apenas dividir o seu peso em Kg pela sua altura em metros, elevada ao quadrado, assim como na fórmula abaixo:


IMC = Peso / (Altura x Altura)


Após esse calculo, o valor encontrado deve ser analisado de acordo com a tabela:
IMC
Classificação
< 18,5
Magreza
18,6 – 24,9
Saudável
25,0 – 29,9
Peso em excesso
30,0 – 34,9
Obesidade Grau I
35,0 – 39,9
Obesidade Grau II (severa)
≥ 40,0
Obesidade Grau III (mórbida

Para a avaliação de adolescentes, é feito o mesmo calculo, porém, ele é analisado a partir de tabelas de percentil, separadas por sexo:  


IMC < Percentil 5 = baixo peso
IMC entre Percentil 5 e 85 = eutrófico (normal)
IMC > percentil 85 = sobrepeso
IMC >percentil 95 associados a outros métodos de avaliação = obesidade

O IMC é um método bom, no entanto tem algumas falhas. Como ele verifica apenas a massa corporal, não separando-a em massa magra (músculo, ossos...) e massa gorda, é possível que uma pessoa que não esteja acima do peso e tenha uma musculatura desenvolvida seja classificada segundo o IMC como obeso, caso seja o seu caso, um profissional poderá fazer uma avaliação mais detalhada e poderá orientá-lo melhor.


fonte: http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/

Paloma Merlini

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Mochila Escolar

A mochila escolar tem sido um problema na vida de jovens e crianças. Para os alunos maiores, devido ao peso que os mesmos carregam nas costas. Já para as crianças menores o problema torna-se a questão de quem deve carregá-la, a criança ou os pais.

Se observarmos o portão de uma escola no horário de entrada, veremos que isso realmente acontece. Alunos carregando mochilas enormes, tão pesadas que chegam a tombarem-se para frente para suportar o peso e se equilibrar melhor. Vemos também, crianças pequenas que não querem carregar o material escolar, fazendo com que os pais os levem. Isso é um absurdo, pois a criança precisa criar responsabilidade a partir das obrigações que lhe são atribuídas. Se não aprende pequena, não será responsável nunca, ou terá dificuldades para isso.

Quanto aos alunos maiores, seria interessante que os professores, juntamente com a coordenação da escola, pensassem no assunto e buscassem soluções para o problema. Poderiam organizar os horários das aulas de forma que os alunos não tivessem que levar tantos materiais num mesmo dia ou, caso seja possível, que mantivessem alguns materiais na própria escola, a fim de amenizar o peso que estes têm de carregar.


Má postura em razão do peso da mochila

Já a questão das crianças menores é mais complexa. Carregar a mochila do filho pode tornar-se uma atitude que prejudica a sua formação, quanto à questão de responsabilidade, pois a criança desde pequena deve aprender a cuidar daquilo que é seu.

O que os pais podem fazer é ajudar a criança na organização dos materiais, dispondo-os de forma mais adequada, deixando que alguns deles sejam carregados nas mãos para dividir o peso. Assim, estarão fazendo o filho perceber que a responsabilidade é sua, mas que pode contar com outro tipo de ajuda. E aos poucos essa criança vai se preparando para viver a vida, já que desde cedo consegue formar conceitos e valores.

Quando os pais assumem essa responsabilidade, achando que estão ajudando, o filho pode pensar que tal atitude é obrigação dos pais e que esses deverão carregar não só a mochila, mas todas as dificuldades que encontrar pela vida, aprendendo a não enfrentá-las de forma normal, fazendo com que o sujeito torne-se dependente e sem critérios para resolução dos seus problemas.

É bom lembrar também que os pais se sentem mais seguros para dar liberdade aos filhos quando percebem que estes possuem responsabilidade. O tempo passa, os filhos crescem e logo chega o período de adolescência, quando vão querer sair com seu grupo de amigos.

Então permitam que seus filhos aprendam esse valor tão importante para enfrentar a vida. Isso é educação saudável, pois através do peso da mochila a criança vai aprendendo a carregar o peso da vida, que não é sempre um mar de rosas.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
Disponível em: http://educador.brasilescola.com/sugestoes-pais-professores/mochila-escolar.htm


Leana Gioia Siqueira

domingo, 25 de setembro de 2011

A Dança na educação - Por Jonathas Stadler

     A dança surgiu como forma de comunicar-se, num tempo no qual o homem ainda não articulava os sons da fala. Comunicava-se então, utilizando os gestos do próprio corpo numa mímica que de início tinha função “verbal’ e posteriormente adquiriu significados ritualísticos, festivos e de cura. É também considerada uma das artes mais antigas e a única que despensa materiais e ferramentas. Ela só depende do corpo e da vitalidade humana para cumprir sua função, enquanto instrumento de afirmação dos sentimentos e experiências subjetivas do homem.
      Dançar é uma das maneiras mais divertidas e adequadas para ensinar na prática, todo o potencial de expressão do corpo humano. Enquanto mexem o tronco, as pernas e os braços, os alunos aprendem sobre o desenvolvimento físico e também culturas de outros países. "É um ótimo recurso para desenvolver uma linguagem diferente da fala e da escrita, aumentar a sociabilidade do grupo e quebrar a timidez", afirma Atte Mabel Bottelli, professora da Faculdade Angel Viana e da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Além disso, o trabalho pode ser feito com turmas de todas as idades e de forma interdisciplinar. "A prioridade é levar a criança a ter consciência corporal e entender como o corpo dela se relaciona com o espaço", ensina Ivaldo Bertazzo, coreógrafo e professor de reeducação do movimento, de São Paulo.
      A dança na escola deve proporcionar oportunidades para que o aluno possa desenvolver todos os seus domínios do comportamento humano e, através de diversificações e complexidades, o professor possa contribuir para a formação de estruturas corporais mais complexas.
      Além disso a dança proporciona vários benefícios, tais como:
- Desenvolvimento físico, cognitivo, social e afetivo;
- Estimula o trabalho das funções psicomotoras, tais como: esquema e imagem corporal, tônus, equilíbrio, lateralidade, dissociação do movimento, estruturação espaço-temporal; praxia global e fina, ritmo e relaxamento;
- Desenvolvimento da expressividade corporal e dramatização;
- Socializa, possibilitando conviver harmoniosamente em grupo;
- Amplia a linguagem corporal do aluno e a capacidade motora;
- Entre outros.
     Portanto, a dança proporciona aos alunos a oportunidade de melhorar sua relação com seu próprio corpo aumentando a expressão corporal, se socializando mais e ainda, estudar um pouco mais sobre outras culturas, além é claro de aproveitar todos os benefícios que a dança proporciona.

sábado, 24 de setembro de 2011

Cãibra, dor nada agradável!


Ao praticarmos atividades físicas intensas colocamos os nossos músculos em um trabalho forte e progressivamente extenuante. Como conseqüência, problemas musculares como as cãibras musculares podem surgir.

Cãibras musculares nada mais são do que contrações musculares intensas de um só músculo isolado ou de um grupo deles e que ocorrem sem serem solicitados, ou seja, são contrações involuntárias. Normalmente acontecem após exercícios físicos e podem desencadear outros tipos de lesões.

Existem diferentes teorias para explicar como e por que as cãibras musculares surgem. As causas podem ser os metabólitos tóxicos produzidos no organismo pela desidratação e perda de sais, ausência de vitaminas na dieta e fatores ambientais (como a falta da prática de exercícios físicos, e de maneira repentina exigir demais apenas de uma região de músculos).

Sabendo que câibra é maléfica ao nosso corpo, principalmente aos nossos músculos - onde ocorre a câibra – temos de saber maneiras de evitá-la. Aqui vão algumas dicas:

1. Beba muito líquido para ficar hidratado durante o exercício;

2. Reponha o sódio (encontrado principalmente em alimentos como banana, figo, maracujá, leite desnatado em pó), durante os intervalos de exercícios pesados e transpiração abundante, com uma bebida esportiva/isotônica;

3. Descanse os músculos após um treino intenso;

4. Faça refeições de 3 em 3 hora; Equilibre a sua dieta;

5. Consuma no mínimo 3 opções de frutas; verduras e legumes ao dia;

6. Varie os alimentos da sua dieta para obter todos os nutrientes necessários!

É isso pessoal, evitemos a fadiga!
 Até a próxima...

                                                  Postado por Jéssie Aline

            

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Criança atira contra professora no ABC paulista


Um menino de 10 anos atirou contra uma professora dentro da sala de aula na Escola Professora Alcina Dantas Feijão, em São Caetano do Sul, no ABC paulista, por volta das 15h30 desta quinta-feira (22). No momento dos disparos, havia 25 alunos no local.

Segundo a Prefeitura da cidade, David Mota Nogueira, aluno do 4º ano C, disparou contra a professora Rosileide Queiros de Oliveira, de 38 anos, e, em seguida, ele se retirou da sala e atirou na própria cabeça.
O aluno foi atendido no Hospital de Emergência Albert Sabin, na Avenida Keneddy, em São Caetano. Ele sofreu duas paradas cardíacas e morreu por volta das 16h50. A professora foi socorrida pelo helicóptero Águia da Polícia Militar e encaminhada ao Hospital das Clínicas, na capital paulista. Seu estado de saúde é considerado estável.

O garoto é filho do GCM (Guarda Civil Municipal) Nilton Evangelista Nogueira, dono do revólver calibre 38 usado no crime. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, a arma era particular e não da corporação.

Alvo de gozação
David sofria bullying pelo fato de ser manco, segundo informações do Diário do Grande ABC. "O pessoal da sala dele zoava muito com a deficiência", disse Cayan de Castro Amorim, 14, aluno da escola, em entrevista ao jornal.


Reportagem postada no dia 23/09/2011
Dísponivel em: http://br.noticias.yahoo.com/crian%C3%A7a-atira-professora-abc-paulista-204500450.html



Leana Gioia Siqueira

Qualidade de Vida e Bons Hábitos de Alimentação

                Devido a correria do dia a dia, as pessoas não tem tempo para se alimentar corretamente, a grande maioria acaba comendo comidas fast food, lanches, salgados, refrigerantes entre muitas outras coisas, e acabam se esquecendo que o nosso corpo precisa de alimentos saudáveis para que não tenhamos possíveis problemas a curto ou longo prazo.
                O nosso organismo precisa de vitaminas, carboidratos, proteínas que não encontramos em esse tipo de comida.
                Consuma diariamente alimentos, como cereais integrais, feijões, frutas, legumes e verduras, leite e derivados, e carnes magras, aves ou peixes.
                Faça ao menos três refeições principais por dia.
                Beba muita água entre as refeições.
                Coma a cada 2 ou 3 horas, assim você não exagera.


Nas minhas próximas postagens darei dicas e receitas para uma alimentação saudável!

Ivna

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Sedentarismo não dá!

sedentarismo é a falta de atividade física suficiente para o corpo e que também acaba afetando a saúde e atrofiando os músculos.
Quando se fala em atividade física, ela não está necessariamente apenas na prática de esportes. As atividades físicas podem ser caminhada até o trabalhosubir escadas, realizar alguns esforços físicos ou até mesmo as donas de casa, que de certa forma fazem esforços, limpando suas casas. O Sedentarismo acontece quando a pessoa gasta poucas calorias diárias com qualquer tipo de atividade física, pessoas que não tem costume de fazer qualquer exercício. Para sair da classificação do sedentarismo, o ser humano precisa gastar 2.200 calorias por semana.
A falta de atividade física causa o sedentarismo que como consequência traz o aparecimento de doenças como a hipertensão , doenças respiratórias, diabetes, aumento de colesterol, infarto e também distúrbios cardíacos. Hoje mais de 60% da população não pratica nenhum tipo de atividade física.
sedentarismoA pratica da atividade física traz benefícios à saúde, como:
  • Ajuda a controlar o peso;
  • Diminui a pressão sanguínea;
  • Reduz o risco de desenvolver a pressão alta;
  • Diminui o risco de desenvolver doenças, como a diabete;
  • Ajuda a manter ossos, músculos e articulações saudáveis;
  • Ajuda a previnir e diminuir a obesidade;
  • Promove o bem-estar.
O Sedentarismo é classificado como uma doença e atinge cada vez mais pessoas no mundo. Uma das principais causas são as modernidades que encontramos atualmente, pois o conforto acabou tomando conta das pessoas e cada vez não damos conta disso e mesmo sem saber a população acaba ficando acomodada. O sedentarismo pode ainda acelerar o envelhecimento.
Existem muitas formas de se evitar o sedentarismo como:
  • praticar atividades físicas, correr, caminhar, pedalar, nadar, jogar bola com os amigos;
  • fazer alguns esforços no dia a dia, desçer do ônibus alguns pontos antes e completar o percurso fazendo caminhada; deixar o controle remoto de lado e levantar para mudar o canal da TV; procurar subir as escadas ao invés de usar o elevador, etc;
Essas são formas de se evitar o sedentarismo, além de fazer muito bem à saúde. São pequenas mudanças da vida moderna e que não percebemos que podem fazer a diferença.
O ideal é apenas mudar os hábitos do dia a dia e mesmo sem tempo ou dinheiro você consegue ter uma vida mais saudável.



Henrique Franke
texto retirado de:
http://www.infoescola.com/saude/sedentarismo/

postagem sobre Qualidade de Vida - por Caroline Cordeiro.


O desafio da qualidade de vida
O termo qualidade de vida, de fato, tem sido muito utilizado ultimamente, mas não há consenso sobre sua definição.
Nesta reflexão, vamos abordar algumas questões importantes sobre este tema, embora seja sempre importante lembrar que a qualidade de vida tem algo de subjetivo, ou seja, próprio de pessoa para pessoa.
Nos textos e nas conversas, a qualidade de vida aparece como afirmação que dispensa explicações: quem escreve ou fala tem a certeza de que quem lê ou ouve sabe do que se está falando. Acontece, porém, que quem lê ou ouve pode estar pensando em coisas totalmente diferentes.
Muitos são os fatores que influenciam na qualidade de vida e os mais importantes dependem de cada um de nós, da nossa visão do ideal, da nossa herança familiar e cultural, da fase da vida em que estamos, da nossa expectativa em relação ao futuro, das nossas possibilidades, do ambiente, da visão que temos do mundo e da vida, dos nossos relacionamentos, etc.
É claro que existem certas condições básicas, como: ter o que comer, morar, saúde, liberdade de escolha... Quando elas não existem, tornam-se prioridade número um e não há muito o que discutir.

Quantidade e Qualidade
O ser humano, infelizmente, não raro vive em um constante mal-viver. Em outras palavras, pode-se afirmar que ele não tem, ou tem poucos momentos de felicidade e prazer. Isso faz com que se tenha também maior suscetibilidade às doenças.
Sobre esta questão nunca é repetitivo demais dizer que ter quantidade de vida é importante, mas é diferente de ter qualidade de vida.
A qualidade de vida do ser humano, no sentido amplo da expressão, somente é compreendida se for captada nas suas múltiplas dimensões, como a vida no trabalho, a vida familiar e a vida na sociedade, a espiritualidade, enfim, em toda a vida.

O que é Qualidade de Vida
Lyndon Johnson, presidente dos Estados Unidos, foi o primeiro a empregar a expressão qualidade de vida, ao declarar, em 1964, que “os objetivos não podem ser medidos através do balanço dos bancos. Eles só podem ser medidos através da qualidade de vida que proporcionam às pessoas.”
O interesse em conceitos como “padrão de vida” e “qualidade de vida” foi inicialmente mais de interesse de cientistas sociais, filósofos e políticos, pois estava muito ligado à diminuição da mortalidade ou ao aumento da expectativa de vida. Posteriormente, foram-se acrescentando outros parâmetros.
O Grupo de Qualidade de Vida da divisão de Saúde Mental da Organização Mundial da Saúde, por exemplo, definiu qualidade de vida como “a percepção do indivíduo de sua posição na vida no contexto da cultura e sistema de valores nos quais ele vive e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações”.
O mesmo Grupo enumerou algumas características importantes para a avaliação da qualidade de vida. Vejamos: Percebe-se, por estas características, que qualidade de vida envolve um conjunto de fatores que devem existir para uma vida melhor. Isso quer dizer que a qualidade de vida passa pela necessária mudança de comportamento, vivência de valores, crescimento profissional e humano, disciplina e respeito, cuidados com os ambientes, atenção à saúde, vivência de uma espiritualidade...

Uma luta constante
Vivemos no mesmo espaço e nossas vidas constituem-se de trocas cotidianas. Como seres sociais, queremos e precisamos do auxílio de outras pessoas no processo de construção da vida particular e grupal, etc.
E sendo a liberdade uma das características no processo felicidade/qualidade de vida, como posso ter qualidade de vida se necessito conciliar e integrar a minha vida com a vida de outras pessoas?
Leonardo Boff, falando sobre este dilema, afirma que a característica principal dessa integração é a cultura da solidariedade, que envolve:
• Valores: gratuidade, reciprocidade, cooperação, compaixão, respeito à diversidade, complementaridade, comunidade, amor.
•Princípios: autogestão, respeito à diversidade / complexidade, convivência solidária com a natureza e cuidado com o meio-ambiente, democracia, descentralização / desconcentração do poder, das riquezas, dos bens...
• No novo projeto de desenvolvimento deve haver, portanto: primazia do trabalho sobre o capital, economia a serviço do social, tecnologia que não agrave o desemprego e a poluição da natureza, etc. Nesta perspectiva, toda a qualidade individual é, de certa forma, uma qualidade coletiva.


Disponível em: http://www.pime.org.br/missaojovem/mjecologiavida.htm

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Alongue-se

Bom dia amigos e amigas

É determinado pelo senso comum e por estudiosos
que realizar atividade física é essencial para que
tenhamos qualidade em nossa vida. Entretanto alguns
cuidados cotidianos devem ser tomados: Refiro-me
ao ato de alongar.

Você sabe o conceito de alongamento?

"Exercício Física que tem por finalidade manter ou
desenvolver a flexibilidade" (ACHOUR JR., 1999).

Obrigado pela sua atenção!

Bruno José Gabriel - 20/09/2011

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Encontros

Os integrantes do PIBID Educação Física, fazem as reuniões uma  vez por semana, para discutirem as estratégias a  serem tomadas, para que um trabalho melhor seja efetuado. Aproveitando esta oportunidade também dão sequencia em suas respectivas pesquisas, já que o PIBID, através do Colégio Estadual General Osório é utilizado como uma forma de coletas de dados para pesquisa de campo, uma vez que os acadêmicos estão presentes inseridos no meio docente. Nesta ultima reunião ficou estabelecido que as apresentações dos trabalhos se iniciarão na próxima sexta feira (23/09/2011) através de textos que serão apresentados em power point.

domingo, 18 de setembro de 2011

Atividade física X exercício físico

Você sabe a diferença entre atividade física e exercício físico ou você acha que é tudo a mesma coisa? Bem, pra quem não sabia há sim uma diferença entre os dois. E essa diferença é capaz de acarretar diversas alterações no organismo de quem pratica tanto um quanto o outro.
Bem, abaixo seguem os conceitos:
Atividade física: é o ato de se movimentar, botar o seu corpo pra trabalhar. Isso pode ser feito ao som de uma boa música, ajudando em casa ao lavar a louça ou varrer os ambientes, ao bater uma bolinha no final de semana ou até ao escrever uma carta.


Exercício físico: é a repetição de uma determinada atividade física. Pode ser uma corrida que se faz todos os dias, abdominais feitos com regularidade, natação, enfim, atividades que exijam que os mesmos movimentos sejam realizados sempre.


Você que está lendo esse post se encaixa no perfil de quem pratica atividade física ou exercício físico? Fazendo um ou outro, o importante é se exercitar sempre pra manter a saúde e a boa forma também!
 
Andrigo D. de Campos

sábado, 17 de setembro de 2011

Qualidade de vida e Atividade Física

         No Brasil, o sedentarismo é um problema que vem assumindo grande importância. Pesquisas mostram que a população atual gasta bem menos calorias por dia, do que gastava há 100 anos, o que explica porque o sedentarismo afetaria aproximadamente 70% da população brasileira, mais do que a obesidade, a hipertensão, o tabagismo, o diabetes e o colesterol alto.
         O estilo de vida atual pode ser responsabilizado por 54% do risco de morte por infarto e por 50% do risco de morte por derrame cerebral, as principais causas de morte em nosso país. Assim, vemos como a atividade física é assunto de saúde pública.
         A prática regular de exercícios físicos acompanha-se de benefícios que se manifestam sob todos os aspectos do organismo. Do ponto de vista músculo-esquelético, auxilia na melhora da força e do tônus muscular e da flexibilidade, fortalecimento dos ossos e das articulações.
Com relação à saúde física, observamos perda de peso e da porcentagem de gordura corporal, redução da pressão arterial em repouso, melhora do diabetes, diminuição do colesterol total e aumento do HDL-colesterol (o "colesterol bom").
         Todos esses benefícios auxiliam na prevenção e no controle de doenças, sendo importantes para a redução da mortalidade associada a elas. A pessoa que deixa de ser sedentária e passa a ser um pouco mais ativa diminui o risco de morte por doenças do coração em 40%! Isso mostra que uma pequena mudança nos hábitos de vida é capaz de provocar uma grande melhora na saúde e na qualidade de vida.
         No campo da saúde mental, a prática de exercícios ajuda na regulação das substâncias relacionadas ao sistema nervoso, melhora o fluxo de sangue para o cérebro, ajuda na capacidade de lidar com problemas e com o estresse. Além disso, auxilia também na manutenção da abstinência de drogas e na recuperação da auto-estima. Há redução da ansiedade e do estresse, ajudando no tratamento da depressão. A atividade física pode também exercer efeitos no convívio social do indivíduo, tanto no ambiente de trabalho quanto no familiar.
         A prática de atividade física deve ser sempre indicada e acompanhada por profissional qualificado, o profissional de educação física. A atividade física consiste em exercícios bem planejados e bem estruturados, realizados repetitivamente. Eles conferem benefícios aos praticantes e têm seus riscos minimizados através de orientação e controle adequados.
Esses exercícios regulares aumentam a longevidade, melhoram o nível de energia, a disposição e a saúde de um modo geral. Afetam de maneira positiva o desempenho intelectual, o raciocínio, a velocidade de reação, o convívio social. O que isso quer dizer? Há uma melhora significativa da sua qualidade de vida!

Paloma Merlini

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Como avaliar na Educação Física


Na Educação Física a avaliação é a chance de verificar se o aluno aprendeu a conhecer o próprio corpo e a valorizar a atividade física como fator de qualidade de vida. Portanto, nada de considerar apenas a frequência às aulas, o uniforme ou a participação em jogos e competições - nem comparar os que têm "veia" de campeão com os que não têm. Não há uma única fórmula pronta para avaliar, mas é essencial detectar as dificuldades e os progressos dos estudantes. "O mais indicado é não utilizar um só padrão para todos, mas fazer um diagnóstico inicial para poder acompanhar o desenvolvimento de cada um", resume Alexandre Moraes de Mello, diretor da Escola de Educação Física da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

(...)

O caminho das pedras
Na Educação Física, como em todas as outras áreas, para avaliar bem é preciso definir os objetivos, pois eles determinam o conteúdo a ser trabalhado e os critérios para observar a evolução da aprendizagem. Exemplos: descobrir o próprio corpo para utilizá-lo melhor em atividades motoras básicas (correr, saltar) ou específicas (passes no basquete ou handebol, chutes no futebol) e compreender e respeitar as regras de um jogo e agir cooperativamente.

As primeiras aulas funcionam como referência, para que o professor faça a análise inicial da turma, observando e registrando as características de cada estudante. Independentemente de o grupo conhecer ou não a atividade, é preciso explicar, desde o início, os motivos pelos quais ela faz parte do programa, quais os movimentos, as capacidades e as habilidades que serão trabalhados e que aspectos serão avaliados, coletiva e individualmente. "O estudante precisa conhecer quando e como será julgado", explica Caio Martins Costa, consultor na área de Educação Física do Colégio Friburgo, em São Paulo.

(...)

Os três focos 
Os Parâmetros Curriculares Nacionais indicam três focos principais de avaliação na Educação Física:

Realização das práticas É preciso observar primeiro se o estudante respeita o companheiro, como lida com as próprias limitações (e as dos colegas) e como participa dentro do grupo. Em segundo lugar vem o saber fazer, o desempenho propriamente dito do aluno tanto nas atividades quanto na organização das mesmas. O professor deve estar atento para a realização correta de uma atividade e também como um aluno e o grupo formam equipes, montam um projeto e agem cooperativamente durante a aula.

Valorização da cultura corporal de movimento É importante avaliar não só se o educando valoriza e participa de jogos esportivos. Relevante também é seu interesse e sua participação em danças, brincadeiras, excursões e outras formas de atividade física que compõem a nossa cultura dentro e fora da escola.


Relação da Educação Física com saúde e qualidade de vida
  É necessário verificar como crianças e jovens relacionam elementos da cultura corporal aprendidos em atividades físicas com um conceito mais amplo, de qualidade de vida.

http://revistaescola.abril.com.br/educacao-fisica/pratica-pedagogica/como-avaliar-educacao-fisica-424308.shtml



Leana Gioia Siqueira

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Jogos Cooperativos

http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/ichagas/mi2/InesMarisaRogerioAvaliacaoRevLit.pdf

"Se o importante é competir, o essencial é cooperar" Fabio Brotto.

Na sociedade atual a individualização e a competitividade têm aumentado gradativamente. A cada dia mais a busca pelo poder e pelo sucesso têm superado e se sobreposto aos princípios éticos sociais. Muitas pessoas defendem a idéia de que a competitividade é uma característica inata do ser humano. Entretanto sabe-se que a cultura onde estamos inseridos influencia diretamente nos nossos gostos, escolhas e comportamentos. Na sociedade, principalmente ocidental, a competitividade é apresentada diariamente para crianças, jovens e adultos, seja na escola através de competições esportivas, no trabalho por meio da busca por promoções e destaque, ou na televisão através de cenas de novela, filme e jogos em canais de esporte. A grande verdade é que muitos acreditam que a competição é um elemento muito importante na vida de qualquer pessoa, pois a deixa mais preparada para viver num mundo competitivo como o nosso. É bem verdade que em muitos casos a competição pode ser um estimulo para certas pessoas. Entretanto ela tem uma tendência maior a diminuir a auto-estima, promove a exclusão de pessoas baseando-se em poucos critérios, aumentar o estresse, a tensão, a frustração e, além disso, pode originar comportamentos agressivos. Em oposição a competição está a cooperação que, por sua vez, possui características que buscam uma cultura voltada para a paz. Cooperação significa agir em conjunto com o outro para resolver um problema ou alcançar um objetivo comum. Assim, as pessoas não são excluídas por falhar em uma determinada tarefa, pois todos estão agindo como um grupo. Desta forma as chances de acontecer problemas como os citados acima são menores ou, até mesmo improváveis. Na buscar por um ambiente onde prevaleça a cooperação, surge a proposta dos jogos cooperativos.
Os jogos cooperativos promovem uma situação de diversão onde não há competição. De acordo com Almeida 2003:
O jogo cooperativo é um conjunto de experiências lúdicas que possibilita a todos os envolvidos avaliar, compartilhar e refletir sobre nossa relação com nós mesmos e com os outros. A idéia básica da proposta pelo jogo cooperativo é de permitir uma mudança de sentimentos e entrarmos em contato íntimo com nossas emoções para potencializar as habilidades humanas básicas como: o amor, a alegria, a criatividade, a confianças, o respeito, a responsabilidade, a liberdade, a autonomia, a paciência, a humildade, etc. ”.   

Os jogos cooperativos promovem a união entre as pessoas, pois neles as pessoas jogam uns com os outros e não uns contra os outros, passando, desta forma, a ver o outro como um parceiro e não como um inimigo ou oponente. Sendo assim, o principal objetivo do jogo cooperativo não é vencer como mandam os jogos competitivos, mas sim se divertir e promover uma relação interpessoal de paz e harmonia.
O jogo cooperativo não pode ser visto como uma forma única de se trabalhar, pois a competitividade está presente em praticamente todas as áreas da vida e temos que saber lidar com ela. Porém, é de suma importância que tenhamos uma convivência com a cooperação para que possamos desenvolver melhor as habilidades humanas acima descritas e desta maneira, buscar uma cultura voltada para a paz. Sendo assim, a Educação Física escolar tem um papel fundamental, pois através das aulas é possível colocar os alunos em situações onde eles devem cooperar para atingir o objetivo estabelecido possibilitando assim que os estes joguem com os demais e não contra os demais. 
Portanto, cabe aos profissionais da Educação Física possibilitar esta convivência com os Jogos Cooperativos para que desta maneira os alunos tenham um bom contato com a cooperação e possam usufruir dos benefícios  de longo prazo desta forma de trabalho. 
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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

O que é Educação Física?

 
           A Educação Física foi sendo construida ao longo da história, passando da preocução com o corpo forte, guerreiro ao corpo que possui marcas de uma cultura, que possui identidade própria, possui uma história.
          O corpo já foi visto como duas entidades diferentes, e assim, tratados de maneiras diferentes. Com a mudança desta concepção, corpo e mente são tratados como única esfera.
           Frente a isso, a Educação Física é uma área do conhecimento que se preocupa com o desenvolvimento total do indivíduo (físico e mental).
           Para você o que é Educação Física?
           Deixo aqui um link que aborda mais detalhadamente sobre O QUE É EDUCAÇÃO FÍSICA: http://www.usp.br/eeferp/paginas/docentes/Valdir/O%20que%20e%20Educacao%20Fisica.pdf

         
(Ivna Caroline Daniel)
           




"Nosso dever, nossa responsabilidade ética para com a sociedade, é lutar não só pelo direito constitucional de cada cidadão à prática de atividades físicas, mas para que esse direito seja garantido através da orientação e dos serviços prestados por Profissionais de Educação Física" (Jorge Steinhilber)


segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Postagem mostrando decorrer da aula da última sexta-feira 09/11.. por Caroline Cordeiro

Aulas com as turmas de 2ºs e 3ºs anos do Colégio General Osório.

alongamento


parte do circuito de avaliação dos alunos - saque de voleibol


saque 


professora explicando atividade proposta


alongamento com a outra turma


É isso aí, postagem só pra demonstrar nossas observações e atividades no Colégio General Osório. 

domingo, 11 de setembro de 2011

Grupo completo.

Todo o grupo PIBID-Educação Física reunido. Da direita para a esquerda estão: Profº Miguel, Caroline, Ayrton, Bruno, Leana, Andrigo, Ivna, Jéssie, Henrique, Jonathas e Paloma. Foto tirada logo após uma reunião semanal do programa. 

Jonathas Stadler.

Pra descontrair um pouco... =)

Professor de Educação Física

PROF. ED. FÍSICA não come,combina: proteína+carboidrato+vitaminas.
PROF. ED. FÍSICA não cheira, olfata.
PROF. ED. FÍSICA não toca, faz avaliação física.
PROF. ED .FÍSICA não respira, quebra carboidratos.
PROF. ED. FÍSICA não elogia, descreve processos.
PROF. ED. FÍSICA não tem reflexos, tem mensagem neurotransmitidainvoluntária.
 PROF. ED. FÍSICA não facilita discussões, catalisa substratos.
PROF. ED. FÍSICA não transa, faz séries com muitas repetições.
PROF. ED. FÍSICA não admite algo sem resposta, analisa o hereditário.
PROF. ED. FÍSICA não fala, coordena vibrações nas cordas vocais.
PROF. ED. FÍSICA não pensa, faz sinapses.
PROF. ED. FÍSICA não toma susto, recebe resposta galvânica incoerente.
PROF. ED. FÍSICA não chora, produz secreções lacrimais.
PROF. ED. FÍSICA não espera retorno de chamadas, espera feedbacks.
PROF. ED. FISICA não se apaixona, sofre reações químicas...

Tudo isso é ser Professor de Educação Física. Quem ama essa profissão levanta a mão! \o \o \o

Por: Jéssie Aline