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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Jiso 2013 - Fotos

Campeão Futsal Masculino - 1ºD




















Campeão Basquete Feminino 


Campeão Vôlei misto - 3ºB



Att. Edilson de Oliveira

Spray, gel e creme: anti-inflamatórios cutâneos funcionam?

Com promessa de alívio imediato da dor, os anti-inflamatórios cutâneos chamam a atenção de quem não vê a hora de se livrar do desconforto que as lesões causam.

Os produtos, que muitas vezes contam com mentol e cânfora na formulação, trazem uma sensação de conforto no local, mas será que funcionam?

Segundo o fisioterapeuta e colunista do Webrun, Claudio Cotter, o medicamento presente em sprays, géis, cremes ou emplastros não conseguem chegar até o músculo. “A penetração desses anti-inflamatórios é muito pequena, por isso não é comum os profissionais receitarem o seu uso”, explica.

Porém, muitos atletas consideram a ação do produto excelente e afirmam que a sensação de alívio de fato acontece. “As pessoas utilizam por conta da sensação que têm na pele, de gelado ou calor, e não pela reação no músculo. É um efeito placebo, mas existe”, comenta o fisioterapeuta.
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Além disso, o fisiologista e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Paulo Roberto Correia, alerta para as consequências do uso. “Esses produtos são vasodilatadores, significa que ele fará com que a circulação naquela região sejá exarcebada. Portanto, ao invés de diminuir o edema, ele irá aumentar, fazendo o local ficar mais roxo e inchado do que deveria”, diz.

Diferença entre os produtos - De acordo com Claudio, a única diferença entre a embalagem dos anti-inflamatórios é a praticidade e o preço. “Os sprays normalmente são utilizados por atletas, que não terão como lavar a mão em seguida. Os cremes, mais baratos, podem ser aplicados em casa mesmo”, conta.

O medicamento encontrado nos emplastros é o mesmo, mas a ação costuma ser um pouco diferente. “Esses produtos concentram a ação das substâncias no mesmo local por mais tempo, mas não fazem diferença no músculo. A única coisa que irá acontecer é o atleta ter a sensação de conforto na pele por mais tempo”, argumenta Cotter.

Solução - Não importa a atividade física, o mais indicado a fazer quando a dor aperta é parar e colocar gelo no local. “Quando você faz uma compressa de gelo está diminuindo o edema e impedindo que uma lesão pequena se torne grande. Quanto mais inchar, mais difícil será cicatrizar o tecido muscular”, discorre o fisioterapeuta.

Continuar praticando a atividade também pode aumentar a gravidade da lesão. “É necessário parar e fazer uma compressa de gelo por 20 ou 30 minutos para não danificar ainda mais o músculo”, fala Claudio.

O profissional também dá uma dica aos esportistas que não querem abandonar as competições: “sprays de gelo podem ajudar momentaneamente, sem necessidade de pausa”. Porém, o fisioterapeuta completa: “deve-se tomar muito cuidado para aplicá-los pois, de tão gelado que são, podem queimar a pele. Além disso, o efeito não será o mesmo da compressa de gelo”.

att,
     marcelo leniar

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Meditar: um remédio para o corpo.

          Na meditação, acontece a união perfeita da mente e do coração. Ela nos equilibra, unindo corpo, mente e espírito. Ao sentar para a meditação todos os dias, você melhora a oxigenação do sangue, permite que o ritmo respiratório e os batimentos cardíacos se equilibrem, levando você a um estado de tranquilidade e relaxamento. Tem o efeito oposto ao do estresse no organismo. Desacelera o metabolismo, diminui a pressão arterial, a tensão muscular e o ritmo respiratório. Auxilia no tratamento da enxaqueca, gastrite, tensão pré-menstrual, arritmias cardíacas, problemas circulatórios, de hipertensão e em várias doenças psicossomáticas.
         Cada sessão de meditação é um passo para a saúde e a paz mental. E isto não é mágica. A melhora da saúde é uma consequência natural porque ao relaxar, ao se acalmar, o corpo libera seratonina, uma substância que atua no cérebro e causa sensação de bem-estar. Rejuvenesce e retarda o envelhecimento porque estimula o DHEA, hormônio associado à juventude.
        O stress e a ansiedade diminuem porque descobrimos a maneira adequada de lidar com as situações, dando a elas a importância e o peso devido. Vamos ficando mais focados e concentrados no momento presente, sem esforço e sem tensões.
      A própria ciência já demonstrou que uma mente apaziguada ajuda a prevenir doenças, acelera a recuperação física e até a cura. E o contrário também é verdadeiro. Pensamentos e sentimentos negativos contribuem para o surgimento de doenças, debilitam o sistema imunológico, deixando o corpo vulnerável a e atrapalham o restabelecimento da pessoa.
          Ficou comprovada, através das pesquisas científicas que a meditação feita com regularidade contribui no tratamento da depressão, pânico, ansiedade, insônia, fortalece o corpo que fica livre de doenças. Você dorme melhor, pois, esta aquieta a mente, voltando-a para o interior, onde descobrimos o Ser interior, fonte de toda a vida, criatividade, paciência, compaixão, bondade, compreensão, coragem, sabedoria, entusiasmo e amor.
         Durante a meditação, mudamos a frequência das ondas cerebrais e mentais que se acalmam. Você sente o que é paz de espírito e serenidade interior e isto é contagiante. É um grande trabalho social e humanitário porque meditando, você pode ajudar o ambiente e as pessoas, transmitindo tranquilidade.
Meditação não é uma ação egoísta, muito pelo contrário é um ato de compaixão. Você melhora, se harmoniza, desenvolve virtudes através da meditação e você leva essa transformação aonde você vai, aonde você vive e trabalha. Você contribui para a paz, com um coração mais pacífico, espalhando harmonia e compreensão.
Incorpore esta prática em sua vida diária, se tornando uma pessoa menos irritável, menos estressada, mais livre e pacífica. Pratique meditação, encontre- se com você mesmo. E se esta pensando que isso tudo é uma grande bobagem, reserve um tempo de seu dia para refletir sobre si mesmo. faça- te a seguinte pergunta. "A criança que era, sentiria orgulho do que sou"? 
Att: Sergio Wynnek Junior 

PIBID discute a importância das línguas estrangeiras e compartilha experiências

No último sábado, dia 24 de agosto de 2013, no Prédio do PDE, o PIBID (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência/CAPES) promoveu um encontro entre coordenadores institucionais, das áreas específicas e supervisoras do PIBID, técnicas-pedagógicas do NRE-PG, bolsistas de iniciação à docência e professores das várias áreas da UEPG para discutir a importância das línguas estrangeiras e compartilhar diferentes experiênciasvividas pelos alunos da UEPG no contato com as línguas e culturas de países comoEstados Unidos, Canadá, Espanha, México, França e Portugal. O evento foi organizado pelas professoras do curso de licenciatura em Letras da UEPG e coordenadoras de área do PIBID, Lígia Couto, Elaine Borges e Rosana Harmuch.
A coordenadora institucional do PIBID, Profª. Maria Odete Tenreiro, iniciou a conversa pontuando a importância do encontro no atual contexto de internacionalização das universidades e de seus pesquisadores (professores, graduandos e pós-graduandos).
Em seguida a Profa. Elaine Borges, coordenadora do PIBID Inglês e representante da UEPG junto ao Inglês Sem Fronteira (IsF), pontuou a importância das línguas estrangeiras modernas e seus impactospara o sucesso na participação em programas como o Ciência Sem Fronteira (CsF) e o Programa de Licenciaturas Internacionais (PLI). Ainda destacou a situação atual do ensino de línguas estrangeiras no ensino fundamental e médio das escolas estaduais, municipais e particulares da cidade de Ponta Grossa.
Na sequência, a Profa. Francine Marteloti do Colégio Estadual Padre Arnaldo Jansen e atual supervisora do PIBID Inglês compartilhou sua experiência na participação do Programa de Desenvolvimento para os Professores de Língua Inglesa nos Estados Unidos da Fulbright/CAPES. Experiência que agora ela compartilha em cursos de capacitação de professores de inglês da rede estadual de ensino de Ponta Grossa.
Depois, as técnicas-pedagógicas do Núcleo Regional de Ensino de Ponta Grossa (NRG-PG), Denise Brunoskie Pâmela Landioso, esclareceram a todos os presentes as características, objetivos, línguas ofertadas e clientela atendida do Centro de Línguas Estrangeiras Modernas (CELEM), bem como aspectos relacionados às especificidades do ensino regular comparado a modalidade de ensino na Educação Básica. O CELEM oferece cursos extracurriculares e gratuitos de ensino de línguas estrangeiras nas escolas da Rede Pública do Estado do Paraná, destinado a alunos, professores, funcionários e à comunidade.
Já a Profa. Dalva Cassie Rocha da UEPG esclareceu os fundamentos e ações do Programa de Licenciaturas Internacionais (PLI), destacando a participação de graduandos da UEPG neste programa na Universidade de Coimbra, Portugal. A professora deixou claro, por meio das experiências narradas de seus alunos, o quando o português de Portugal também nos revela ser uma língua estrangeira.
Depois dessas falas e envolvidos em programas distintos, chegou a vez dos bolsistas de iniciação à docência compartilharem suas experiências no contato com diferentes línguas e culturas estrangeiras.
Carolina Machado, Janeffer Desselman e Leandro Ferreira, alunos de licenciatura em Letras Português/Francês e bolsitas do PIBID, narraram sua viagem a Nantes, França, para participarem de um programa de aprimoramento da língua francesa. Para os graduandos, o sucesso deles no programa se deu pelo domínio que já possuíam do francês. Além dessa experiência, por serem professores de francês do Curso de Línguas Estrangeiras (CLEC) da UEPG, os pibidianos ainda esclareceram a proposta do CLEC, salientando suas características, línguas ministradas (inglês, francês e espanhol), bem como as facilidades de inscrição nos cursos ofertados, se tem mais de 17 anos.
A graduanda do curso de licenciatura em Letras Português/Espanhol, Graziela Borsato compartilhou a sua experiência como bolsista do Programa de Mobilidade Internacional Santander Iberoamericanas no México. 
Roseane Gonçalves e Janine Loos, graduandas do curso de licenciatura em Letras Português/Inglês e bolsistas PIBID, juntamente com os graduandos do curso de Licenciatura em Educação Física, Edilson de Oliveira e Luiz Rafael Cardoso, discutiram os pontos positivos e negativos do curso MyEnglish Online (MEO). Curso oferecido gratuitamente a todos os estudantes regularmente matriculados nas instituições de ensino superior, públicas e privadas brasileiras. O MEO é uma iniciativa do Programa Inglês Sem Fronteira (IsF) em parceria com a CAPES e SESu/MEC.
Por fim, os graduandos do curso de licenciatura em Matemática Petra Maria Bartmeyer e Alisson Luiz Pinheiro (via vídeo gravado) narraram suas experiências na Espanha e Canadá, respectivamente. Pedra participou do Programa Ciências Sem Fronteira (CsF) e Alisson, ainda no Canadá. Ambos destacaram a valiosa oportunidade de poderem fazer parte desses programas tanto para o crescimento pessoal quanto para o crescimento como pesquisadores. Enfatizaram, ainda, a necessidade do domínio do inglês, mesmo no caso da Petra que estava na Espanha, já que em grande parte do tempo precisou conversou em inglês com estudantes do mundo todo. 
Encerando o evento as coordenadoras institucionais do PIBID, professoras Maria Odete Tenreiro, Graciete Tozetto Goes e Ana Lúcia Baccon retomaram a importância da realização no evento nos moldes em que foi apresentado, qual seja, com o compartilhamento das experiências no contato com língua estrangeiras e suas culturas de professores e graduandos em diferentes países com diferentes programas. Ainda salientaram a importância da presença das técnicas-pedagógicas do NRE-PG e de todas as contribuições feitas pelos pibidianos. Tudo isso soma forças para ações conjuntas importantes a curto, médio e longo prazo no compromisso de todos para o desenvolvimento da competência linguístico-comunicativa em línguas estrangeiras.
Att. Edilson de Oliveira

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

SER PROFESSOR(A) É COISA SÉRIA

Boa tarde galera!

Segue reportagem que encontrei e achei legal para refletir!!


Vivemos em um era específica na história da humanidade que reformar-se intimamente para assim viver em paz, entra em voga em todas as esferas da sociedade. No entanto, tudo precisa passar por um processo reflexivo para que a gestação desse amadurecimento constitua-se em benefícios para consigo e para com todos. O indivíduo é uma grande “bricolagem” de si mesmo, das suas ações, das suas experiências, dos seus pensamentos. Uma colcha de retalhos que alteramos com o passar do tempo.
Todos os sentimentos que nos inundam, uns que afogam (Ex: Vaidade, Inveja, Ego) e outros que geram vida (Ex: Amor, Solidariedade, Atenção) são expostos em nossas atitudes diárias, seja no trabalho, nos relacionamentos, em “ad infinitum” momentos… Essas palavras escritas até então, não passam de um convite para um pensamento que tivemos ao despertar hoje nesse dia chuvoso (“A chuva nos acalma”) quando pensamos no significado de Ser Professor(a) e reforma-se intimamente.
Quantas responsabilidades caem em nossos ombros e quantos méritos nos aparecem para quem verdadeiramente faz o verbo educar ganhar movimento. Mas para o Educador(a), invariavelmente, o Ser precisa sempre está em vigilância ao extremo. Estrela guia. Bússola em mãos. Sentimento talhado e reformado.
Pois, quando adentramos em um ambiente educacional, cada fala, gesto, olhar que fazemos irá reverberar na formação de um outro alguém (e na nossa). É necessário manter o “recipiente” limpo, qualquer descuido (não atento) pode azedar todo um trabalho e em medidas extremas, mas reais, poderá perpetuar para vida de quem utiliza ou divide o nosso pote.
Para ser educador é preciso passar por uma limpeza com o máximo de rigor interno, não estamos falando que iremos ser Puros, mas precisamos cada dia mais amenizar os sentimentos que nos fazem sofrer e que consequentemente provocará a dor de outros. O olhar íntimo para dentro torna-se premissa primeira para construção desse caminho. A visão de elucidação mais distante e verdadeira invariavelmente será o que habita e cresce em nosso âmago.

É coisa séria… Ser professor(a) é coisa séria. É uma contínua e necessária luta para melhorar-se intimamente e propagar em ações esses progressos. Ser professor (não) é para todos, mas antes de qualquer pensamento é preciso SER.
att.

Wendell

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Aviso JISO - Xadrez e Tênis de Mesa

Olá pessoal.
Tivemos um problema na organização das chaves do xadrez e tênis de mesa, assim que organizarmos tudo corretamente, colocaremos a disposição de todos no blog. 
Iniciaremos as competições destas modalidades a partir de terça-feira.

Att. Edilson de Oliveira

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Governo lança programa de incentivo a talentos do esporte na escola

                 A iniciativa vai contar com o apoio do Ministério da Defesa, que vai abrir as portas de unidades militares para as competições escolares Os ministros da Educação, Aloizio Mercadante (esq.), e do Esporte, Aldo Rebelo, durante lançamento do programa Atleta na EscolaFoto: José Cruz / Agência Brasil Com o objetivo de descobrir talentos e transformá-los em atletas olímpicos, foi lançado nesta terça-feira, na capital federal, o Programa Atleta na Escola.
                 A iniciativa promoverá, a partir de 9 de junho, uma série de competições esportivas em várias escolas de ensino básico do País. As disputas irão evoluir para etapas municipais, estaduais e, por fim, uma competição nacional. “A base permanente, onde cada sociedade busca atletas para alto rendimento, é na escola. Acho que essa experiência permite uma aproximação maior entre ministérios do Esporte e da Educação, que eu creio que deva ser o destino do esporte educacional no Brasil”, disse o ministro do Esporte, Aldo Rebelo. As duas pastas vão contar ainda com a cooperação do Ministério da Defesa que, em um primeiro momento, deverá abrir as portas de unidades militares para as competições.
               Este ano, o foco será nas competições de atletismo os estudantes poderão disputar corrida de velocidade, corrida de resistência e salto. No ano seguinte, estão previstas as modalidades de judô, vôlei e esportes paraolímpicos. Até o momento, existem cerca de 2.533 municípios inscritos. O orçamento, no entanto, só será fixado após a definição de quantos municípios integrarão o projeto.
              O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, destacou a importância de implantar uma cultura esportiva entre os jovens do País. “Com isso, estamos construindo a perspectiva de deixarmos um legado das Olimpíadas e da Copa, que é esse espírito olímpico na sala de aula, nas nossas escolas. Eu acho que talvez seja muito mais importante que todas as obras que a gente possa fazer até lá é ter uma política permanente, dar um salto na atividade esportiva nas escolas do Brasil, começando pelo atletismo”, ressaltou.
               Ao final do ciclo de competições, que, em 2013, termina em novembro, serão selecionados jovens para treinamento visando ao alto rendimento. Ainda não há, no entanto, uma definição de como isso sera feito, ainda que o Ministério da Defesa já tenha disponibilizado instalações para formação desses atletas. “O alto rendimento fica na fase final desse processo. Aí nós teremos que encontrar um modelo definitivo do destino desses meninos que se mostrem vocacionados para o alto rendimento, da estrutura disponível hoje na Confederação Brasileira de Atletismo e do aproveitamento das estruturas das universidades e das Forças Armadas, para que a gente tenha uma decisão final”, explicou Rebelo.
 Att. Felipe Alexandre 

sábado, 17 de agosto de 2013

Videogames com sensores de movimento têm impacto positivo na saúde infantil

Estudo mostra que substituir jogos eletrônicos tradicionais por videogames com sensores de movimento aumenta atividade física diária das crianças.

As crianças que vivem em países desenvolvidos gastam, em média, de 38 a 90 minutos de seu dia em jogos eletrônicos. O hábito sedentário preocupa pais e profissionais da saúde, que têm se esforçado para descobrir meios de fazer com que meninos e meninas passem a praticar mais atividades físicas e permaneçam por menos tempo em frente às telas.

Uma pesquisa publicada no periódico BMJ Open nesta terça-feira oferece uma alternativa que pode ajudar a resolver esse problema: cientistas australianos descobriram que substituir os jogos eletrônicos tradicionais por videogames com sensores de movimento - que exigem que o jogador se movimente para cumprir as tarefas da brincadeira, em vez de simplesmente apertar os botões dos controles - é tão benéfico à saúde infantil quanto a retirada total dos aparelhos da rotina das crianças.

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Os responsáveis pela pesquisa em questão trabalharam durante o intervalo de 2007 a 2010 com um grupo de 56 crianças, com idades entre 10 e 12 anos. Essas crianças foram expostas a três diferentes situações, que duraram por períodos de oito semanas: primeiro, o uso de qualquer tipo de jogo eletrônico foi proibido em suas casas; depois, as crianças voltaram a ter acesso aos jogos eletrônicos tradicionais e, por fim, houve a substituição desses jogos tradicionais por videogames com sensores de movimento. Durante o estudo, todas as crianças usaram um acelerômetro preso ao quadril para medir os níveis de suas atividades físicas, e escreveram um diário para registrar as atividades diárias e o tempo dedicado a elas.

Resultados - De acordo com os diários, em suas rotinas normais, as crianças passavam apenas uma hora e meia por dia em atividades que demandassem esforço físico, enquanto quatro horas e meia diárias eram dedicadas ao lazer sedentário. Em mais da metade dessas quatro horas e meia, os meninos e meninas permaneciam em frente às telas da TV ou do computador.

Após a proibição do uso dos jogos, a atividade física passou a ocupar aproximadamente quatro minutos a mais no dia a dia das crianças, e o tempo sedentário diminuiu em cerca de cinco minutos. Já a substituição dos jogos pelos novos tipos de videogame resultou em um aumento de atividade física de três minutos por dia, e reduziu o tempo de sedentarismo em seis minutos.

Segundo os autores do trabalho, apesar das diferenças alcançadas parecerem pequenas, elas são significativas. Para eles, os jovens estão sendo expostos às inovações tecnológicas a uma rapidez que é cada vez maior e, portanto, várias pequenas mudanças no uso dessas inovações podem resultar em um grande impacto clínico.  

fonte: http://www.educacaofisica.com.br/images/stories/crop/300-340_65864-arts-kinect-move-584.jpg

att,
      Marcelo Leniar

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Pouco material é sinônimo de criatividade – Brincadeira é coisa séria!

Sabemos que nem sempre as escolas dispõem de materiais em quantidade suficiente para que possamos trabalhar da forma que gostaríamos, pra falar a verdade, muitas escolas nem material possuem. Porém esta situação não pode e nem deve servir de desculpa para que deixemos de dar uma aula divertida e estimulante aos nossos alunos. Com uma simples corda, podemos dar uma aula bastante diversificada e trabalhar inúmeras qualidades físicas de nossos alunos.
Vou passar para vocês agora, algumas possibilidades de atividades com uma corda, que se transformará numa ponte, numa cobra, numa porta e até mesmo em raio laser.
ATRAVESSANDO A PONTE – Um aluno de cada vez deverá passar sobre a corda que estará esticada na quadra, importante reforçar para as crianças que elas não podem colocar o pé no chão, pois caso isso aconteça, um “jacaré” poderá morder seu pé.
PULANDO A COBRA – Amarre a corda na base de uma trave e comece a balançá-la no chão (em sinuosa). Os alunos estarão todos de um lado da corda e deverão correr e saltá-la, um de cada vez; é interessante que o professor diga que o aluno deverá saltar a cobra e se “esconder do outro lado da floresta”.
ENTRANDO NO BANCO – Com o auxílio de outra pessoa, “bata” a corda (como se fossem pulá-la), os alunos ficarão em fila e um de cada vez deverá passar correndo por ela. Pode se variar a direção em que a corda é rodada (sentido horário ou anti-horário) para aumentar ou diminuir a dificuldade da tarefa. [Tá, mas porque o nome da atividade é: “Entrando no banco”? Simples, a porta do banco é giratória... Olha a criatividade, hein!!!].
RAIO LASER – Essa brincadeira é o carro chefe e a campeã de pedidos de “faz de novo, tio!”. Novamente você precisará do auxílio de outra pessoa e dessa vez, a corda ficará esticada no alto (com uma pessoa de cada lado a segurando) , toda vez que a corda passar, os alunos deverão se abaixar, a dificuldade irá aumentar na medida em que a corda for sendo abaixada, até que chegue o momento em que eles não conseguirão mais passar por baixo e terão que pulá-la.
Estas possibilidades são apenas o pontapé, crie, invente, descubra outras, observando o aluno. Pois como o título da matéria diz, pouco material exige muita criatividade. Ah, já ia me esquecendo…LUDICIDADE, não esqueça dessa palavra…LUDICIDADE!!!


Att,

Wendell

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Disturbios alimentares

       


Primeiramente  o que é um distúrbio alimentar?  
 São doenças psiquiátricas estando na sua origem as interações de fatores psicológicos biológicos, familiares e socioculturais. Caracterizam-se, fundamentalmente por  alterações significativas do comportamento alimentar. Os distúrbios alimentares são um conjunto de doenças, em que uma pessoa está tão preocupada com a comida e o seu peso que muita das vezes não consegue pensar noutra coisa. Os principais tipos de distúrbio alimentares são a anorexia nervosa, bulimia nervosa e compulsão alimentar.       
 Anorexia nervosa  
 É uma disfunção alimentar, caracterizada por uma rígida e insuficiente dieta alimentar devido à obsessão de magreza e ao medo mórbido de ganhar peso. É ainda uma doença bastante complexa pois além da limitação da ingestão de alimentos envolve ainda componentes psicológicas, fisiológicas e sociais. O paciente sempre acha que está mais gordo do que de fato é e quer emagrecer a qualquer custo. Por isso diminui drasticamente a ingestão de comida, podendo ou não usar medidas purgativas, como vômito e laxantes. Há 16 garotas com o problema para cada garoto. Não importa o sexo, a maioria tem entre 12 e 15 anos.
Bulimia 
A bulimia é um transtorno alimentar caracterizado por episódios recorrentes de “orgias alimentares”, no qual o paciente come num curto espaço de tempo grande quantidade de alimento como se estivesse com muita fome. O paciente perde o controlo sobre si mesmo e depois tenta vomitar e/ou evacuar o que comeu, através de artifícios como medicações, com o intuito de não ganhar peso.
 Comedores compulsivos
No Transtorno do Comer Compulsivo também não há preocupação mórbida e irracional com o peso e a forma do corpo, assim como acontece na Bulimia e na Anorexia. Estes pacientes são na maioria das vezes obesos e parecem se distinguir de obesos que não apresentam esses episódios de comer compulsivo por apresentarem mais co-morbidade psiquiátrica e pelo fato da obesidade ser de maior gravidade. 
Esses distúrbios apresentam aspectos comuns em diversos níveis de análise do comportamento da pessoa. E eles são os seguintes:                                 
· Comportamento Alimentar: o comportamento de comer não atende a uma necessidade  fisiológica de se alimentar, mas ocorre em virtude de uma sensação desagradável associada  à Ansiedade ou a Depressão, geralmente ele é descrito como um vazio e confundido com a sensação de fome.
· Pensamento: apresenta dificuldade em reconhecer sinais de fome e saciedade,  pensamentos constantes sobre comida e aparência física são constantes e geram desprazer ou insatisfação com a auto-imagem.                                                         
·     Relações Sociais: apresenta sentimento de rejeição, imagina que está constantemente sendo observado pelas pessoas. Em virtude da grande dificuldade de comunicar sentimentos e pensamentos, não consegue lidar com situações sociais de uma forma satisfatória. Não sabe administrar críticas, frustrações e desapontamentos e foge dos confrontos e auto- exposição. Isso leva a pessoa a evitar convívio social, ou evitar lugares públicos com muito movimento de pessoas, o que acaba tornando sua vida solitária.



      Fonte: http://disturbiosalimentares8c.wordpress.com/tipos-de-disturbios/
                 http://www.disturbiosalimentares.com/
                http://www.neuropsi.psc.br/distalim.html
             
                                                         Atenciosamente: Tatiane Perucelli 

                   
                      

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Handebol


O Handebol é mais uma das modalidades desportivas que o Velho Mundo nos enviou. Anteriormente, o handebol já apresentou grandes distinções em termos de preferência entre o que se chamou Handebol de campo e handebol de Salão. Hoje, a carência de locais no Brasil, ou melhor, a maior disponibilidade de quadras e não de campos, fez prevalecer o handebol de salão, que absorveu a prática da modalidade em todo País.

No início, quando o desporto foi introduzido no Brasil, foram creditados ao handebol de campo os méritos da organização oficial e do reconhecimento da modalidade como desporto oficial no Brasil.

A primeira Federação de handebol foi a Federação Paulista e o primeiro campeonato oficial da modalidade, disputado no Brasil, ocorreu na cidade de São Paulo, não tendo sido, entretanto, certame estadual e sim um campeonato da capital. Atualmente, nem a própria Federação Paulista de handebol promove competições de handebol de campo. Consequentemente, a Confederação Brasileira de Handebol destina-se, também, exclusivamente, ao handebol de salão.



Essa modalidade do desporto foi, em nosso País, a que mais fez sentir a influência das competições estudantis. Daí, o handebol ganhou o povo e pela prática reiterada alcançou foros de desporto comunitário de alto nível.

O handebol foi idealizado por um professor de educação Física, o alemão Karl Sshelenz que, procurando dar às suas classes femininas uma atividade alegre e movimentada, criou o handebol com base num jogo tcheco chamado “Azena”. Por volta de 1914, Berlim foi palco das primeiras disputas que se desenrolaram num campo de 40x20 metros. Depois passou a ser praticado por homens, por isso, foram modificadas algumas regras e aumentadas as dimensões do campo, passando para 40x80 metros, Mais tarde, as medidas foram igualadas às de um campo de futebol, já com onze jogadores, com a bola reduzida de tamanho, permitindo o manuseio com uma só mão. Isto proporcionou maior movimentação e satisfação na prática do jogo. Esse era o handebol de campo.

Como o idealizador foi um professor de educação física, o handebol, naturalmente tomou maior impulso no meio estudantil. Suas características, facilidade de na aprendizagem e execução natural dos fundamentos, permitiram o emprego da velocidade, movimentação, força nos arremessos, habilidade no manejo da bola, além de proporcionar aos mestres a possibilidade de educar pelo jogo. Difundiu-se na Alemanha, Áustria, Suécia, Dinamarca e Checoslováquia, países que realizavam entre si as primeiras partidas internacionais. Em 1927, foi criada a Federação Internacional de Handebol, com 39 países inscritos, mas somente em 1938 foi incluído nos Jogos Olímpicos de Berlim, sagrando-se campeão a Alemanha.

Os rigores dos inverno não permitiam a prática do handebol em campo aberto, fato que levou este esporte a uma adaptação, para que pudesse ser praticado em recinto fechado e de menor tamanho. Coube aos suecos a inovação que foi o “inne-hand-ball” (handebol no interior) ou “hallen-handeball” (handebol de salão) como o chamam os alemães, diminuindo o tamanho do campo e o numero de jogadores, que passou a ser de sete atletas. Com isso, as jogadas ganharam em movimentação e rapidez. A natureza do piso possibilitava a maior movimentação com a bola. O campo, por ser de dimensões menores, permitia a todos os jogadores em campo atacarem e defenderem em bloco, o que imprimia às jogadas uma espantosa velocidade, com grandes possibilidades de gol.

O handebol de salão tornou-se um esporte independente, com técnica e tática própria, suplantando o handebol de campo, que sofreu a concorrência do futebol, mais atraente e já implantado em todos os países do mundo.

O handebol veio para o Brasil por volta de 1930. Difundiu-se inicialmente em São Paulo onde, em 16 de fevereiro de 1940, foi fundada a Federação Paulista de Handebol. Inicialmente, o handebol foi praticado por onze jogadores isoladamente, por grupos de colônias estrangeiras e por alguns clubes classistas e equipes de firmas comerciais. Mais tarde, este esporte obteve grande difusão nos meios estudantis, graças aos professores de educação física, que desenvolveram um trabalho de profundidade nas escolas primárias. Atualmente já se consolidou em grande numero de escolas secundárias e clubes.

fonte: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/handebol/handebol.php
         http://www.youtube.com/watch?v=hVb2uTAOdc0

att,
     Marcelo Leniar

domingo, 4 de agosto de 2013

Doping: A desculpa para o fracasso e uma brecha sobre o lado negro do esporte de alto rendimento.

Olá boa tarde pessoal! Segue reportagem sobre um tema polêmico: o Doping

“João um dia decidiu aos seus 15 anos virar atleta de Saltos, no entanto ele era baixinho, tinha braços curtos, uma predisposição a um corpo forte com alto índice lipídico.”
A realidade é que os atletas amam o esporte e amam os resultados, eles querem cada vez mais, estão cada vez mais dispostos a romper com seus limites e ir cada vez mais além, o céu realmente não é o limite. No entanto há de haver sempre alguém melhor que você, pessoas que tem menos tempo de treinamento e maior predisposição, pessoas que treinaram a vida toda, dominam toda uma técnica própria para a sua modalidade, ou piores que infelizmente nunca conseguiram bons resultados mesmo depois de diversos experimentos, pessoas que não tiveram sorte, pessoas que não treinam corretamente, pessoas que não se alimentam corretamente, pessoas que não tem predisposição, pessoas que buscam resultados da maneira fácil e rápida, e…
“Atletas que não sabem lidar com determinada inferioridade, técnica, hábil ou biológica.”
“O técnico treinador não é professor, se ao refletir sobre isto indicar o uso de esteróides, o professor deve levar a ética consigo aonde for.”
O atleta que não apresenta nenhuma capacidade de melhorar sua habilidade para melhorar seu rendimento, provavelmente ele tenha chegado a sua ápice e tenha dado de encontro com uma parede intransponível que é o resultado que ele não pode alcançar, ou se pode, não sabe como, naquele momento ele vê o fracasso, e passa a desconsiderar as vitórias passadas de quando era mais jovem e os seus passos para engrandecer o esporte mundial… mas o atleta não sabe perder e não deve aceitar a derrota, ele precisa obter meios de superar a marca, a pontuação ou adversário, mas sem perspectiva o atleta encontra-se incapaz de refletir sobre e o técnico tende a não ajudar, agora é a hora de “ciclar”.
-NÃAAO!!!!
Agora é a hora de você motivar, motivar e motivar seu atleta para que ele nunca deixe de praticar seu esporte em  sua vida (métodos e psicologia esportiva), sendo ele jovem tenho certeza que você ainda não tentou todos os métodos possíveis, não encontrou neste atleta um meio para compensar o fator que o torna desfavorável diante do oponente(existem fatores infinitos, estude!), se ele é fraco faça ele fazer uma alavanca maior, se ele é pequeno e joga basquete, saiba utilizar a altura dele, não deixe que ele seja fruto da sua incompetência em encontrar neste atleta os meios dele utilizar a seu favor os fatores biológicos que ele apresenta, saiba educa-lo na alimentação, durante os treinos e na vida, seja o mestre dele e não um “zé buchudo” que vai fazer dinheiro com ele e depois descartar, seja um verdadeiro professor. Se ocasionalmente o rendimento dele ter caído devido à idade e outro atleta jovem estiver sobressaindo, está na hora de você colocar no atleta novos objetivos que vão além do esporte (lembram dos princípios pedagógicos do esporte) tente inseri-lo em um curso superior de educação física para que ele no futuro passe a levar adiante todo o conhecimento que adquiriu com a prática do seu esporte, e que una isto a um maior coeficiente teórico e prático de outras atividades(multidisciplinariedade  e interdisciplinaridade) para que ele torne-se um exímio professor reflexivo e revolucionário (reacionário.. Talvez?) … se o seu atleta não quer fazer faculdade, coloque-o para ser o seu braço direito no treino dos amadores ele será uma peça chave, e então eu reforço não seja um fracassado achando que o fim do atleta é quando ele para de render, o fim do atleta é quando ele deixa de promover o esporte e a saúde, passa a fazer uso de anabolizantes ou para de praticar o esporte.
“O problema do esporte não é doping mas sim a falta de educação dos atletas e a falta de ética dos treinadores técnicos e professores que não reconhecem o mal e os riscos que o atleta corre.”
Mas anabolizantes não fazem mal, os médicos sabem meios de usar sem que haja nenhuma consequência média ou grande a curto ou longo prazo e que o mesmo não atue diretamente na competição?
Os médicos sabem que hão ter consequências mas eles tentam driblar sempre as consequências mais graves como cânceres, nódulos ou falhas de algum órgão, e a resposta dos esteroides será sempre imprevisível. (Isto sim é um risco que como todo o bom professor sabe que o atleta tem família, amigos, e que certamente reconhece que o esporte não é só aquilo, mas que envolve todo um estado de fluxo favorável ao mesmo).
O que ganha a competição ou o que são os fatores determinantes na vitória de um atleta em uma competição tanto individual como coletiva?
Meus queridos professores, vocês conseguem imaginar todas as infinitas variáveis ali dispostas para que o atleta vença, não adianta jogar sempre o motivo da vitória em cima do doping. (Apenas um fator), não é certamente preponderante diante de todas as variáveis, mas sim, é somente uma forma de alcançar um objetivo de maneira mais fácil ou de não aceitar algo, isto é consequência de uma má educação do atleta ou do técnico.
-E o fisiculturismo?
Particularmente eu estou cansado de ouvir sobre a velha história de ficar gigante e romper a genética, ficar monstro , maromba etc…
Sinceramente e PESSOALMENTE, o fisiculturismo deixou de ser um esporte a muito tempo, virou desculpa para utilizar livremente qualquer meio para se adquirir massa muscular. O verdadeiro atleta fisiculturista é aquele que se sujeira as mais penosas dietas desde enfiar comida para dentro sem uso de suplementos, se controlando para segurar o vômito e mesmo assim sem parar de comer, retirando e filtrando dentro de todo o alimento o nutriente que ele busca ingerir ( casca de frutas , claras de ovo etc…) e mesmo com os níveis de estresse altíssimos ainda treinam exaustivamente e dormem muitas horas por dia, treinam em horário específicos para determinados objetivos, sentem dores incontáveis no corpo, aí então precisam mudar a dieta e passam por novas adaptações, então passam a sentir fome, cansaço diário e quando acham que não dá mais, eles continuam.
Os atletas de hoje em dia treinam uma hora a uma hora e meia por dia, dormem de 6 a 8 horas, fazem trabalho como modelos nas horas vagas, tomam um shakes de proteína durante o dia (um shake de proteína é mais fácil do que buscar tanta proteína na alimentação convencional enche menos o estômago e não dá mal estar), usam seus esteroides, treinam as poses e competem, isto dá resultado em 3 meses, aí alguns passam a reproduzir este estilo de vida.
Desculpe, mas eles não são atletas, atletas de verdade levantam muito cedo (alguém ai dá época de levantar 4 da manhã para nadar na piscina fria?), treinam horas buscando a melhor técnica e o desenvolvimento de suas habilidades (umas 3 horas por dia), às vezes em dois períodos, ficam em concentração (sem balada) eles refletem sempre sobre o que foi aplicado e a finalidade…
O fisiculturismo antigo tinha muito em que evoluir, mas o uso exacerbado dos esteroides teve um impacto negativo, a imagem do que era um esporte ficou para sempre marcada como um “esporte” (entre aspas).
Pessoalmente ainda, o dia em que o fisiculturismo voltar atrás e eu ver o rosto de sofrimento, de horas de sono, suor, cansaço, horas de treinos exaustivos, no rosto destes atletas, e ver eles encarando uma competição com suas capacidades e habilidades, e ainda tentando e refletindo sobre meios de turvar suas incapacidades para sobressair ai sim, irei encarar como um esporte verdadeiro.
-Mas todo mundo que compete em esporte de rendimento usa…?
Uma vez aprendi algo importante, nunca, nunca generalize, confie na bondade das pessoas, se elas te enganarem, perdoe-as, elas são livres, no entanto ensine-as caso um dia elas queiram mudar, ensine as a perdoar, ninguém é obrigado a ser correto de berço.
“O erro acontece de vários modos, enquanto ser correto é possível apenas de um modo.”
Aristóteles.

 A brecha do lado negro do esporte de alto rendimento?
Apostas, dinheiro, economia, relações políticas internacionais, petróleo…
Se por trás dos 10 segundos do Bolt houvesse uma aposta milionária sobre o fato dele bater este recorde?
E a copa de 98? Foi falta de doping e o Ronaldo passou mal?
E os títulos do ciclista lance Armstrong? Foram somente para preencher o ego de títulos dele? Ou alguém por trás estava enriquecendo com tais apostas?
Patrocinadores e suas apostas…
A culpa não é dos atletas e nem do esporte de rendimento… fiquem atentos
-Mas eu sou professor, e sou crítico acho que deve ser liberado o doping para todos os atletas.
Sugiro algumas literaturas, sobre leis, de onde elas surgiram e porque foram fundadas, nosso querido código de ética, livros sobre a ética e a filosofia moral, ética e cidadania. (Podem ser artigos ou livros)
-Eu não irei ler livros sobre ética é chato, o doping funciona, eu já testei em meus alunos e atletas e eles estão todos felizes e saudáveis.
Um querido professor meu, disse em um momento em algumas das minhas afirmações…
-: “revise a fisiologia”
Eu não sou pleno conhecedor de todos os aspectos do corpo em seu soma, temos uma máquina impossível de termos medidos todos os fatores nas palmas das mãos, se você afirma com convicção algo, sobre o corpo e a fisiologia, revise todos os dias a fisiologia, com conhecimentos novos e de reconhecimento acadêmico.
Seja sempre um professor pleno, ético, carregue consigo o título e o papel social e não tenha somente um papel na parede, compreenda que a sua ação pode causar uma mudança tremenda no mundo.
Você é um professor pleno?

Ser contra o doping não se trata de ser moralista, mas sim,  de ser ético e cosmopolita.

Att.

Wendell